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Uma surpresa no parque

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Decidi correr pela manhã. Já fazia algum tempo que não me dava este presente em minhas férias. Deixei minha preguiçosa mulher ressonando saciada, depois do amor matinal que jamais me negava. Nossos lençóis estavam com o cheiro leve do licor íntimo dela… Pensei por um momento em voltar e, apenas por provocação, despertá-la com umas carícias e tomá-la novamente, mas tinha que manter meu pique. Afinal, se todas as fêmeas da terra aguardam pelo meu toque, tenho que estar disposto para jamais estar indisposto para qualquer uma não é?

Vesti minha roupa mais confortável para uma manhã quente e fui até o parque mais próximo. Alonguei-me perto dos aparelhos de ginástica rústicos onde alguns jovens se exercitavam e comecei meu percurso. Som de carros, buzinas, rádios berrando, nada me desconcentrava; em meus ouvidos, só a respiração cadenciada e o coração acelerado, quase no mesmo ritmo de quando eu estava na cama com a fêmea que tinha me cobiçado a noite toda, e cansado de excitá-la e ser suave, estocava o sexo dela com todo o meu vigor.

Normalmente, vou a estas atividades sem qualquer esperança de saciar minha libido; as roupas de ginástica tem o dom de tornar até a mais desprovida de beleza, altamente arrogante. Não pratico constantemente conquistas e seduções, embora conheça suas técnicas – simplesmente invisto em mim, pois quando um homem realmente é desejável, ele não precisa se exibir como um pavão para as mulheres, elas mesmo o procuram querendo ser dele. Se uma mulher com nenhum favor que lhe torne desejável me despreza, nada sofro. É ela quem perdeu os sorrisos, o momento, a emoção e o prazer que sei e adoro dar.

Meus olhos fixos no caminho, entretanto, perto do fim do trajeto, viram uma das poucas coisas que me tiram a concentração: o brilho do sorriso de uma mulher que me devorava com os olhos. Encontrei a fonte do sorriso e rapidamente a mapeei: cabelo castanho longo e sedoso, físico acostumado à academia que não perdeu as curvas, um quadril arredondado, lábios cheios, pele lisa apesar do suor, seios pequenos, mas que perfeitamente enchiam um sutiã médio. Ela se alongava, pelo suor, já tendo terminado seu exercício, mas mesmo em trecho que uma mulher se fingindo de santinha para um banana, olharia feio ou mudaria de lado, ela seguiu a sequência normalmente, mostrando suas formas rijas e ainda sim com curvas para meu deleite.
Tinha que pensar rapidamente… Ela tinha um coldre de celular vazio em sua cintura fina… Não tinha visto um caído na passagem da ponte? Acho então que a fortuna sorriu para mim esta manhã…

Passo por ela, e digo: – Perdeu seu celular hoje, não foi?

Ela se surpreende e diz: – Sim! Você viu?

Respondo sem diminuir o ritmo: – Se me seguir talvez ele ainda esteja lá! Vem!

Viro-me sem olhar para trás e espero… Depois de certa distância, escuto os passos ritmados que me confirmavam que a surpreendi corretamente e decidiu me seguir. Aperto um pouco o passo para ver se ela também tem um bom fôlego e sorrio comigo mesmo ao ver que ela me alcançou. Ela pergunta: – Onde foi que viu?

Respondo, me virando por um momento para ela: – Embaixo da ponte! Pequeno, teclado brilhante e rosa?

Ela confirma: – Ele mesmo, vamos!

Uns minutos depois, mantendo meu ritmo sempre acima do dela, chegamos até a ponte. Um pouco antes de uma lixeira, lá estava ele, meio escondido entre as folhas. Tiro a cobertura, e o pego, andando devagar, para me manter ativo, até que ela chega.

- Nossa, é ele mesmo! Puxa, não sei nem como te agradecer…

- Não me agradeça. Mas devia atender, tem uma foto de alguém de péssimo humor na tela…

Ela toma o aparelho, faz uma careta, e responde: – Meu Deus, que chato! É meu marido, ele vive me ligando a toda hora, como se o fato de ser meu marido, fosse ser meu dono…

Ainda com a respiração acelerada, completo: – Como se qualquer homem pudesse impedir uma mulher de aproveitar de sua vida o que quisesse… Não é?

Ela para por um momento como se entendesse o momento e olha para mim um instante. Não sou o tipo de homem que o mundo determinou que tivesse que ser. Estou quase na meia-idade, não sou depilado (embora apare o estritamente necessário), não tenho músculos saltados. Sou o que tenho que ser: firme, impositivo e direto. Um recado para os que seguem modismos e conseguiram ler esse relato: vocês viverão chupando o dedo, enquanto homens como eu, não pedem, simplesmente tomam para si o que querem.

Ela segue e diz: – Verdade… Mas sinto que tenho que te agradecer mesmo assim. Obrigado, viu?

Finjo amarrar meus cadarços, um passo mais perto dela, enquanto digo: – Fique com seu agradecimento, ratinha de academia. Você não me agradeceria de um jeito que eu poderia aceitar.

Ela arrasta um pé na minha direção e diz: – Qual?

Levanto-me de um só movimento, perto do corpo dela, a encaro decidido e digo: – Você. Aqui. Agora.

O olhar frio de surpresa dela derrete, enquanto ela passa as mãos do meu peito para minhas costas, e fala: – Então, acho que vai ser você quem vai ter que me agradecer…

E avidamente me beija, o batom claro dela levemente frutado se misturando com o sabor dela. Pressiono meus lábios um pouco mais, as línguas se tocando nas pontas antes de explorar a boca do outro. Uma mão no rosto dela, mais suave, outra na cintura, bem firme… Afasto um instante com a mão que estava no rosto, brinco com minha língua passeando pelo contorno da sua boca, quando me demoro em um dos cantos. Ela chia e força um beijo novamente, já enlouquecida… Desvia um instante para respirar, deixando escapar um gemido, as unhas raspando nas minhas costas… Ah, ela já estava molhada, eu podia sentir o cheiro… Seria embaixo daquela ponte mesmo que a iria tomar para mim, sem ligar para os gemidos dela ecoando pelo parque…

A manhã era clara, mas a parte baixa da ponte tinha um arco espesso, se fossemos vistos, não seríamos identificados. Agradecido por ela estar com um short folgado, me abaixei e buscando suas pernas, coloquei seu corpo nos meus ombros (seguido de um “ui!” e alguns risos dela) uns poucos passos até junto à borda do arco.


sexo no mato


Antes que ela parasse totalmente de rir, desci a fêmea e voltei a beijá-la, agora mais suave um roçar de lábios com as línguas passeando, meus dedos enfiados entre os cabelos dela, como quem irá puxar… Uma perna dela entrelaça alto meu quadril, ela nota meu membro rijo. As mãos dela entram por dentro da minha camisa, passeando nos pelos na subida, e arranhando na descida. A direita entra pelo meu short e o segura forte. Sou eu quem rosna baixo, olhos nos olhos dela… Ela sorri enquanto a mão sobe e desce por ele firme, mas lentamente, ela abaixa ainda mais lentamente e ele desaparece entre os cabelos até eu sentir a boca quente dela envolvê-lo inteiro… O gemido sai grave e alto, ela não para, brinca com a cabeça, passeia com a mão enquanto me suga e geme abafado com ele na boca…

Eu olho mais para baixo e vejo pingos bem abaixo do meio das pernas… É o gozo dela, escorrendo doce para o chão… Não espero mais, tiro minha camisa, eu a subo, meu short cai, enquanto eu abaixo o dela. Vejo seu sexo, apenas uma pequena linha de pelos logo acima dos lábios, quero beber dela, mas não há tempo, é muito tesão! Eu a encosto na borda do arco, puxo sua perna que para em volta do meu quadril e lentamente em um só movimento, a penetro… Os dois gemem num só tom…

Tão quente e pulsante lá dentro… Estoco no ritmo que meu coração estava ao correr, forte e longo, quase saio dela, mas seguro o quadril para não escapar… Ouço juntos o bater dos nossos corpos um do outro junto com os gemidos dela no meu ouvido. Ela se afasta, meio sorrindo, o rosto avermelhado do prazer. Quero-a minha… Quero ficar inteiro dentro dela…

O desejo a faz se segurar nos meus ombros. Saio por um momento para entrar até o fundo do sexo dela… Grita alto e ouço um distante “o que foi isso?”… Ela sobe e desce junto comigo, leio nos seus olhos, ”por favor, não pare” e prontamente atendo. Sustento suas pernas paradas enquanto vou e volto loucamente…

Seus peitos balançando me enlouquecem. Como ela está molhada, caralho! Duvido que seu marido faça isto! Não aguento, vou gozar. Ela também…

O mundo desaparece. Só ouço nosso gozo pulsando no mesmo ritmo. Eu derramando meu prazer enquanto ela o suga para dentro de si… Rindo, suspirando, meio ofegantes… Escuto “já chamei o guarda, isto não é lugar de indecência”, indecência é viver uma vida pela metade!

Quando a desço, ela com um olhar safado, diz: – “Então, vai me agradecer de volta, ou não?”

Olho debochado e digo: – “Quem tem que agradecer é você. Iria perder uma foda fantástica por bobeira…”

Ela me dá uma tapa no ombro, e ri um “convencido!”. Termino de me compor e digo já de costas: – “Liga pro teu marido antes que ele te veja bagunçada do jeito que eu te deixei…”

Ela chama um – “Ei! É assim? Me come e vai embora?”

Volto na direção dela e – “Bem, já que tocou no assunto, ainda não me sinto totalmente recompensado…”

A cara de brava volta ao olhar quente do início e diz: “Hoje eu passeio no shopping com as minhas amigas… se tiver uma proposta melhor, liga para XXXX-XXXX antes das seis, tá?”

Vou rápido até ela, roubo um beijo rápido e enfim saio, dizendo – “Pode apostar que eu terei…”



Entro em casa, tranquilo, o cheiro do mato do parque junto com meu suor… Com o cheiro de sexo minha mulher está acostumada. Não me importo se ela sabe ou não, eu cuido bem, sou carinhoso, faço gozar gostoso, ela sabe que compensa…

- “Amor, a corrida foi boa?” diz ela se perfumando para começar o dia.

- “Sim, amor, suei o que eu precisava” – respondo fingindo que vou abraçá-la, enquanto ela ri e corre de mim.

Ela completa – “Mas tenho más notícias… mamãe chamou minhas tias para um chá no fim da tarde, e como ela não vai com a sua cara, acho que terei que deixar você à noite sozinho”.

- “Tudo bem, ela tem razão de ter raiva de mim, afinal, eu tirei VOCÊ dela…” respondo sorrindo.

- “Vai ficar em casa?” ela diz terminando de se vestir, enquanto disfarçadamente me olha me despir para o banho.

- “Não, vou aproveitar para ir para a academia. Já cuidei do fôlego, à noite cuido dos músculos.”

Não será exatamente o que farei da minha noite… Mas que será ainda melhor do que foi o meu dia, Ah, vai…

Autor: Diomedes T. Verro
Fonte: meusfetiches.com
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