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Tudo acontece em São Paulo

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Sempre que vou a Sampa me pergunto por que lá não se chama a terra da garoa. Raras as vezes q fui em São Paulo não estava chovendo ou garoando, e todas as vezes q isso aconteceu, coisas excelentes aconteceram… E dessa vez não foi diferente

Estava chegando no hotel, terminei de acomodar minhas malas e fui para o restaurante do próprio hotel.

Ao entrar no restaurante, não pude deixar de notar na bela moça q se sentava na mesa ao lado a minha.

Imagine uma daquelas lindas e graciosas dançarinas de ula-ula lá no Hawai e vive terá uma idéia, pele de cor morena mel, praticamente banhada pelo sol deixando um tom dourado extremamente raro, cabelos loiros acizentados, um sorriso enorme e gracioso que evidenciava a linda boca carnuda, um olhar fixo e penetrante com aqueles lindo olhos castanhos, me mostravam que ela também já tinha percebido que eu a olhava.
Sentei meio que estabanado na mesa ao lado dela, fiquei um pouco encabulado com a situação, afinal não queria que ela pensasse mal de mim ou qualquer coisa do tipo, mas foi quando terminei de pedir ao garçom o prato principal, ela mudou a cadeira de forma que ficasse de frente pra mim.

Aquilo parecia um convite.

Começamos a trocar olhares e sorrisos, estava claro que a distância precisava ser vencida.

Me levantei e me dirigindo a ela: – boa noite! Então, você poderia me ajudar? Estou de passagem na cidade e gostaria de um lugar bom para beber… Tem um para indicar?

Com um enorme sorriso, a resposta dela foi rápida e tímida:- Oi! – disse-me ela com um tom de timidez que chegava a ser bem sexy- então… Sou meio q nova na cidade também!- disse seguido de uma risada super descontraída – Mas aceitaria uma companhia para jantar.

Puxei a cadeira e sentei de frente a ela, fiz sinal para o garçom – por favor, uma cerveja e dois copos.
-dois copos?- me disse ela assim que o garçom saiu da mesa- espero que você não tente me embebedar!- disse sorrindo-fico meio alegrinha fácil!

Bebemos e conversamos bastante sobre nossas experiência que nós levaram até SP, pra variar, emprego era a coisa em comum de nós dois.
Ela de Pernambuco, eu de Minas, ela no ramo de estética, eu no ramo de informática… O papo ficava cada vez melhor e eu não conseguia deixar de reparar no seu decote, onde seios volumosos saiam daquele vestido preto.
Aliás, vestido ao qual valorizava ainda mais suas curvas. Seios devidamente adornados como um ramo de flores na parte de cima de um troféu de ouro, imponentes e volumosos, a parte de trás do vestido (que pude reparar quando ela foi ao toalete) fazia com que sua silhueta ficasse mais em evidência pois acompanhava a curva de sua cintura, bunda e pernas, todas em uma proporção conjunta, como as curvas da estrada de santos.

Depois de algum tempo conversando reparei que nossos olhares estavam mais intensos, seus olhos brilhavam quando eu estava falando e seus seios já não eram a coisa que mais me chamavam a atenção, mas sim aquela boca.

- Já que somos dois forasteiros nessa selva de pedra, que tal se a gente descobrisse umas coisas juntos? – disse isso segurando a mão dela que pairava sobre a mesa. – Fazemos um trato, você e eu em busca de algo bom na noite de São Paulo juntos! Anima?

Sua expressão mudou um pouco, recolhendo as mãos, ela me contou sobre um ex namorado (um perfeito de um babaca) e que desde de então não acredita mais boa homens. – Sabe, não que você seja ele- me disse ela se desculpando- mas é difícil me abrir pra outro homem após isso tudo que me aconteceu…
Pegando em sua mão e olhando para aqueles lindos olhos castanhos claros, não pude deixar de sentir sua dor e tristeza, mas meu coração falava mais alto e não ia deixar a noite terminar mal – não vou negar que os homens não prestam – disse com um sorriso irônico- mas nem todos são iguais- disse chegando mais próximo a ela- me deixa mostrar para você que certas coisas – coloco minha outra mão no rosto dela, encurtando ainda mais nossa distância- não são como parecem ser…

Então um beijo tímido começou ali, e logo virou um beijo grande e longo.

Assim q terminamos de nos beijar não pude deixar de reparar que ela estava numa mistura de timidez com felicidade. Suas bochechas ficaram levemente rosadas, dando um tom mais sexy ao seu rosto.

- Então – falei rápido antes que ela se sentisse constrangida – com um beijo gostoso igual esse seu, dificilmente eu iria querer ficar longe de você… – mal terminei de falar e dessa vez quem me pegou para beijar foi ela. – Não sou a única pessoa nessa mesa a beijar bem- disse ela mordiscando meus lábios e me beijando com mais intensidade.

Fiz menção para o garçom de nos trazer a conta pois ali não seria um local apropriado para continuar nesse toca de carícias. Pedi para colocar tudo na mesma conta, afinal um cavalheiro sempre paga a conta para a dama (o que na minha cabeça não é nada de errado com isso, apesar de que todas as mulheres acham isso um absurdo, sou do pensamento em que toda a cordialidade para com uma mulher que merece é válida.) com vários protestos e xingos (até Ameaças do tipo “se você pagar a conta não te beijo mais – o que eu respondia com um beijo e dizia : então me devolve esse beijo”) consegui em fim pagar a conta e sugeri um outro local para irmos.

Ficou combinado que íamos em um pub ali próximo ao hotel, só precisa a ir ao meu quarto pegar uma blusa de frio – vou rápido e já volto! Você me acompanha ou me espera aqui mesmo? – Assim q terminei a pergunta vi em seu rosto uma expressão do tipo “não é uma cilada pra me pegar no seu quarto não né?”, o que definitivamente não passava pela minha cabeça. Mas sua resposta foi mais surpreende possível – Já que estamos no mesmo andar, vou acompanhar você. Qualquer coisa corro para meu quarto! – e soltou um sorriso maroto que me fez beija-lá mais uma vez.

Entramos no elevador e mais uma vez me perdi em meio a suas curvas, por mais que eu tentasse não viajar nisso, era um imã natural todo aquele corpo. Não sei o por que mas parecia que ele me atraia, todo o meu corpo DESEJAVA estar bem próximo do corpo dela… Mais próximo do que se possa imaginar.

- Ainda quero saber o que que você olha pra mim e fica com essa cara de susto – disse ela quebrando o gelo e dando uns risinhos.
- Eu? Han… Assustado? – ok, eu estava MEGA embaraçado- é que não consigo parar de reparar na sua beleza – disse tentando ser o menos cafajeste possível.
- Acho que você está olhando por que não consegue tirar os olhos de outra coisa – disse ela levemente mexendo no decote.
- Não me entenda mal – disse fazendo uma força de mil nukes para não olhar para seus seios sendo ajeitados dentro do decote- mas te juro que é por que acho você muito bonita! Mas se te encomoda vou parar ok?

Devemos do elevador e fui a porta do meu quarto, que para minha surpresa ficava ao lado do dela.

- Vizinhos de quarto? – lá estava eu mudando de assunto – assim você não vai correr muito né! – falei sem pensar… Tentei fazer uma piada e corro o risco de estragar a noite…
- Pois é – disse ela com a mesma cara que saiu do elevador – achei q ia ter que fazer uma maratona! – e caiu na risada, para meu alívio.

Abri a porta do meu apê e fui correndo pegar a blusa, quando ia sair, reparei q ela estava sentada na mesa que ficava ao lado da cama.
- Me diz uma coisa- disse ela com um tom mais serio que me assustou- você está de olho no meu decote e não venha negar que não!
Aquilo era uma intimação para depoimento sem testemunha, ou seja, ela estava certa.
- vou te contar um segredo, e não sei pq, mas estou confiando em você. – me disse ela baixando um pouco o tom de seriedade – eu coloquei silicone recentemente… Você acha q está feio?

Se tem uma palavra que não se encaixava com aquela mulher era algo relacionado a feio. Ainda comedindo o que ia dizer, repensei umas duzentas vezes antes de falar – olha, se tem uma coisa que posso te afirmar é que feio não ficou DE MANEIRA NENHUMA! – não me contive e voltei a olhar para eles – ficaram bem graciosos em você, nem parece silicone!

- você gostaria de vê-los? – disse ela com uma frase que me atingiu como um soco.
- Claro que quero vê-los!

Ela se levantou e mostrou uma foto pra mim no seu celular, de como eles tinham ficado. Pra ela isso foi uma piada ( bem encaixada, diga-se de passagem) pra mim um momento de trista, afinal achei q iria vê-los ao vivo.

Mas realmente tinha ficado uma coisa espetacular. Podemos dizer que ficaram em uma proporção maior do que cabe na boca e na mão. Nada exagerado, na medida certa. Seus mamilos pareciam tímidos e diferente de todo o seu corpo, apresentava uma cor salmão, que deixava mais sexy ainda aquele conjunto de seios.

- Você não parece que gostou de ver eles – me disse ela quebrando minha viagem – Não está com uma cara muito feliz…

- Claro que gostei de ver! – disse sem pensar – só que achei que ia ver eles ao vivo! – comecei a rir de mim mesmo, por mais tosco que tenha saído, realmente não só queria ve-los ao vivo como mais se possível… – mas ficaram lindos demais! Combinam muito com você.

Sua expressão mudou de novo, achei que tinha falado algo errado quando ela começou a dizer em uma voz tímida. – E se eu te falar que nunca… Nunca estive de fato com um homem… – ela fitava meus olhos com uma expressão tímida e os olhos molhados- você vai me achar uma boba?
- Claro que não! – na minha cabeça aquilo era um achado, uma mulher linda virgem? – Acredito que tenha sido por opção que ainda você está assim, certo?
-Por decepção… – ela disse isso e se levantou – eu até já quase fui sabe? Mas as pessoas que eu escolhi para isso se mostraram péssimas pra isso… Não tinha clima sabe?
-Entendo. – não havia mais nada a se dizer, perder a virgindade para uma mulher é algo realmente importante para aquelas que não são meramente boçais, e isso eu acho bem bacana. – mas então, vamos sair? – disse com um sorriso pegando ela pela mão.
- Engraçado você dizer isso – me disse ela aperta do a mão mais forte- você foi o único que não quis insistir nessa conversa… Por que?
- Não acho que seja troféu pra alguém tirar a virgindade de alguém, é pessoal demais pra ficar sendo julgado como tabu. Respeito a posição de quem ainda não encontrou o momento ou o par pra compartilhar isso.

Um longo silêncio se instaurou depois do que eu disse.
Durante alguns segundos ponderei sobre o que eu disse e não achei nada que pudesse ter sido ofensivo ou qualquer coisa do tipo. Foi quando pensei em quebrar o gelo que tudo começou. Fui puxado de encontro aqueles lábios que me beijavam com uma ferocidade incrível, parecia que eu despertei uma fera a muito já adormecida.

Enquanto nos beijávamos ela me apertava com uma força incrível, cada vez mais pressionando nossos corpos um com o outro. Aquilo já estava me deixando “animado” de uma forma não muito imperceptível, até que ela vai a minha orelha – Seja gentil… Mas não pare…

Precisei de alguns micros-segundos para entender o que realmente estava sendo pedido naquele momento.

Com os corpos ainda juntos, comecei a mordiscar seu pescoço, enquanto minha mão puxava sua nuca de encontro a minha boca. Ela soltava leves suspiros que se misturavam com sua respiração que cada vez ficava mais ofegante.

Gentilmente puxando as alças do seu vestido para baixo, continuava a beijar seus ombros e voltei a sua boca, deixando as alças do vestido na altura do seu plexo solar, qualquer movimento mais brusco, faria cair o vestido. Ela percebendo que o vestido estava prestes a cair, começou a desabotoar minha blusa, quando estava no ultimo botão da minha camisa, ela levemente deixou uma parte do vestido cair de lado, ficando com a parte esquerda desnuda até a cintura. Ao mesmo tempo, minha blusa já estava totalmente fora do meu torso. Com um beijo apressado é um abraço apertado, podia perceber que ela estava em um misto de ansiedade, medo e vergonha.

Passei meus braços por seus ombros e deixei que ela conduzisse a situação. Não queria que ela se sentisse pressionada ou apressada, afinal, aquilo tudo era novo pra ela, aonde quer q isso fosse chegar, ela que escolheria até onde isso poderia ir.

Passando a mão por todo o meu tronco, pude perceber sua excitação ao tocar minha barriga e tórax, fazendo com que ela me beijasse com mais intensidade e vontade. Pressionando cada vez mais seus seios de encontro ao meu corpo, levemente abaixei meus braços em direção a suas costas, sem deixar de barça-lá. Descendo da sua boca a seu pescoço, ela começava a me dar um sinal de que dali pra baixo era um caminho a ser percorrido com cautela. Levemente beijando seu pescoço e descendo cada vez mais, ela não mostrava impedimento em meu avanço, foi quando comecei a beijar seu seio.

Com um grande gemido, ela se afastou um pouco com cara de assustada. Ainda confusa sem saber o por que daquele gemido, fui até ela: – tudo muito novo? – disse com um sorriso gentil a ela.
- É só… – ela procurava palavras para descrever o que acabará de sentir – estranho! – disse ela com um sorriso angelical no rosto – Sabe quando uma coisa é um misto de cócegas com….
-Prazer? – interrompi
-Isso! – Disse ela ainda surpresa – mas não precisa para… – disse ela me puxando pela mão e me abraçando. – você está sendo tão gentil comigo… Está me deixando tão a vontade… – terminou a frase com um beijo excelente (que quase me deixou sem ar).

Pegando ela pelo quadril, a coloquei em cima da mesa, fiquei entre suas pernas e continuava a beija-lá.
Quando voltei ao seus seios, ela levemente mordiscava o dedo indicador da sua mão direita, gemendo baixinho.


loirinha peituda


Chupava levemente seus mamilos que estavam duros e empinados, fazia menção de que ia chupa-los mais forte, mas ainda brincava com os mamilos, alternava entre um seio e outro sem pressa. Lambendo por debaixo dos seus mamilos pude perceber a cicatriz ainda recente da cirurgia do silicone, parecia que eu era o primeiro a explorar aquela maravilha da medicina moderna. Sugando levemente seus seios, ela gemia alto a cada sugada mais firme, arranhando minhas costas e cada vez mais ofegante, ela puxava minha nuca de encontro ao seus seios. Várias vezes pude sentir seu coração acelerado, ele batia tão forte que as vezes pensei que ele sairia pulando.

Empolgado com a situação, desci minha não até sua cintura, perseguido o mesmo caminho com minha boca, quanto mais próximo ao meio de suas pernas eu chegava, mais sua respiração aumentava. Sem nenhum sinal de bloqueio, comecei a puxar sua saia pra cima, de forma que minhas mãos conseguissem adentrar por debaixo da saia, em busca de um local determinado.

De repente tive uma idéia melhor.

Pegando ela no colo, a coloco sobre a cama delicadamente, nessa altura do campeonato, o vestido já não está mais preso em nenhuma parte do corpo dela, a não ser pelas pernas, coloco ela virada de frente pra mim e começo a beijar todo o seu corpo.

Começo pela boca, um beijo rápido e forte, desço pelo pescoço deixando uma mordida a cada beijo, passo próximo aos seios mas não os beijo, apenas sopro levemente seus mamilos, beijando a parte externa de cada um deles, desço pela lateral da sua bacia, ainda beijando, pego sua calcinha com o dente e dou uma leve puxava em minha direção, deixando ela em uma posição diagonal, puxo o que resta do vestido pra baixo e pronto.

Agora ela está completamente sem o vestido, apenas de calcinha.

Vendo qur havia mais roupa em mim, ela me puxa com as pernas, encaixadas na minha bacia, e delicadamente desabotoa minha calça, me deixando só de cueca. No momento em que isso aconte, não deixo de reparar em sua expressão que misturava susto, animação e espanto.

Assim que fico sem minha calça, preparo pego sua nuca com força e a beijo com voracidade, sem notar que durante esse beijo, seus seios vão de encontro a minha cueca, encaixando perfeitamente uma coisa a outra.

Depois de aproveitar esse momento, a deito na cama devagar, assim que seu tronco chega a cama, minha boca já está em suas pernas, ágil como um felino, coloco minhas mãos (uma em cada perna) a baixo de suas coxas e levemente as levanto, deixando suas pernas arqueadas em forma de “V”.

Com a boca em sua virilha, sinto seu corpo estremecer quando passo a língua entre a calcinha e sua pele. Com as mãos posicionadas entre sua calcinha e sua bacia, vou levemente abaixando a calcinha e mordiscando os espaços abertos pela falta de pano. Ouço leves gemidos e sua respiração aumenta a cada centímetro descoberto e beijado. Eis que não sobra mais pano que tampe sua parte mais preciosa e delicada.
Assim como a dona, sua bucetinha era delicada e linda. Com algumas partes indicando um crescimento de cabelo recente ( que indicava uma depilação recente), dava um aspecto mais jovial a situação. Seus lábios tinham uma cor de capuccino, e estavam tão quente e úmidos como um.

Com a língua em sua virilha, caminhava em direção aos seus lábios inferiores, lambendo todo o caminho.
Assim que cheguei nos lábios, ela com um grande gemido apenas enrijeceu seu corpo, colocando minha língua na ponta do seu clitoris. Fiquei por um tempo imóvel e ela parecia experimentar cada posição da ponta da minha língua em partes diferentes da sua vulva.
Sentindo seu corpo mais relaxado, pude lamber todos os seus lábios, clitoris e virilha, além de brincar com a profundidade em que eu colocava minha língua pra dentro dos seus lábios, o que a fazia gemer cada vez mais alto. Foi em uma dessas brincadeiras que ela me puxou com toda força para mais dentro do que eu podia pra dentro dela, me pressionou com força com as pernas e me puxando os cabelos, gemeu alto e depois do seu corpo todo estremecer e enrijecer, me soltou exausta, como se estivesse acabado de correr uma maratona.

Podia sentir todo o pulsar do seu corpo em meus lábios, sua respiração forte indicava um nível de excitação jamais alcançado por ela, sem dúvida, aquilo era novo para a mente dela.

Me levantado pude ver seu corpo todo suado, dando uma aspecto mais belo e “suculento” ao seu corpo. Com os cabelos jogados ao lado do rosto, respirando pela boca e com os olhos fechados, ela ainda assimilava o que acabará de acontecer.

- Se soubesse que era assim – disse ela abrindo os olhos – já teria procurado mais cedo. – me disse ela em tom de aprovação.

- Sinto-me feliz em saber que você gostou – disse eu a ela ainda com os lábios molhados.

Ela ajoelha na cama e me puxa em sua direção, com um beijo mais que molhado, sinto seu coração bater no meu peito, e sua mão de encontro ao meu pau. Ela coloca a mão no meu pau e não parece saber muito o que fazer, mas com convicção, tira minha cueca e começa a beijar minha barriga e virilha, assim como fiz com ela. Me indicando para sentar e relaxar, ela parece querer dominar a situação, o que pra mim não é nem um pouco ruim. Colocando sua boca levemente em minha glande, sinto sua respiração quente e molhada preencher toda a cabeça e depois todo o corpo do meu pau. Ainda sem saber o que fazer direito, ela chupava e se movia em movimentos circulares (talvez um filme ou alguém a deu essa idéia), o que fazia daquele boquete único e realmente prazeroso.

- Pra marinheira de primeira viagem estou indo bem? – disse ela a me olhar com uma cara bem deliciosa.

- Melhor impossível- disse eu pensando em quando foi a ultima vez que recebi um boquete tão delicioso assim.

Deitando novamente ela na cama, me posicionei da mesma forma que estava quando a chupei, só que agora eu estava com o tronco levantado, e logo iria testar até onde isso iria.

Sua cara era de total prazer e desimpedimento, como se quisesse que isso continuasse. O clima estava favorável, então por que não, me dizia seus olhos.

Comecei a brincar com a cabeça do meu pau em sua bucetinha… Do clitoris aos lábios e vive versa, o que deixava ela de novo com a respiração ofegante.
Me puxando para um beijo, quase que a penetração ocorreu, o que a fez gemer de susto.

Ela pega meu pau e coloca de novo em seus grelo, de forma que durante o beijo, ela controle o tanto que ele entra… Até q de repente, uma parte da glande entra, o que a faz gemer se dor. Seu corpo estremece mais uma vez e ela crava suas unhas em meus braços ( o que eu particularmente gosto ). Quando faço menção de tirar ( preocupado com a dor q ela estava sentindo), ela me puxa mais e mais para perto ( e dentro) dela, gemendo cada vez mais alto. Então estava feito.

Fiquei alguns segundos sem saber o que fazer, afinal ela que dominava a situação. Sua respiração começava a votar ao normal quando em meio a isso ela me solta um “não pare”.

Uma súplica, um pedido único e direto.

Então começo a fazer movimentos leves e de vagar, o que a faz gemer e se contorcer mais ainda. Fico em dúvida se ela está realmente gostando, mas com uma das mãos, ela pega na minha e entrelaça seus dedos nos meus, o que pra mim é mais que um sinal de que ela está não só gostando, como feliz pelo que está acontecendo.

Aumento minha velocidade de estocada de acordo com suas gemidas, quando ela começa a diminuir o ritmo da gemida, mais forte/rápido começo a estocar. Até que chego no ponto que a coisa se torna normal e continua.

Em meio a gemidos, posso ver em seus olhos pequenas lágrimas.

Ela me puxa para me beijar e não consigo me conter com aquele beijo, se continuar assim, logo irei gozar.

Ao avisa-lá que estava prestes gozar, seu pedido foi mais uma vês surpreendente, me puxando de forma que sua boca chegasse a minha orelha, ela fala em meio a leves gemidos: – goza em mim.. Deixa eu sentir como é… Estou ansiosa por isso…

Assim que sua frase termina, começo a gozar, o que faz com que ela gema mais alto e aperte com força minha mão.

Deito ao lado dela, ambos com o coração a mil e a respiração ofegante, de mãos dadas e sorriso no rosto, aquilo tinha sido ótimo não só pra mim, como pra ela também.

Autor: Gray Rolds Fox
Fonte: asbiritas.com.br
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