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Tomando muito gosto pelo sexo anal

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Sempre gostei de ler contos eróticos, mas esta é a primeira vez que me atrevo a ser escritora de um. Bem, na verdade, não se trata de um conto e sim do relato de experiências pessoais.

Os homens têm fixação por sexo anal. Isso é um fato. Tanto que os contos que recebem as maiores notas neste site têm como tema principal a foda de um cuzinho. Por outro lado, nós, mulheres, não temos essa mesma empolgação. Mas, de uns tempos para cá, a história tem sido diferente lá em casa e é isso que eu vou contar agora.

Sou casada com um homem delicioso: moreno, 1,86m, ombros largos, peito peludo e másculo, braços fortes (na medida exata para pegar uma mulher de jeito!), coxas grossas e um bumbum lindo. Enfim, tenho a sorte de dividir a cama com um marido excelente, um pai exemplar e que, de quebra, ainda é um belo exemplar de macho e um amante dedicado! E, considerando o fato dele ter 1,86m de altura, nem preciso dizer que ele é um brasileiro acima da média no quesito tamanho das extremidades”. Já eu sou a típica brasileira: morena, cabelos castanhos ondulados, baixinha (1,60m), cintura fina, quadril largo, um bundão digno de assovios quando ando na rua, peitos de tamanho médio para grande, redondinhos e firmes.

Geo, meu marido, foi o único homem a quem dei o meu cuzinho. Eu nunca fui muito fã dessa prática, mas às vezes topava fazer, para não desagradá-lo. Porém, por várias vezes, me recusei a dar a bundinha, já que aquilo era muito desconfortável e eu não sentia muito prazer. À noite, quando íamos fazer amor, eu rezava para que ele não pedisse meu cu, pois seria obrigada a negar e contrariar a sua vontade. Ele tentava facilitar as coisas com pomadas, vaselina, gel lubrificante, mas ainda assim eu sentia muita dor – afinal, a rola dele é imensa! Até que numa noite...

Eu tinha ido me deitar mais cedo, pois estava muito cansada. Ele ficou na sala, vendo tv. Já passava da meia noite quando Geo entrou no quarto. Tinha acabado de tomar banho, estava com um cheiro delicioso. Eu estava sonolenta, mas senti quando ele se deitou ao meu lado e enfiou a cabeça sob o edredom. A sensação seguinte foi muito gostosa: eu estava de bruços e ele começou a dar mordidinhas na minha bunda e a alisar meu corpo com as mãos grandes e quentes.

Eu me virei e ele beijava minha barriga, enquanto tirava minha camisola. Nesse instante percebi que ele já estava nu e com o caralho duro, que empurrava entre minhas coxas. Senti minha boceta ficar molhada quando ele arrancou meu sutiã, jogando-o no canto do quarto, e começou a chupar meus peitos com volúpia. Puta-que-o-pariu! Eu adoro quando ele me chupa desse jeito! Mama num peito, enquanto segura e acaricia o outro. Em seguida, Geo passou a alternar lambidas nos meus biquinhos já durinhos e beijos no meu pescoço.

Já estava molinha de tanto tesão e gemia como uma gata no cio toda vez que ele encostava aquela língua quente no meu corpo. Cheguei a sentir um arrepio na pele quando ele encostou a boca no meu ouvido e sussurrou que naquela noite queria o meu cuzinho, mas que seria diferente e eu iria adorar.

Puxou minha calcinha com força e abriu minhas pernas. Não quero no cu, eu disse manhosa. Minha xaninha já latejava, pedia rola. Come minha boceta, pedi. Geo veio por cima de mim, segurou meus cabelos pela nuca, com força e falou com um jeito que eu não sei explicar se cafajeste ou carinhoso, “confia em mim.

Meu marido me beijava gostoso, enfiava a língua fundo na minha boca, mordia, chupava meus lábios, sugava minha língua num vai-e-vem delicioso. Enquanto isso, enfiou a mão direita entre minhas pernas e brincava com minha vagina. Corria os dedos pelos pequenos e grandes lábios, alisava meu grelinho, metia o dedo na minha gruta lubrificada, melada de tanta vontade.

E assim, Geo enfiou um dedo molhado no meu próprio suco dentro do meu cuzinho apertado. Gostei. Gemi de tesão. Toda aquela ralação preliminar me deixou mais receptiva. Hum... e ele fazia uns movimentos tão gostosos. Mais beijos na boca, no pescoço, chupadinhas nos biquinhos dos meus seios... os dedos enfiados na minha bunda agora já eram dois. Não reclamei e ele continuou a movimentá-los.

Quando sentiu que eu já estava relaxada o suficiente, ele me virou de lado, de maneira que eu ficasse de costas para ele. Ficamos na posição de conchinha e Geo encostou a cabeça do pau no meu buraquinho. Era a primeira vez que tentávamos fazer anal daquele jeito, geralmente eu ficava de quatro. Meu marido empurrou um pouco a pica para dentro do meu cu e eu, numa reação natural, me afastei, mas ele me apertou junto ao corpo dele e disse de novo “confia em mim.

Ele me segurou pelo quadril com uma das mãos, me puxando de encontro ao pinto dele, que entrava de vagar. Foi aí que ele me propôs algo que achei bem estranho: “tenta empurrar meu pau para fora, faz força!”. Confiei. Obedeci. E foi mágico! Eu fazia força para expulsar o pau dele e, em seguida, relaxava o esfícnter. Nessa hora, ele colocava mais um centímetro de rola dentro de mim. Fazia força novamente, depois relaxava meu anelzinho e ele metia mais um pouco. Fizemos isso, até que eu senti que as bolas dele encostavam nas minhas nádegas. Nossa! Nunca tinha conseguido agüentar todo o caralho do meu marido na minha bundinha.

Ao sentir que estava inteiro dentro de mim, meu marido começou a bombar e, ao mesmo tempo, ele me acariciava. Uma mão movia meu quadril para frente e para trás e a outra percorria meu corpo, apertava meus peitos, puxava meu cabelo. Ele também beijava minha nuca e meu pescoço. Falava ao meu ouvido coisas românticas, que me amava, que eu era completa, que era a mulher da vida dele e depois me xingava, dizia que eu era uma puta, uma cachorra vadia, me mandava rebolar em cima do cacete dele.

As mãos dele me apalpando, as palavras ora doces ora agressivas sendo sussurradas na minha orelha, o perfume dele, a respiração, o cheiro de sexo que enchia o quarto, o jeito que ele metia gostoso no meu buraquinho, tudo aquilo me fazia experimentar um prazer até então inédito, eu estava tão excitada que chegava a ficar tonta, como que em transe. Depois disso, bastou que ele encostasse a mão na minha boceta – que nessa hora já escorria mel –para que eu tivesse o gozo mais incrível da minha vida! Eu gemia alto, gritava palavrões... que loucura!

Eu ainda estava com as pernas meio bambas, quando meu marido tirou o caralho do meu cuzinho bem devagar. Ele se deitou de barriga para cima, com o pau em riste e mandou que eu sentasse sobre ele. Com a ajuda das mãos, conduzi aquela pica maravilhosa novamente para dentro da minha bunda. Agora, por cima, eu tinha controle do entra-e-sai, da profundidade e da velocidade do pau dele em mim.

Ai, como era gostoso! Eu remexia meu quadril, rebolando em cima daquela trolha, enquanto meu macho dava tapas sonoros na minha bundinha ou tocava em meus seios. Meu cuzinho ardia, espalhando em mim ondas de prazer e dor.

Ali, sentada sobre meu marido, eu sentia meu clitóris roçar nos pêlos da virilha dele e aquilo me deixava excitada demais! Com a rola toda enfiada no meu cu, eu esfregava a xoxota no corpo dele.

Quando estava quase chegando ao ápice do prazer de novo, mandei ele chupar meus peitos, no que fui prontamente atendida. Ao sentir os braços dele apertando seu corpo junto ao meu, vê-lo me chupando, me lambendo, mamando com força nos meus biquinhos, gozei novamente e, dessa vez, gozamos juntos e pude sentir os jatos de líquido quente que saíam dele me inundando.

Desabei na cama sobre ele, exausta. Ele, também ofegante, me deu um beijo longo e carinhoso, me abraçou e dormimos ali, juntinhos, nus.

Dessa noite em diante, meu marido aprendeu direitinho que uma mulher precisa de uma sessão gostosa de sarro para “ficar no ponto” e, depois de umas boas preliminares, fazer sexo anal não é mais um martírio – é um prazer imenso!!
Agora ele nem precisa mais pedir com insistência, pois sou em quem, às vezes, o surpreendo pedindo, toda dengosa:
– Come meu cu com jeitinho, come!

Autor: Su.Delicia.Morena
Fonte: casadoscontos.com.br
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