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A tarde anunciava uma noite quente em temperatura. Eu já não aguentava estar em frente àquela tela trabalhando, perdendo líquido pelos poros e doido por uma gélida e refrescante cerveja. A concentração me falhava e a procrastinação insistia em receber meu foco total. Foi quando Ana apareceu no MSN. Como se já não fosse novidade, conheci Ana completamente bêbado. Pra falar a verdade, ela me conheceu assim. Eu mesmo mal me lembrava dela, mas mesmo me conhecendo dessa forma, acabamos saindo uma ou duas vezes.

Ana era uma mulher bem abençoada pela natureza, porém tida como fora dos padrões de beleza pelo seu rosto arredondado e formas avantajadas. Eu mesmo não concordava com o que um amigo meu que também a conheceu dizia: “Ela é gordinha, mas é gente boa”. A parte do "gente boa" era difícil não aceitar, mas o gordinha era impossível. Ana tinha no máximo 1,65 cm de altura, seios fartos e deliciosos, uma bunda simplesmente apetitosa, de lindos cabelos pretos encaracolados que batiam abaixo do meio das costas, mas ela insistia em deixá-los presos. Admito que desde o nosso primeiro encontro real, ela me excitou sem nem ao menos ter tocado meus lábios.

O nosso primeiro encontro real, já que o primeiro eu mal lembrava dela, foi marcado por cerveja, sinuca, beijos despretensiosos e encoxadas com segundas intenções camufladas em ajudas a tacadas. Era inevitável não viajar quando aquela boca macia encostava-se à minha. A imaginação voava ao toque de sua suave língua, e os abraços que a outros olhos aparentavam ser normais e que aos meus era uma oportunidade de sentir aquele corpo colado ao meu.

Naquela mesma noite acabamos trepando. Acho que o fato de eu tantas vezes roçar sua bunda com meu pau duro como aço acabou a convencendo de que o resto da noite poderia ser maravilhosa. Mal entramos no meu quarto, e os beijos quentes e sem trégua em minha boca ganhavam território, e do meu pescoço desciam pelo meu corpo até encontrar minha calça, que já apresentava um tamanho considerável dado à situação atual. Sem perder muito tempo e com uma destreza fenomenal, me abocanhou e começou um vai e vem delicioso com os lábios que me fez delirar. Quando conversamos depois daquela noite e comentei sobre o delicioso boquete que tinha me feito, ela se vangloriava e dizia que era o que ela sabia fazer de melhor. O problema é que ela sabia fazer tudo gostoso, não apenas chupar. Deixou-me louco em todas as posições. Conforme eu metia nela, sentia seu grelo massageando suavemente meu pau. Adorei ver aqueles seios saltando conforme eu a puxava no frango assado, ou conforme ela pulava no meu pau enquanto cavalgava. Eu dava tapas deliciosos naquela sua bunda suculenta, enquanto ela gemia de quatro pra mim, com aqueles lindos cabelos jogados de lado. No final daquela transa, dei-lhe um delicioso banho de porra nos seios enormes, deliciosos e de mamilos pontudos e duros. Depois de um breve descanso, acabamos tendo mais uma deliciosa foda no chuveiro.

Todas essas lembranças me tomavam a mente enquanto conversávamos sobre o que possivelmente poderíamos fazer naquela noite. Nossos caminhos estavam completamente separados, ela estava pensando em ir para um lugar, e eu outro, mas conforme o tempo passava e nossa conversa fluía, nossos destinos começaram a convergir, e no fim, combinamos de nos encontrar em qualquer barzinho para tomarmos uma e matar as saudades. Enquanto combinávamos, brinquei com ela dizendo para não colocar um certo vestido rosa que ela tinha. Ela, cínica, me perguntou o porquê, e eu, sincero como sempre, respondi na lata que ela ficava um verdadeiro tesão naquele vestido e que era bem capaz de não chegarmos a lugar algum se ela estivesse nele.

Depois de marcarmos lugar e horário decidimos desligar. Fui pro banho, e mesmo com a pica em riste depois de todas as lembranças me controlei para não me masturbar ali no chuveiro. Eu tentava tirar a visão daquela mulher deliciosa gozando com meu pau atolado até as bolas em sua buceta sentada ereta em cima de mim, apenas para sentir cada centímetro do meu membro cada vez mais fundo.

Menos de uma hora depois que tomei meu banho e me troquei estávamos nos encontrando. E para minha surpresa, lá estava ela, no vestido rosa colado exibindo toda sua monumental silhueta e de cabelos completamente soltos. Foi difícil esconder o estado da minha rola naquele momento.

A minha sorte foi usar uma calça larga, porém a cueca sofria para manter o elástico inteiro. A beijei no canto da boca, mesmo sabendo que a vontade dela também era a minha e pedi que escolhesse uma mesa, pois iria ao banheiro. Andei sem olhar para trás, enquanto ela pedia por uma mesa um pouco escondida dentro do barzinho. Depois de me olhar no espelho tentando me controlar, e ajeitando meu pau dentro da minha cueca de uma forma a qual não me incomodasse e nem causasse constrangimentos, retornei. Ela me chamou em um canto à meia luz. Eu mentalmente tentava calcular a probabilidade daquilo não terminar em algo extremamente proibido, e todas as minhas projeções apontavam para eu ter que procurar algum lugar para limpar meu gozo.

Pedimos por cervejas e fritas. Simplesmente detonamos aquelas iguarias lotadas de maionese e catchup. Pedimos também por algumas doses de bebidas quentes, e quando mal percebemos estávamos alegres. Alegres ao ponto da minha mão lhe acariciar as coxas sentindo a sua calcinha encostar levemente em meu dedo mindinho.

Ana ainda em transe com meus beijos que lhe perturbavam o pescoço e orelha, levantou-se e disse que precisava ir ao banheiro. Ao mesmo tempo me pediu que fechasse a conta, pois não poderia ficar mais tempo fora. Meio à contra gosto, aceitei a requisição e segui com o já conhecido ritual. Antes que ela pudesse voltar à conta já estava paga e eu estava próximo à saída. Ela ainda murmurou brava por eu não ter dividido a conta, mas pouco lhe dei atenção. No meio da rua, perto do bar, mas longe de olhares alheios, a joguei contra a parede e meus dedos encontraram sua calcinha, enquanto eu a beijava a boca vorazmente.

Ela retribuía minhas investidas com a língua contra sua boca como se quisesse se vingar do fato de eu tê-la deixado molhada. Depois de uns amassos extremamente avassaladores, Ana me puxou pela mão e me dizendo “Se controla menino!” me guiava à porta de sua casa, que era próxima do local onde estávamos.

Ana morava em um prédio que mais parecia uma república norte americana, apesar de morar ainda com os pais. No prédio não tinha elevador e nem porteiro. Era algo como “Se você tem a chave, entre”. Ficamos ainda um tempo ali na frente do prédio nos curtindo, até que ela me informou que deveria entrar. Eu como um solícito cavalheiro, me propus a acompanhá-la. Ela ainda tentou forjar uma leve resistência, mas não teve como, no final estávamos eu e ela nos beijando ardentemente no hall do prédio.

As coisas aqueciam de formas cada vez mais drásticas à medida que nossas mãos ganhavam liberdade naquele cubículo ao qual liberdade era uma palavra improferível, como também uma ideia inconcebível. Tanto as coisas realmente eram complicadas que, em um momento ao qual meus dedos dedilhavam sua calcinha, escutamos o barulho de uma chave na enorme porta de vidro em relevos aleatórios nos alertando para um comportamento no mínimo aceitável naqueles limites tão curtos. Eu ainda tentei por um momento desistir da ideia de possuí-la ali, outra pessoa poderia aparecer, mas meu tesão falou muito mais alto e enquanto eu lhe atacava beijando-lhe o pescoço e afastando sua calcinha com os dedos de uma mão para enfiar os dedos da outra, ainda arranjava um jeito de fazê-la sentir minha rola endurecida. Até hoje não sei se foi a sensação de perigo ou suas carícias pra lá de deliciosas que me fizeram abrir a calça ali mesmo e liberar meu pau que lhe pressionava o grelo mesmo por cima da calcinha.

A loucura naquele momento nos tomava. Eu podia sentir o meu pau pulsar de uma forma inédita até então. Ana gemia enquanto me abraçava me acariciando as costas, enquanto eu como um animal buscava toda parte de seu corpo sem a proteção de um tecido para beijar, morder, lamber. Estávamos realmente loucos de tesão naquele momento, perdidos em nossos pensamentos libidinosos.

Num dado momento Ana me afastou. Pensei que ela quisesse dar um fim àquilo, mas sem olhar para a minha cara levantou parte do vestido e se despiu da sua calcinha. Entendi prontamente o recado, e a jogando novamente contra a parede me ajeitei como pude e encaixei meu pau na entrada inundada de sua buceta enquanto lhe mordia o pescoço. O tesão naquele momento foi às alturas. Impossível se sentir indiferente à situação a qual estávamos. Eu queria senti-la inteira. A abraçava e beijava, enquanto meu pau tentava às duras penas por conta da posição ganhar mais território. Ainda tentei levantando uma de suas pernas para continuar aquele vai e vem, mas menos da metade dos meus vinte centímetros conseguiam penetrar àquela gruta deliciosa. Mesmo desconfortáveis a situação nos era deliciosa.

Ana sabia como tornar qualquer possibilidade prazerosa. Rebolava em pé na minha rola enquanto me puxava para lamber minha boca toda. Eu já nem mais me preocupava com quem poderia aparecer ou o que nos poderia ocorrer. Apenas queria sentir aquela pequena gozar na minha rola. Foi quando por um momento ela se desvencilhou dos meus braços. Pensei por um momento que ela tinha voltado a si e quisesse parar a brincadeira ali, mas me surpreendendo, me puxou pela mão e me levou a um canto perto da escada. Naquele momento minha noção sumiu. A puxando pelos cabelos a fiz ajoelhar na minha frente, e ela entendendo o recado me lambeu das bolas até a cabeça do meu pau. Depois disso me chupou com força, como se quisesse tirar meu sangue por sucção. Meu delírio só foi cortado depois que ela se levantou, e virando de costas para mim me ofereceu a buceta para comer ali. Levantei seu vestido a ponto que eu tivesse total visão da sua maravilhosa bunda à meia luz e meti minha rola até as bolas. Contínhamos nossos gemidos à duras penas. Nossos corpos se encontravam com vontade, mesmo que delicadamente sua bunda encostasse ao meu corpo. Eu podia ver meu pau brilhando cada vez que a bunda de Ana se afastava de mim. Visão essa que ainda permeia minhas lembranças. Ana apoiada com uma mão na parede e outra em seu joelho se jogava para traz na vontade de me engolir inteiro, delirando a cada estocada. Volta e meia rebolava, o que me fazia minha rola a penetrar ainda mais intensamente nos fazendo perder totalmente o controle.

O suor já escorria na minha testa quando meu pau começou a dar sinais que não resistiria muito e iria culminar em uma enorme esporrada. Continuei ainda estocando ao extremo, quase sangrando os lábios de tanto mordê-los. Minhas mãos a apertaram a cintura com força e nossos gemidos escapuliam um pouco mais alto. Quando não mais suportei segurar o inevitável, rapidamente tirei minha rola toda de sua buceta, e ela mostrando uma pro atividade tremenda, segurou firme minha rola, e segurando a calcinha dela próximo à cabeça inchada do meu pau, me masturbou rapidamente. Ela tinha um jeito todo especial de segurar meu pau. De mão delicada me acariciava buscando com que minha porra jorrasse da forma mais deliciosa possível. Não demorou em que finalmente eu chegasse ao ápice. Meus jatos encharcavam ainda mais sua calcinha, que já tinha sido afogada com o mel de Ana. Quando acabei, minhas pernas bambearam me fazendo quase perder o equilíbrio, mas logo depois me veio o choque de realidade, e comecei a guardar meu cacete dentro da calça, mesmo que ainda estivesse extremamente duro. Ana cuidava de esconder sua calcinha de uma forma a qual seus pais não pudessem ver, e que não sujasse o resto das coisas. Aos beijos, riamos do que tínhamos acabado de fazer enquanto acabávamos de nos arrumar. Depois que nossas respirações e batimentos cardíacos voltaram ao normal, pudemos nos despedir de forma descente, caminhei de costas até a enorme porta, enquanto Ana subia as escadas. Mais uma vez pude conferir aquela bunda deliciosa, agora sem a marca da calcinha. Sai pela porta depois que perdi total contato visual. Fui para casa com um belo sorriso estampado no rosto, e chegando ao meu lar, quando tirei minha roupa para tomar banho, o aroma de sua buceta ainda estava presente em meu corpo, o que me fez me masturbar ainda mais uma vez, gozando novamente motivado por lembranças deliciosas ainda frescas em minha mente.

Autor: Dyas / Site: tifudyas.com / MSN: tifudyas@tifudyas.com
Fonte: casadoscontos.com.br
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