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Quebrando preconceitos (gordinhas)

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Em minha vida inteira, nunca cheguei nem perto de uma gordinha, não sei se por falta de oportunidade e ou circunstâncias pois meu tipo de mulher ideal quanto, a aparência, esta mais pra mulher magra. Até em se tratando de carne de vaca, nunca gostei de gordura, nos churrascos, quando tinha picanha, eu tirava toda a capa de gordura.

Na verdade, o que é certo e que sempre tive preconceito, não vou negar.

Mas após ler um conto erótico escrito por uma, dita, gordinha e postado em um site chamado “Casa dos Contos” e de outro também, cujo personagem feminino era gordinha, acho que mudei, fiquei fissurado pra provar algo mais generoso em termos de carne, fartura.

É engraçado que a gente lê algo, bem escrito e assimila a mensagem, às vezes, ela vai direto ao inconsciente, e creio ter acontecido algo assim comigo, pois passei uma semana inteira pensando em provar uma gostosa gordinha, creio que isso virou até obsessão.

Procurava na net imagens de gordinhas nuas e vinha à tara, eu acabava batendo uma bela punheta, acho que isso foi ficando meio compulsivo, até que certo dia acordei com a determinação de saciar o meu desejo, já sai de casa determinado, com isso na cabeça, nas duas cabeças.

Dizem que na vida a gente tem de provar de tudo.

Depois da rotina de todo dia, antes de voltar pra casa, passei em um shopping center, no centro da cidade, e fui a praça de alimentação, o estomago roncada, peguei comida chinesa e fui degustar em uma mesa sozinho.

Como o inconsciente tem poder que a gente desconhece, à minha frente, sentada em outra mesa, com um big alguma coisa na mão, um copão de milk shake e batatas fritas na bandeja, havia um rosto redondo e sorridente, de cabelos castanhos lisos, com uma mecha caída por sobre um olho e covinhas nas bochechas.

Processando a imagem que meus olhos viam, aconteceu de meu inconsciente passar a comandar as minhas ações. Fique encarando firmemente aquela mulher lanchar, até esqueci de meu prato chinês. Ela ainda não tinha percebido, estava entretida, mas de repente parou e como quem acorda de repente, nossos olhares se cruzaram e a magia se fez, ela sorriu tímida e baixou os olhos, ai tive a certeza que sou sortudo, pois sabia que finalmente iria comer uma gordinha, continuei a lançar o meu olhar, ela retribuía me olhando pelos cantos dos olhos, tímida, tentando se esconder atrás do sanduiche, e de sua mecha de cabelo, e eu ali, com meu olhar em cima, marcando firme, dei um sorriso e ela retribui-o.

A certa altura, ela também não parava mais de me olhar, quando acabou de comer a ultima migalha se levantou e pegou, ao seu lado, uma dúzia de sacolas com certa dificuldade, imediatamente me levantei e fui oferecer ajuda: - DEIXA QUE EU TE AJUDO! Peguei as sacolas de sua mão esquerda e ela agradeceu sorrindo sem resistências, vi que não usava aliança.

Sem falsas modéstia, mas sou atraente, sempre ouço isso, tenho 1,83 de altura, olhos claros, cabelos grisalhos, porte elegante.

- Preciso deixar isso no carro...! ela falou, levantando as sacolas.

- Eu levo com você! eu disse.

Saímos andando rumo aos elevadores, ela ia na frente e eu propositadamente um pouco atrás, só observando.

Ela vestia o manequim, creio eu, nº 48, cerca de 1,68 de pura gostosura, pele bem branquinha, bunda farta e pernas grossas e torneadas por baixo de um vestido curto de malha estampada de vermelho, cintura marcada por um cinto largo e sandálias com salto altíssimo que a faziam ficar da minha altura, deveria ter uns vinte e oito anos. Ela andava com graciosidade, rebolando naturalmente aquela generosidade toda, fiquei mais encantado ainda e com um passo maior me botei ao seu lado. Quando chegamos aos elevadores, ela estava sorrindo e me olhou de banda, pelo rabo do olho, por traz da mecha de cabelo liso que caia em seu rosto.

Perguntei em que nível ela havia deixado o carro, respondeu que no segundo, suas covinhas de sorriso eram lindas.

O elevador chegou, deixei ela entrar e entrei em seguida, apertei no botão do segundo piso e a porta se fechou. Além de nós, havia uma senhora com o netinho, que desceu logo no piso inferior, ficamos somente nos dois, ela segurava as sacolas e o ticket do estacionamento na mão direita, junto com as chaves de um fiat, não parava de sorrir, acendendo tudo a sua volta, inclusive eu, ela me olhava e eu também sorria, enfeitiçado pelos seus encantos, tenho certeza que isso não passou despercebido por ela, que falou:

- Me chamo Valéria, e você?

- Valéria bela, meu nome é Henrique!

- Bela???

- Não, belíssima!

- Henrique, você esta brincando comigo!

- Não Valéria, estou encantado!

- Nunca pensei que tivesse esse poder de encantar um homem como você!

- Você não sabe o poder que tem e sou apenas um homem como tantos outros!

- Háaa, não é não!!!

Ela alargou ainda mais o sorriso, chagamos ao 2º piso e a porta se abriu, ela saiu e eu a segui, parou no quiosque, se abaixou para largar as sacolas, abriu a bolsa e pagou o estacionamento, depois fomos até onde ela estacionou um Fiat Palio vermelho. Abriu o bagageiro com um toque no controle e guardou as sacolas, se virou para mim e perguntou se eu estava de carro, falei que não tinha mais carro e que só andava a pé ou de taxi, - Então vem comigo...! entramos no carro e saímos do shopping.

Ela perguntou aonde eu gostaria de ficar, e respondi que ficaria feliz de continuar ao lado dela, ela soltou uma gargalhada e disse:

- Tá vendo que você não é como os “outros tantos” que você falou! – Você sabe o que quer!

- Eu sempre soube o que quero, principalmente quando quero muito, como agora!

- E o que você tanto quer agora???

- Tomar um drink com você e te conhecer melhor! – Seria possível?

Ela refletiu um pouco e sorrindo disse:

- É possível sim, já que você foi delicado comigo, me ajudando, então podemos ir até a Doca e sentar em um barzinho.

- Ótimo!

- Você sempre consegue tudo fácil assim?

Eu disse: - Claro que não, só quando papai do céu me ajuda..!

Ela gargalhou é falou que eu era muito espirituoso, e eu falei que não era bem isso, era que eu estava enfeitiçado.

- Puxa, eu tenho esse poder também?

- Já falei que sim!

- Vivendo e se descobrindo, puxa tô surpreendida comigo mesma!

- E eu comigo, a mais de uma semana! – CUIDADO!!!

Um carro saiu bruscamente do meio fio e quase que ela bate, assuntando-se desviou buzinando.

- Essa cidade tem cada maluco!!!

- E verdade..! eu falei.

De repente ela teve uma crise de riso, parou o carro, entrando no meio fio... Eu ria também sem saber do que, só porque ela estava rindo, quando pude falar perguntei:

– O que foi..?

E ela falou: - Naum sei...!

- Você é sempre assim Valéria...?

- Como..?

- Sorridente...!

Ela responde que não, só de vez em quando. Seguimos viajem e logo chegamos a região dos barzinhos. Fomos devagar, procurando um aconchegante e que tivesse lugar disponível na calçada. Paramos, eu desci e fui abrir a porta para ela que exclamou:

- Huauu , que cavalheiro!

Sentamos e pedimos chopp, e eu olhando-a , dizem que os gordos são mais felizes, bem acho que isso procede, pois ela ri à toa, seus olhos são luminosos, como pude passar tanto tempo sem reparar nessas mulheres fofinhas, eu estava super excitado.

Não sei o que é melhor, se todo esse processo de conquista ou o ato em si, é difícil responder, mas acho que nunca antes vibrei tanto por estar ganhando uma mulher, talvez eu quebre a cara, e tudo não de em nada, talvez eu volte pra casa sem ter tido o prazer de desfrutar de sua companhia intimamente, não sei... por enquanto tudo é apenas “talvez”...

- Henrique, você é casado...?

A pergunta dela me fez por os pés no chão novamente.

- Não, sou divorciado, tenho três filhos, já crescidos, e moro sozinho!

- E você Valéria, é...?

- Pareço uma mulher casada...?

- Talvez...!

- Sou solteira, mas tenho um filho, fruto da adolescência aventuresca, que mora comigo, ele tem oito anos.

- Creio que a plenitude só vem depois de se viver a experiência de ter filhos! - falei.

- Apesar de amá-lo muito, foi muito difícil criá-lo sozinha...!

- Você é uma mulher muito atraente e bonita, não acredito que você está sozinha!

Sozinha, não, pois agora tenho uma tia que está morando comigo e me ajuda a cuidar de meu filho, quanto a homem, terminei um noivado há pouco tempo, descobri que ele era um cafajeste que me passava pra traz de todas as formas possíveis, inclusive financeiramente.

- E você , não tem namorada...?

- Não, ninguém a quem possa chamar de minha namorada. Você quer me namorar?

Falei sorrindo e peguei em sua mão.

- Você sempre foi direto assim Henrique...?

- Não sei como ser de outro jeito, quando quero, quero é pronto, nem sempre consigo o que desejo, mas fico tranquilo por tentar.

- Você me deseja...?

- Desde que te vi, com aquele sandubão na mão...! estiquei o braço e afastei a mecha de cabelo que caiu em seus olhos, aproveitei e acariciei delicadamente o seu rosto.

- Alguma mulher já se negou a você, Henrique...?

- Muitas, espero que você não engrosse esse caldo, eu iria ficar muito triste... Sniff, esfreguei os olhos fingindo chorar, brincando...!

Ela riu muito e falou que eu era bem divertido.

- Você é que tem o riso frouxo, Valéria, nunca se urinou nas calças...?

- Hahahaaaaaaaa, isso tá escrito em minha testa? hahahahaaaaa

- Deixa eu ver direito, huuumm, acho que está, kakakaaaaaa!.

Bebemos mais alguns chopps, e depois de muitos Hahahaaas e Kakakaaaas fomos para o meu apartamento, chegando, ela estacionou o carro na garagem e subimos já nos pegando, bulinando, cheios de tesão, eu estava estranhando abraçar uma mulher grande, mas adorando a novidade, ela era cheirosa e eu estava quase louco de desejos, não via a hora de provar do seu sexo, de vê-la nua nos meus braços, de beijar seu corpo por inteiro.

Chegamos, abri a porta e acendi a luz e a puxei para entrar, dizendo:

- Seja bem vinda, minha coisa linda...!

Sentei ela em uma banqueta alta e me abriguei no meio de suas pernas, ela chutou as sandálias e me acolheu, me envolvendo com suas belas coxas, abracei-a pela cintura e trocamos um beijo destes de cinema, meu pau estava latejando, e doendo de tesão. Ela me afastou um pouquinho e perguntou se poderia tomar um banho. – NÃO AGORA...! e abracei novamente, ela retrucou dizendo que estava com aquela roupa desde de que saiu de casa de manhã, falei: - É assim que que gosto, bem temperada e melada...! e a puxei pro quarto sem dar-lhe chance de falar qualquer outra coisa, a empurrei pra cama, tirei minha camisa, os sapatos e a calça, enquanto ela puxava o vestido pela cabeça, sentada por cima das pernas, que pernões lindos, roliços e apetitosos, ficou só de calcinha e sutiã vermelhos, que também foi tirado, enquanto eu a abraçava e beijava.

Seus seios livres, tocaram em meu peito e eu estremeci e me arrepiei todo com o contato macio de suas carnes, me afastei um pouco para admira-la, gostei de seus seios, médios, de auréolas grandes e biquinhos durinhos, gostei do que vi. A fiz deitar-se na cama e me pus de joelhos para admirá-la melhor, era grande, mas toda proporcional, sua cintura era bem delineada junto aos quadris largos e extremamente sensual, aquela calcinha vermelha, desenhava bem sua virilha, ela suspirava de tesão e eu também.

De modo meio afoito me atirei no meio de suas pernas e fui afastando a calcinha, enquanto ela se arreganhava para mim, afastei pro lado o tecido e expus aquela buceta depilada toda melada, cai de boca cheirando seu sexo e enfiando a língua, delicia de paladar, cheirosa, e gostosa de chupar, toda melada daquele jeito, pousei minhas mãos e afastei sua vulva carnuda e generosa, procurando seu botãozinho, ali estava ele, pequeno mas durinho e bem vivo, chupei-o demoradamente com gosto, enquanto com o dedo explorava sua vagina, úmida e quente, ela vibrava e gemia baixinho me acarinhando a cabeça, fiquei ali, nessa safadeza até sentir ela se contrair, anunciando que estava quase gozando, dei um grande chupão no seu buraquinho pra sorver seus fluidos abundantes e voltei ao pinguelinho, chupando e lambendo, circundando pelos ladinhos e beijando com muito barulho, ela falou arfando que iria gozar, eu disse: - Goze, gostosura, que vou beber tudo o que sair dessa xana gostosa...!. Ela começou a bater com as mãos no colchão freneticamente, dizendo que adorava aquilo, que estava gozando gostoso, que era para eu ficar chupando a sua buceta, muito, muito, muito mesmo que ela amava ser chupada com muito tesão, enquanto eu mamava seu caldinho de mulher. PORRA, AMO ISSO...! ADORO CHUPAR UMA BUCETA GOSTOSA COMO ESSA MULHER!!!

Meu pau implorava para que eu a penetra-se, para se abrigar na escuridão molhada, quente e macia daquela buceta, não me fiz de rogado e atendi prontamente a sua ânsia, mergulhando-o fundo no interior daquele buraco acolhedor, etá franguinho assado gostoso, fique pondo e tirando até ela me empurrar para o lado e se por montada em mim, reconduzindo o menino ao seu abrigo para ficar mastigando lá dentro, subindo e descendo, acochando e me fazendo delirar com um olhar languido e safado.

Mulher gostosa tem que ter muito de safada, algo de saber enlouquecer um homem.

Enquanto trepa, tem que mostrar que sabe, que domina, me senti subjugado por aquele mulherão lindo me fudendo, e se vazando toda em mim, minha virilha e barriga, estava tudo lambuzado de seus viscosos fluidos, senhora de sí mesma a me cavalgar, a brincar com meu pau na sua xana gulosa e melada.

Ela, então, estava gozando selvagemente comigo, não deu pra segurar por mais tempo e gozei alucinadamente no bucetão gostoso daquela gorda safada e linda...

Dormimos agarradinhos e de madrugada acordei só para ficar admirando aquele mulherão nu em minha cama, que beleza! – me deitei com o nariz o mais próximo possível de sua bunda, tendo o cuidado de não acorda-la, para ficar sentido aquele cheirinho gostoso de fêmea até dormir novamente.

Matei meu desejo, e agora sei o quanto uma gorda pode ser gostosa, HUHUUUUUU.

Autor: Abdusido
Fonte: casadoscontos.com.br
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