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Virgindade

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O garoto era virgem, mas eu que acabei assustada

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Como choveu muito na primavera, quase não fizemos manutenção na nossa piscina. O verão chegando, a água turva e esverdeada, tomada pelas algas. E o folgado do meu marido, sempre prometendo e adiando as providências.

Minhas filhas adolescentes resolveram então dar um jeito, convidando alguns coleguinhas para ajudar na tarefa. E acabou sobrando para mim, que tive de comandar a limpeza, manipulando as bombas, colocando anti algas, cloro, corretor de PH e outros produtos para clarificar e decantar resíduos.

Aos jovens coube só a limpeza das bordas e aspirar o fundo. Como tem um intervalo de tempo entre cada etapa, o trabalho acabou consumindo dois dias, até a água ficar cristalina e em condições de uso. Quem tem piscina em casa sabe, que entre a felicidade de construir uma e o prazer de desfrutá-la, há um processo trabalhoso em mantê-la.

Na turma, um rapaz chamou minha atenção. Não foi pelo fisico, já que era baixo, meio gordinho e nem ao menos bonito. Foi por ser muito prestativo e bem humorado. Sempre rindo, fazendo piadas e colaborando bastante, se oferecendo para as tarefas mais pesadas. Dos poucos que consegui gravar o nome, um foi o dele, Rafael, chamado por todos de Rafinha.

Rafinha era primo de uma das coleguinhas das minhas filhas. Morava na capital e estava passando as férias na casa dos tios. Por ser bem expansivo, logo se enturmou, apesar de alguns anos mais velho do que os outros. Era sempre o ultimo a ir embora, me ajudando até a podar as árvores que insistiam em despejar folhas na piscina.

E como estavam de férias, a piscina ficava lotada todos os dias. Como dona da casa, eu servia salgados e refrigerante. Quando assava carne, sempre tinha a ajuda do solícito Rafinha. Enquanto os outros não estavam nem aí, se refrescando na água, ele ficava plantado na frente da churrasqueira. Sem darmos conta, a aproximação e cumplicidade acabou acontecendo de forma natural.

Em casa, minhas filhas, em idade dos primeiros namoricos, comentando que fulano era um gatinho, a outra discordando, dizendo que cicrano era o máximo e outras observações típicas da idade. Num impulso, interrompi perguntando:

- E o Rafinha?

Elas riram e ¨Vi¨, a mais nova disse:

- Ih, mãe, o Rafa? Ele é fofinho, mas, muito bobão. A Silvia contou que ele não pega ninguém. Ele vive fazendo piada dele mesmo. Até a Camila, feia como ela só, saiu fora e disse que nunca rolaria nada com ele.

¨Va¨, a mais velha, sem conter o riso, com a mão na boca, soltou:

- E a prima dele contou que ele tem... (risos)...tem o troço enorme... (e mais risos).

¨Crianças¨, pensei. Também fui igual naquela idade. Só me impressionava com rapazes que fossem altos, fortes e bem sucedido nos esportes. Tudo que via era aparência, a auto-confiança. Ter o mais desejado era apenas uma forma de se exibir. De mostrar que era a mais poderosa da turma.

Se para elas, o fato do menino ser bem dotado era motivo de risos, para mim, foi algo que aguçou a curiosidade pelo Rafinha. E passei a reparar melhor nele, tentando avaliar, sem obter sucesso, já que o garoto sempre usava uma bermuda larga de tactel.

Plena segunda-feira, calor de arrebentar. Este verão de 2014 foi um dos mais quentes que eu me lembro. Na piscina minhas filhas e amiguinhos.

Fiz algo que normalmente não faço. Para manter a pele lisa e alva, só entro na piscina à noite, com meu marido.

Resolvi tomar um pouco de sol. Peguei um biquini preto de couro artificial, tão cavado que nunca tive coragem de usar em público. Deitei a cadeira espreguiçadeira, um pouco longe, ao lado de uma floreira. Estendi a toalha, sentei e comecei a passar o bronzeador. Logo, as minhas meninas me chamaram para entrar, dizendo que a água estava uma delícia.

Rafinha estava sentado na parte mais rasa, um pouco isolado. Desde que cheguei ali, notei seus olhares furtivos e cobiçosos. Afinal, apesar dos meus 38 anos, duas gravidez, 1,67m. de altura e 59 kg., cabelos loiros, estou com tudo em cima, graças ao pilates. Me aproximei da borda, coloquei os pés na parte rasa e me molhei, tomando um ¨banho de gato¨. Esfregava a água por todo o corpo, de maneira sensual, observando a reação do garoto.

coroa gostosa praiaSua bermuda molhada, estava colada no corpo, porém, por não estar em ereção, impedia que calculasse o tamanho da sua ¨ferramenta¨. Rss. Resolvi ousar mais:

- Rafael, você pode passar o bronzeador nas minhas costas?

Mais do que depressa, o menino levantou prontificando, enquando dizia ¨- É claro que posso!¨. Fui caminhando em sua frente, requebrando de forma disfarçada. Sabia que o menino me acompanhava com o olhar fixo na minha bunda empinada.

Dei o bronzeador para ele e deitei de bruços na espreguiçadeira, colocando a cabeça sobre os braços cruzados. Ele começou a espalhar o protetor solar, me tocando de forma tímida e respeitosa. Começou pelos ombros e foi descendo. As tiras do bustiê atrapalhava no meio das costas. Cheia de más intenções, falei:

- Pode soltar aí atrás pra mim? Dá uma desatada no nó, assim não atrapalha...

Rafinha demorou para desamarrar a parte de cima do biquini. Suas mãos deviam estar trêmulas. Ao soltar as alças, as duas pontas cairam e meus seios ficaram livres. De onde estávamos, quem estava na piscina não conseguia me ver. Mesmo assim, era preocupante e também, muito excitante. Senti a boca de baixo umedecer.

O rapaz continuava a untar o bronzeador, tendo chegado no ¨V¨ da parte de baixo do biquini. Evitou o começo do meu reguinho, que deveria estar aparecendo. Foi para as coxas, pulando as saliências das nádegas. Sei o impacto que meu bumbum, empinado e provocante causa nos homens. Ergui os montes redondos e protestei:

- Rafael, precisa passar direito em tudo, senão vai ficar marcas.

Sua mão chegou vacilante na parte inferior bunda. E eu comandando:

- Isso, aí...mais em cima... isso. Esfrega bem... Assim...
Soltei um dos braços e como se fosse ajudar, coloquei a mão para trás, peguei na dele e fiz passear pelos montes. Ao trazer de volta a mão, de forma ¨acidental¨, esbarrei de leve em seu ventre e pude sentir que seu pênis estava rijo. Coloquei a outra mão para segurar a parte de cima do biquini que estava solta e virei de frente. Sabia que o pedacinho de pano não cobriria e por alguns instantes, ele pode apreciar um dos meus seios.

Com as duas mãos segurando os porta-seios, dei as costas a ele e pedi para refazer o laço. Deitei na espreguiçadeira e pude observar melhor. O garoto tentava disfarçar seu estado de ereção. Ele parecia ter um aparelho de bom tamanho.

Mas, não me pareceu à primeira vista algo excepcional. Imaginei que a prima dele, inexperiente, ao espiar o primeiro pinto ao vivo, tenha achado enorme. Rafinha colocou o bronzeador na mesinha e enquanto eu agradecia, correu até a piscina e pulou na água.

À noite, contei ao Carlos, meu marido, toda a história. Ele já tinha percebido o rapaz sempre me rodeando, até achou graça, porém, recomendou que parasse por ali. E eu provocando:

- Ficou com cíumes, amor?

- Não, Val. É que o guri é amigo da ¨Va¨ e ¨Vi¨, né? Não pega bem, tá?
Ele não deixava de ter razão, porém, nas outras vezes, não fui eu quem tomou a iniciativa. Agora que eu me divertia de forma excitante, estava proibida de continuar. A contragosto, concordei ironizando:

- Tá bom, você não pede... manda!

Nos dias que se seguiram, agi como uma mulher casada, madura e mãe de duas adolescentes. Rafael sempre atento em mim, correndo para ajudar, mesmo nas pequenas coisas. No final de semana, meu marido ficou conosco e Rafinha sempre ao meu lado. Carlos, por sua vez, estava de olho no menino. Cada vez que o garoto se aproximava de mim, ele me olhava com aquele sorriso zombeteiro.

Sua atitude me irritava e ele sabia disso. Resolvi entrar no jogo. Fui para o closet, fiquei totalmente nua e só coloquei por cima um vestido leve e curto. Calcei uma sandália baixa. Com a desculpa de que precisava comprar mais bebidas, peguei as chaves do carro e na piscina, chamei Rafinha para me ajudar. Ele se enxugou na toalha e de bermuda molhada mesmo, foi comigo.

Apesar de ter uma panificadora perto de casa, de propósito, fiquei rodando à procura de um supermercado aberto. E bem longe, achei um mercadinho funcionando em pleno domingo. Fiz as compras e voltamos. Ao chegar, depois do menino descarregar e dar uma ajuda colocando no refrigerador, fomos à piscina.

Carlos estava sentado numa espreguiçadeira, me olhando com ar de reprovação. Dei um sorriso enigmático, de quem tinha aprontado. Peguei outra cadeira e coloquei de frente para o meu marido. Abaixei o encosto e fiquei na posição meio deitada. Disfarçando, ergui a ponta da saia e ele pode ver que eu estava sem calcinha.

Ele deu um pulo e logo trouxe sua cadeira ao lado da minha. Agora quem estava irado era ele. Mal se acomodou, falou baixo nos meus ouvidos:

- Val, sua louca! O que você andou fazendo?

- Nada, amor, nadinha. Só fomos comprar bebidas...

Era verdade, porém, neguei dando a entender que teria havido algo mais. Era mesmo para deixá-lo com a pulga atrás da orelha. E ele, já exasperado, enchendo meus ouvidos de broncas:

- Porra, Val! Não te falei que não queria? Ainda mais com um amigo das meninas! Farra é farra, família é família! Você deu prá ele?

- Claro que não, amor! Só fomos comprar bebidas, ora! Família é família, mas, não foi você quem trouxe o Chico prá dentro de casa e me fêz transar com ele? Já se esqueceu, amor? (Narrei esta história no meu primeiro conto, ¨Meu marido me fêz dar para um bem dotado¨).

E ficamos discutindo. E se até então, ser alvo de desejo do garoto me envaidecia, provocá-lo apenas já não bastaria. Algo dentro de mim, tramava aos poucos, a decisão de abrir as pernas para ele. De deixar acontecer. De ser a sua primeira experiência sexual. A oposição do meu marido forçava para essa decisão.

Seria ciumes ou pura implicância com o menino? Ou porque ele queria, como sempre, ter tudo sob o seu controle? Sinceramente, eu não entendia as atitudes do Carlos. Quando começamos a ter uma vida liberal, quem rompeu com a regra de não sair com conhecidos, havia sido ele, ao transar com uma amiga minha, algo que mesmo passado algum tempo, eu ainda não havia digerido completamente.

O calor estava sufocante, de deixar o corpo todo melado. O ano letivo estava para iniciar e era a ultima semana do Rafael em nossa cidade. Apesar do desejo de ter momentos mais íntimos com o garoto, já estava conformada de que só seria possível nas próximas férias.

As coisas porém, acontecem de maneira mais inesperada. Na quarta-feira, dona Lurdes, a caseira da nossa chácara ligou, dizendo que a roçadeira havia enguiçado e precisava de conserto. Era uma boa ocasião. Avisei Carlos de que iria pegar o equipamento, já que sem ele, o mato iria tomar conta. Só não disse quem iria comigo...

Minhas filhas detestam ir para a chácara. Como autênticas patricinhas urbanas, a diversão delas só incluem shopping, cinema, celulares, tablet e outros eletronicos, em especial, as redes sociais. Não sei onde encontram tanto assunto para ficarem conversando o dia inteiro.
Convidei Rafinha para ir comigo e o menino prontamente aceitou. Vesti um conjunto de lingerie vermelho com micro calcinha, blusa decotada, sandalias altas de salto plataforma e como toque final, uma mini saia que havia comprado especialmente para aventuras exibicionistas.

Peguei o carro e fomos até a chácara, que fica no Município vizinho, a 30 km. Durante o trajeto, fiquei dando uma de ¨titia¨, perguntando sobre escola, relacionamento com os pais e... namoradinhas. Um assunto que deixou o menino mais sério, demonstrando total desconforto com o assunto.

Passamos na casa dos caseiros e pegamos a roçadeira. A casa principal estava limpa e dona Lurdes havia deixado as janelas abertas para arejar. Mesmo assim, a ausência de vento, deixava tudo quente, abafado como um forno. Os refrigerantes em lata que eu tinha comprado gelados, mesmo com o ar condicionado do veículo, estava quente. Coloquei eles no freezer.

Para trocar os anti-mofos dos armários, Rafinha me ajudou. Ele carregava a escada de aluminio e a segurava, quando eu substituia os potinhos nos armários altos. Embaixo, com certeza, o garoto tinha um bela visão do meu traseiro e com a calcinha fio dental, com certeza, todas as curvas da bunda redonda e apetitosa.

Quando eu descia da escada, discreto, ele fingia não ter visto nada. Mas seu rosto corado, denunciava o seu estado de espirito. Aquela tarefa me fez suar. O mesmo acontecia com meu jovem ajudante, com o suor escorrendo pelo rosto.

Como temos ar condicionado nos quartos, fui para a suite e liguei o aparelho. Que alivio! Fechei a porta para o ar refrigerado não sair do ambiente. Fomos para o closet e no ultimo armario, subi e me demorei, mexendo nos travesseiros e sono leve. Me estiquei toda, abri as pernas, apoiando uma delas na parede oposta, simulando estar arrumando algo no fundo.

O menino deveria estar perturbado, ao ver todas as minhas intimidades. E ainda recomendou:

- Cuidado para não cair, dona Val!

Aquilo fez surgir uma ideia. Ao descer da escada, simulei um desequilíbrio e fui de costas para cima dele, encaixando a bunda em seu ventre. Ele prontamente me agarrou pela cintura e durante instantes, ficamos ali engatados. Remexi o quadril de leve, disfarçadamente, para sentir o estado da sua masculinidade. Pelo jeito, ele estava excitado.
Resolvi tomar uma ducha. Deixei a calcinha pendurada no porta toalhas e voltei para o quarto enrolada numa toalha. E disse para o rapaz, enquanto estendia uma outra toalha para ele:

- A agua está uma delícia! Vá tomar um banho também, Rafael.

Me diverti vendo o garoto tentando em vão trancar a porta do banheiro. Ela não tem tranca, já que só eu e meu marido a usamos. O que será que passava na cabecinha dele? Um homem mais experiente, já teria percebido que eu estava me oferecendo e teria me agarrado já na primeira descida de escada.

Pela inexperiência, com certeza, achava que uma senhora madura e bem casada, jamais abriria as pernas para um menino virgem. Estava louco por mim, porém, imaginava ser uma transa impossível. Deveria estar doido para se masturbar e aliviar a tensão.

Ao escutar o barulho do chuveiro sendo desligado, entrei no banheiro e peguei uma escova de cabelos. O menino que saia do box, envergonhado, se virou rapidamente de costas, expondo a bundinha gorda e juvenil. A marca do sol era visível. Parecia que ele estava com uma bermuda branca.

Peguei a toalha e me aproximei, procurando tranquilizá-lo:

- Fica calmo, Rafael. Já estou cansada de ver o Carlos pelado. Não se preocupe, viu? Quer que eu te ajude a enxugar?

Sem se virar, ele pegou a toalha e ficou secando, incomodado com a minha presença. Resolvi que era hora de ousar. Tirei a toalha que enrolava meu corpo e fiquei totalmente nua, dizendo:

- Olha prá mim, Rafael. Também estou peladinha. Olha! Não precisa ter vergonha!

O menino virou a cabeça e arregalou os olhos. Trouxe a sua mão até os meus seios redondos. A mão tremia, parecendo não acreditar que estava pegando neles. Pegando nos peitos de mulher pela primeira vez. Fiz ele se virar e depois de fraca reação, consegui tirar a toalha das mãos dele. Vi então seu membro, já ereto. Era realmente grande e grosso, bem maior que o do meu marido. Peguei nele de maneira leve, fazendo movimentos suaves para frente e para trás.

Rafinha olhava para mim como se não acreditasse no que estava acontecendo. O mastro só crescendo e ficando cada vez mais duro. A prima dele não tinha exagerado. O garoto era mesmo bem dotado. A cabeça inchada, parcialmente coberta pela capa, algo que eu via pela primeira vez. Eu falei:

- Rafael, sei que você não tira o olho de mim. Você me acha gostosa?

- Nã...não, dona Val, quer dizer, dizer si...sim, dona Val.

O menino gaguejava todo atrapalhado. Nem precisava perguntar. Seu piruzão pulsava em minha mão, dizendo tudo. E eu especulando:

- É verdade mesmo que você nunca transou? Nunca deu umazinha com uma mulher?

- É...é sim, dona Val. Nunca, dona Val.

Mesmo vermelho de vergonha, olhava fascinado para o meu corpo. Eu lembrei que não tinha camisinhas. Tinha passado na frente de pelo menos umas seis farmácias e esqueci de comprar. E Rafinha, ainda não tinha certeza do que estava acontecendo. O medo de por tudo a perder, inibia qualquer iniciativa. Era hora dele saber o que eu queria.

- E se a gente, Rafael, se a gente brincar um pouco, você promete não contar prá ninguém?

- Prometo, eu prometo, dona Val!

- Ninguém, ninguém mesmo pode saber, viu? Segredo só nosso. Jura que não vai contar prá ninguém?

- Juro, dona Val, juro, eu juro!

O menino tremia de emoção ou temor de estar com uma mulher madura e nua. Talvez pela expectativa de fazer de verdade, coisas tão sonhadas. Me agachei, empurrando a pele para trás, fazendo aparecer a cabeçorra por inteiro. Na parte de baixo, a pele repuxada, não deixava a ponta descoberta. Dei um beijinho na cabeça e abocanhei prendendo com a lingua. Rafinha suspirou forte.

Olhei em seus olhos, com ar de safada e avancei a boca, trazendo seu bonecão para dentro. Em poucos minutos, ele começou a mexer o quadril e gozou, ejaculando com o primeiro jato tão forte que atingiu o fundo da minha garganta. E continuou soltando gala aos borbotões, sem parar, tanto que engasguei.

Tive de tirar a boca e não pude conter a tosse que me fez soltar um monte de leitinho quente. Sua porra era tanta que me fez babar, escorrendo pelos cantos da boca, pingando no chão. Deve ter sido tão intenso que ao relaxar o corpo tenso, pensei que ele fosse cair, as pernas bambeando.

Trouxe ele até a cama e ele já tentou montar em mim, louco para me penetrar. O garoto tinha acabado de gozar e a pica continuava dura, o que achei incrível. Deitada de costas, abri as pernas expondo a xaninha depilada. Ele olhava admirado, a primeiro boceta ao vivo. Com os dedos, afastei os grandes lábios, expondo a grutinha.

Eu desejava ser chupada, porém, não podíamos demorar muito e além do mais, meu parceiro estava na sua primeira vez, prestes a perder a virgindade.

- Venha, coloque devagar.

Não adiantou pedir. Movido pela impetuosidade dos 18 anos, entrou com tudo, abrindo minha xoxota na marra, arrombando com a tora grossa. Não só doeu, como ardeu bastante, já que eu não estava tão lubrificada. Ele também gemeu, já que a penetração foi muito forçada. Aproveitei sua parada e procurei me acostumar com sua rola.

Ficamos assim, engatados. Ao olhar em seu rosto e ver a expressão ansiosa e feliz, de quem parecia estar vivendo um sonho, relaxei e senti prazer. A primeira mulher que ele possuia era eu! Não importa com quantas ele viesse a trepar, com certeza, aqueles momentos ficariam marcados em sua vida. Comecei a mover os musculos internos da perseguida, ¨mastigando¨ seu falo.

Aquilo o deixou doido de tesão. Aliviado dos medos da primeira vez, começou a estocar. Sua estaca grossa e quente não só preenchia por inteiro, como esticava de dentro para fora a minha bocetinha. O menino passou a arfar. E eu ajudava, mexendo o quadril, o que aumentou também a sensação de que eu era uma femea, coberta por um macho em sua primeira vez. E perguntei:

- Eu sou gostosa, sou? Diga, Rafael, sou gostosa?

- Ahh, dona Val, demais, dona Val, ahh, demais! Ahh!

A umidade embaixo era tanta que passou a fazer barulho a cada ida e vinda. Ele metia com desejo e vigor. Tanto que a ponta passou a bater lá no fundo, causando uma leve dor. Senti que o orgasmo estava vindo. E nessa hora, escandalosa como sou, passo a gemer e dizer palavrões:

- Mete, vai, mete tudo! Ai, ai, vai! Puta que pariu, ai, me come toda, vai!

E nem sei mais o que disse, ao ter o orgasmo. Ao ter os batimentos cardiacos normalizados, me concentrei nele, que me possuia com entusiasmo. Lembrei que estávamos ali, sem camisinha, pele na pele. Então falei:

- Rafael, me avise se for gozar, viu? Você tira pra gozar fora, tá bom?
Ele respondeu um ¨- Ainda não¨, continuando a socar. Seus gemidos roucos demonstravam todo o prazer que estava sentido. Suas bombadas profundas, causavam dor no colo do meu utero. Eu não conseguia relaxar, preocupada que ele poderia gozar a qualquer momento.

A cada arfada mais forte, eu perguntava se ele ia gozar. E ele só dizia ¨- Ainda não¨. Senti que suas metidas se aceleraram e ao perguntar mais uma vez se ele ia gozar, me desesperei quando ficou calado, sem responder em seu delírio. Empurrei seu peito com as mãos, tentando fazer o quadril escapar, dizendo:

- Tira, Rafael ! Goze fora!

Quase não deu tempo. O primeiro jato com certeza, foi com o mastro ainda dentro de mim. Ele tirou espirrando gala, melecando umbigo e até perto dos meus seios. E durante algum tempo, a anaconda ficou pulsando e soltando leitinho quente.

E ficamos assim, deitados, com ele jogando todo seu peso em mim. Sua alegria era tanta que me enchia de beijos, na boca, na testa, no rosto e pescoço. Era felicidade de quem visitara o paraíso. E a tora não amolecia, pulsando no meu ventre. E dizia agradecido:

- Nossa, dona Val, nem acredito! Nem acredito que transei com a senhora! Nossa, foi demais!

Ao levantarmos, reparei que havia sangue na ponta da pica. Na hora pensei que fosse um resto de menstruação que tivesse ficado retido no útero e com as marteladas da pintão, tivesse descido. Porém, ao estarmos na ducha se lavando, ele reclamou que a pica estava ardendo. Me assustei ao ver que um filete de sangue escorria por baixo da cabeça do pênis.

Apavorada, mesmo com o sangramento tendo parado, fomos até um pronto socorro. Combinamos que ele iria dizer que estava se masturbando, quando aconteceu. Aflita, fiquei do lado de fora da salinha, enquanto o médico o atendia. Logo, uma enfermeira saiu com um sorriso malicioso.
O médico pensando que eu era a mãe, acabou me passando uma reprimenda, dizendo que deveria ter notado há mais tempo que ele tinha fimose. Ao transar, penetrando forçado, o freio do prepúcio rompeu, ou como dizem popularmente, o cabresto rompeu. O menino estava tão tarado que não sentiu dor e nem percebeu.

Sorte que sua fimose era de natureza leve e o descolamento do prepucio, que deveria ter ocorrido na infância, acabou acontecendo logo comigo. O médico o aconselhou a limpar com água oxigenada e passar mentiolate, e que em poucos dias estaria cicatrizado.

Como consolo, ficamos sabendo que aquilo iria ocorrer, mais cedo ou mais tarde. Preocupada, mesmo depois que Rafinha foi embora, ainda liguei várias vezes para saber se estava tudo bem. Apesar de contar tudo ao meu marido, esta transa e o incidente, irá ficar em segredo.

Ele acha que não houve nada entre eu e o menino. Que foi tudo provocação. Mas, que assustou, assustou. E como!

Autor: Lady Diva
Fonte: casadoscontos.com.br
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