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O amor tem limites

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O amor tem limites
Fonte Foto: foderosas.com.br
Foi assim que abriram a porta: sozinha, na grama, de frente pro palquinho, a música era boa, uma bunda maravilhosamente empinada, o jeans tinha sido feito especialmente pra suas pernas, a pele rosada, o cabelo até a cintura, segurando uma lata de cerveja, parecia levemente bêbada dando aquelas reboladinhas de leve, e mexia o pescoço, inclinando pra cima, os óculos escuros – ela me viu entrar de mãos dadas com minha mulher.

Hoje eu vejo que não havia jeito de fugir. Sinceramente o acaso é que dominou o meu destino. Uma vez uma vidente me disse que o destino era cego. Achei bonito isso. O que eu não achava mais bonito era o animal que morava comigo, a minha mulher. Como vocês podem ver, a indiferença, a mesmice, já tinha virado raiva e é por isso que entendo sinceramente alguns crimes passionais. Na verdade são crimes racionais, se você pensar bem. Crimes que resolvem a questão. Assinalam a resposta. Não sei se certa ou errada mas resolvem e pronto. Dão rédeas ao destino.Acho que posso explicar melhor.

Sabe o que me incomoda mesmo? É justamente não caçar a minha janta, é justamente não matar um leão por dia. Ela põe aquela camisola linda mas que fica horrível, o perfume que lhe dei inexplicavelmente tem cheiro de gordura e ela cozinha mal. Nós temos dinheiro pra comer fora todas as refeições, todos os dias, mas ela insiste em economizar. Pra quê?

Quando estava completamente apaixonado por ela eu disse que isso não era importante. Eu tenho a cena clara diante de mim. Nós rimos disso, gargalhamos:

-Hummmm, lasanha de micro-ondas de novo, comidinha congelada, de novo? Como a gente é um típico e lindo casal moderninho – e nos abraçavamos, carinhosos, por compreender a ironia. Depois caíamos suados no colchão que ficava no meio da sala, manchado de vinho, de porra, e nos beijavamos loucamente, lambidas e chupadas longas, e trepavamos de novo, e depois exaustos dormíamos. No outro dia ela voltava pra casa dos pais enquanto eu dormia até depois das três da tarde. Depois quis comprar cama, televisão, lençol, cafeteira, papel higiênico aroma hortelã. Pra quê? Começava a faltar lenha pro trem e no final os trilhos davam num abismo alucinadamente plano. Era o iníco do fim. Mas não víamos. Não queríamos ver. Nossas famílias estupidamente lindas de classe média planejavam tudo: netos, apartamento maior, natal na praia, amigo secreto.

Nós, que vivíamos famintos um pelo outro, saciados, intensamente despreocupados, começamos a tecer a corda que nos enforcaria. Pior do que ser condenado é ser torturado infinitamente pela maçante rotina dessa instituição falida que é o casamento – até os veados tão querendo casar, se é que você me entende.

Tinha os gatos que ela insistiu em ter, aquele gordo, bigode nojento. Como um gato pode pesar 60 quilos? Como pode engordar 55 quilos em 9 meses? O gato parecia a mãe dela. Que um dia eu também adorei.

Eu saia do trabalho, passava na academia, tanta mulher gostosa, depois saia pra beber – isso era a miha vida depois de um tempo. Pouco tempo depois da lua-de-mel. Assim eu conseguia protelar a coisa.

Chegava em casa e lá estava ela, com aquela maldita tradução. O furioso Orlando de tal de que a puta que pariu nem quero saber. Ela é tão inteligente. Eu não sei o que viu em mim. Eu não sei o que vi nela. Ela me fazia rir. Mas maconha também me faz rir.

Sabe, não é que não a ame. Eu amo. Eu acho. Mas ela podia fazer diferente. Ela podia pagar alguém pra fazer as coisas. Não sei por que insistia em ser também dona de casa. E aqueles amigos chatos, as amigas que só falavam de europa, comida saudável, cinema, e o escambal. Eu fiz faculdade. Sim. Mas foram 4 anos. Parece que esse pessoal vivia estudando. E pra quê? Por que eram feios. Claro que é isso. Sabe, como pode um feio, um aleijado, um fedorento trepar de verdade? Eu sei que você pode sempre pagar. Um amigo me dizia que com 100 reais a felicidade estava garantida. Mas não é bem assim. Imagina a esctrotice: uma vagabunda em boa forma, com boas curvas, trepando com um cara todo peludo, gordo, com aquelas tetinhas de punheteiro, um nariz cheio de cravos e espinhas quase vazando pus, gemendo como um urso, enfiando a língua em sua orelha? Eu concordo que o dinheiro é bom mas tem gente que nunca será feliz, nem com todo dinheiro do mundo.

Eu fico olhando pra essas roupas no varal, secando na sombra, deixando esse cheiro de roupa secada na sombra impregnada pelo corpo o dia todo – esse é o cheiro mesquinho da rotina, podem acreditar.

Você acha que é a hora, amoreco? Acho que devíamos esperar mais um pouco.

Eu não podia pensar numa criança em casa. Sinceramente, eu era mimado demais, eu concordo, sim, concordo: eu queria me lambuzar, tomar cerveja com o pessoal do escritório, pegar uma baladinha – minha geração video-game envelhecerá aos 50. Aos 55 morrerá feliz – é como diz meu chefe: discuta filosofia e futebol com seu amigo, ame sua mulher e coma todas as vagabundas que conseguir. E a irmã dela conseguiu. Metida a fotógrafa ia expor numa galeria famosa e a chácara dos pais estava aberta pra receber seus amigos mais próximos.

Claro, bem, sua irmã merece, claro claro, vamos sim.

E você que adora vodka, pimenta, limão na carne mal passada, vê que sua mulher é um doce e aceita ir pra festa que iria te destruir.

-Quando sua mulher vira um docinho, uma gracinha, isso quer dizer que as coisas não vão bem – dizia meu chefe. Meu chefe tinha toda razão. Por isso era meu chefe. Ele dizia sempre que o amor não existe, que isso é a maior mentira que a humanidade inventou, assim como deus, mas que dizer eu te amo economiza 2 horas de brigas diárias, resolve os atritos, dilata o coração, e conforta o pós-coito, graças a deus.

E assim entramos na festa, cumprimentei quem tinha que ser cumprimentado, minha mulher achou os índios da sua tribo, com seus colares e penas coloridas, e ficaram tocando piano, no último andar da casa.

Desci pra perto do demônio. Ela não parava de me olhar, a tarde caia, mas ninguém acendeu as luzes. Tinha umas 15 pessoas perto do palco. Ela sorria. Eu me aproximei, e ela rapidamente enfiou a língua na minha garganta. Arrastei ela de lá, fomos para o jardim, vazio. Minha mulher tá aí, você já veio aqui? Ela conhecia a casa na palma da mão. Aliás, sua mão não saiu do meu saco um minuto sequer. Uma fresta, não achei que íamos caber ali. Ela abaixou a calça e aquela bunda linda, aprisionada pelo jeans, não rendeu centímetro algum pra lei da gravidade, era um monumento bunda, um tótem bunda, um deus bunda imponente, toda arrepiada, e se curvou levemente, empinando ainda mais o rabo, roçava meu pau, caralho, eu sabia que aquilo ia dar merda, do terceiro andar dava pra ver nossas cabeças. Tava escuro, e a gente respirava baixo, ela sabia fazer a coisa. Apertava meu pinto, e mesmo querendo mais que tudo no mundo, não conseguia gozar, aí ele amolecia, ela alaciava a buceta e começavamos novamente. Eu ouvia o piano, as risadas, e vi uma sombra na janela, que só podia ser da minha mulher. Não dava pra se mexer ali naquele vão, mas eu não podia parar, era a melhor trepada da minha vida, parecia que eu ia explodir, ela parecia uma égua, impressionante, conseguia se mover na vertical, come se ficasse na ponta do pé e esticasse a coluna, ou todas as cadeias musculares juntas, pressionando, massageando meu pau, até que não pude aguentar, meus olhos se fecharam com força, puta que pariu, eu ia gozar, ela apertou a buceta de novo, dessa vez a dor veio, era quase um prazer, era quase a mesma coisa, não conseguia distinguir o que doía, mas a sensação era maravilhosa, eu ia gozar 3 litros de porra numa velocidade incrível, olhei na direção da música do piano só que antes de encontrar a sombra e a janela do terceiro andar foi minha mulher que vi, ali do lado da gente, assistia tudo, e a vagabunda relaxou a buceta, e eu gozei, sem parar, puta que pariu, não conseguia parar, era a melhor sensação do mundo, eu a inundava , sentia meu corpo inteiro vibrar, e gozava, gozava e gozava, meu pinto era uma mangueira jorrando porra pra dentro da safada, e ela gritava, completamente louca, e tudo se prolongava, o maior orgasmo do mundo, um amor sem limites, meu deus, aquilo sim podia ser chamado de foda, e meu pau não desligava, mandava cada vez mais porra pra dentro do demônio, até que fui murchando, não ia aguentar, eu sentia minha barriga doer, era como se as tripas estivessem se desmanchando, e numa química milagrosa, o bucho estivesse se transformando em espermatozóides, e depois senti um aperto na cabeça, como se fosse a vez do cérebro derreter. E era isso mesmo que acontecia, todos os meus órgãos, todo o meu sangue, tudo que havia em mim se metamorfoseava pra me saciar e pra entopir todos os poros da buceta, da gordura de tegumento que envolvia meu pinto: e ela inchava, na mesma proporção que eu jorrava mais e mais, e senti meus pulmões se liquefazendo, e a leve falta de ar, e olhei pro lado, e minha mulher continuava ali, só que junto dela estava a festa inteira, todos os amigos dela, os índios, todos os amigos da irmã dela, a irmã, dela, os músicos, todos assistiam o maior espetáculo da terra, o maior orgasmo do universo. Até que senti meu coração acelerando, lutando pra viver, e eu me esvaziava, e estava sem ar, frio, quase desmaiando, um prazer, uma fraqueza, olhei pra bunda mais linda do mundo e ela parecia uma bexiga, inflando, não parava de inchar, cada vez mais, e eu sentia meu corpo murchando, na mesma velocidade, até que tudo foi ficando meio turvo, o som foi parando, um zunido, uma constante, uma fraqueza, um último suspiro, e sumi.

Autor: Gata De Ninho
Fonte: Contos eróticos reunidos - Volume 14
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