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Na fazenda da vizinha

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Na fazenda da vizinha
Fonte Foto: oocities.or
Embora a minha atividade profissional seja essencialmente urbana, adquiri há algum tempo uma propriedade rural, onde passo meus fins de semana, ora pescando, ora plantando, ora cuidando de animais que possuo, e assim tem sido desde então. O meu sossego foi quebrado recentemente por uma linda mulher que adquiriu a propriedade vizinha. Tomei conhecimento do fato, pela ação da própria, que simplesmente caiu literalmente na minha casa, pois estava montada em sua linda égua que se assanhou com a presença do meu animal que é inteiro, porque acho uma tremenda sacanagem cortarem os testículos de um macho digno de possuí-los. A visão do conjunto formado pela amazona e sua égua eram de uma beleza tal, que eu e o meu fogoso animal ficamos por alguns segundos em suspenso, como em uma dobra do tempo, ato contínuo, o animal em sua natureza reagiu e partiu pra cima da fêmea com tal ímpeto que não tive tempo de conter o animal que correu ao encontro da égua, e provocou um acidente, a deusa cai da montaria. Aproximei-me rápido e a ajudei a se levantar, analisando o seu estado físico, felizmente nada de grave aconteceu, a não ser o susto da queda. Inicialmente, ainda retraída pelos fatos, eu a levei pra dentro de casa para que ela se recompusesse. Passada a primeira situação, entabulamos o nossa conversa, e ela me contava que tinha adquirido a propriedade vizinha, e estava lá em visita de cortesia, e que gostara muito da recepção, do olhar com que a banhei, e o show de tesão dado pelo meu cavalo que mostrava o seu mastro, em uma ereção fenomenal. Da mesma forma, disse a ela o quanto fiquei impressionado com a sua beleza, e que não estava perdendo em nada para o meu animal, pois ainda estava em estado de ereção. O que fazia com que ela olhando diretamente para o meu membro reagisse com os mamilos túrgidos, marcando a sua camiseta, o que me levava a imaginar como estaria a sua vagina. Terminada a visita, ela me convidou para ir conhecer a nova casa da fazenda, que ela havia reformado, e como sou arquiteto, ela queria o meu parecer sobre suas escolhas, insistindo para que fosse mesmo até lá. Passaram alguns dias, e eis que os fados estavam conspirando a meu favor, preparei ’capeto’, o cavalo, e fui, sem saber, de encontro à tarde mais prazerosa de toda a minha existência. Seria o encontro com a própria arte de fazer sexo, e como aprendiz, posso até me classificar desta forma, pois foi como se eu estivesse fazendo sexo pela primeira vez, que já há muito tinha acontecido.

A entrada da propriedade era sóbria, com portal de alvenaria e uma boa porteira, adentrando e chagando a sede, a recepção não poderia ser melhor, estavam a deusa e sua égua, pois que segundo ela acabara de chegar de um passeio. Ela montou e acompanhando-a fomos até a estrebaria onde ela insistiu para que deixasse o capeto a descansar, mas com a proximidade de gaivota, a égua, ele não conseguia parar. Desencilhei os animais para que ficassem a vontade, e achei que iríamos para a casa, mas me enganei, a vizinha colocou o casal na mesma baia, e então deu-se o inicio de nosso relacionamento, pois os animais incontidamente, começaram a fazer sexo ali mesmo em nossa frente, com tanta sexualidade no clima, enquanto capeto comia a gaivota, nos atracamos num beijo longo e molhado, nossa línguas se encontravam, ora indo, ora voltando de uma boca para outra, nossos corpos davam sinais de um tesão incontido, a natureza falou mais alto, e na seqüência, nos pegamos ali, de par a par com os animais, eles na baia, e nos perto da porta para observarmos o amor eqüino de capeto e gaivota. Saímos dali, quase a entramos um no outro de tanto tesão, chegando na casa, pudemos na intimidade, nos acariciarmos com toda a liberdade. Marina, nome fictício, não se contendo foi despindo a camiseta, a visão dos seus seios era como ver obras de arte, lindos, fartos na medida certa , firmes com contornos bem definidos, claros, com os bicos túrgidos a apontarem para mim, implorando por uma boca que soubesse chupá-los, e por uma língua que brincasse em nas suas aureolas. Nos pegamos novamente, agora no sofá, ficamos ali por alguns minutos, e ela me pegando pela mão conduziu-me ao seu ninho, o ambiente do quarto era o reflexo da dona, mas não era isso o mais importante a ver, e sim fazer, nos despimos, e a energia da natureza falando mais alto, nos levou juntos para o paraíso. Ao deitarmos, continuei a sugar seu mamilo, e a mordiscá-los de forma suave, ela reagindo aos sussurros e gemidos, procurou o meu membro e me masturbando de leve, retribuía as minhas carícias, nos seus seios que incluía em seguida passar a ponta da língua na auréola de seus mamilos, fui descendo a minha boca pela sua barriga linda e suave até alcançar-lhe o seu umbigo, onde me demorei em carícias, seguindo mais para baixo, até, enfim poder galgar seu Monte de Vênus, o qual escalei, transpondo-o até descer pelo vértice que descia até o seu clitóris. Nesta altura, Marina vibrava muito, e a prova disso eram as ondas de arrepios e contrações que provocavam espasmos e gemidos. Abocanhei o seu clitóris, e chupando e mordiscando fazia ela ir ao prazer. Suas mãos empurravam a minha cabeça para baixo, de modo que logo estava penetrando-a com a língua, sentindo o sabor real daquela fêmea sensacional. Não demorou muito para que sentisse em minha boca o seu gozo. Sem parar, continuei a acariciá-la, acariciando com o dedo a entrada do seu ânus, e manipulando o seu clitóris, para mantê-la desejosa de mais carícias. Na seqüência, Marina procurando dar-me prazer abocanhou o meu membro fazendo aquele boquete maravilhoso, introduzindo-o cada vez mais fundo em sua boca, até tocar sua garganta, mas que não foi o limite para ela, que ávida aprofundava ainda mais, senti o aperto de sua garganta e mesmo assim continuou até que senti sua boa abrigar meus testículos, presumindo uma penetração total. Visto a dimensão do meu pênis ela não pode agüentar muito para poder respirar, e o entra e sai cadenciado de seu carinho arrancou-me um gozo que emergiu das profundas como um tsuname de sêmen que foi saboreado até a ultima gota lançada em seu esôfago.

Terminado a primeira batalha, entre beijos e carinhos tudo se recompôs, e a ereção se refez. Retomando o ato sexual, ela se pos de quatro, visual que me fez enlouquecer, podia ver e tocar na extensão total de sua genitália, aproximei-me e comecei acariciá-la com a glande, indo do clitóris ao ânus, indo e voltando, sua vagina foi se lubrificando até ficar totalmente melada e a escorrer, tal era o tesão que ela sentia. Encostando a glande na entrada de sua vagina, empurrei suavemente, ao que os lábios de sua vagina abrindo ’engoliram’ a totalidade do mastro. Uma vez dentro dela, comecei a me movimentar com firmeza e cadência. Em dado momento, Marina lembrando-se que estávamos fazendo sexo sem camisinha, pediu para que tirasse de sua vagina e a penetrasse e terminasse em seu ânus, que só me enlouqueceu, pois era virgem, apertado e guloso, onde terminei com um gozo ainda abundante, de tal modo que saído de seu ânus, o esperma lhe escorria, vindo de sua profundezas.

Como a fila, o tempo andou, e tinha que ir embora, mas o corpo me contrariava querendo ficar ali do lado daquele monumento. Banhamo-nos e saímos para buscar o ’capeto’, que ficara o tempo todo com a égua gaivota. Quando os vimos, parecia que trocavam carícias, demonstrando que ali também o amor chegara. Fui para casa, e o tempo passou, apenas cinco dias, e estávamos outra vez, repetindo tudo, e assim com a continuidade, acabamos por criarmos o projeto que vivemos agora, vivemos juntos, com tudo que temos direito. A propósito, sorte teve o ’capeto’, como conseqüência de sua ’aventura’, a égua ’gaivota’ emprenhou e pariu um potro, que como o pai não foi castrado. O fato não deixou de nos dar idéias, mas isto, é assunto para outra oportunidade....

Fonte: acervodecontos.com
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