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Minha EMPREGADA: De SANTA a PUTA em um mês! Pt. 5

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Minha EMPREGADA: De SANTA a PUTA em um mês! Pt. 5
Fonte Foto: homesexdaily.com
ATENÇÃO: Para aqueles que ainda não leram as primeiras partes, recomendo fazê-lo para entender o contexto da história e entrar no clima.

> Parte 4

Sexta-feira, início da noite, Aeroporto de Miami. Finalmente acomodado em meu assento, taça de vinho na mão, me preparava para uma noite maldormida no avião e a inevitável moleza na manhã seguinte.

Os dias de reunião haviam sido muito puxados e minha ansiedade para regressar ao Brasil só aumentava conforme chegavam os e-mails que Dani me enviava, de meu próprio computador de casa. Depois da experiência com as fotos eróticas via celular, ela havia se especializado. Pelo menos uma vez por dia eu tinha o prazer de receber fotos dela.

Completamente nua deitada em minha cama, closes da bucetinha depilada que me deixava com água na boca, ela de quatro com o rabinho para cima, implorando por uma pica, Dani se masturbando com um vibrador vermelho que não sei onde ela arrumou. Além de animar meus dias, as fotos renderam diversas punhetas em meu quarto de hotel.

Depois de duas taças de vinho apaguei e só fui despertar quando o comandante anunciava o pouso. Passei meio grogue pelo ritual pouso, desembarque, free-shop, alfândega, táxi, trânsito e, finalmente, minha casa. Era um sábado de manhã e minha mulher voltaria de viagem no dia seguinte. Abri a porta arrastando as malas e dei de cara com Dani me esperando de pé na sala. Sorriso lindo a postos, cabelos úmidos e usando meu roupão de banho. Antes que eu sequer tivesse a chance de dizer bom-dia ela abriu o roupão e deixou-o cair. Estava completamente nua. Veio rápida em minha direção, agarrou meu rosto e me deu um beijo longo, profundo, saudoso. Deixei cair minhas malas e abracei-a com força, enfiando mais fundo minha língua em sua boca.
Ela mordiscou o lóbulo de minha orelha enquanto apertava forte meu pau por cima da calça. Fiquei duro instantaneamente, o que a fez dar uma risadinha. "Hmmm. Justamente o que eu esperava.". Sem mais delongas ou romance, empurrou-me em direção à parede, ajoelhou-se à minha frente, sacou meu pau da calça e enfiou na boca de uma vez só. Eu fui às nuvens. Havia chegado em casa há um minuto e já estava ganhando um boquete delicioso. Definitivamente aquela menina era algo especial. Chupou com sofregidão, brincando com meu saco e punhetando meu pau em um boquete melado e barulhento como eu gosto. Levantou, ficou na ponta dos pés e já veio encaixando meu pau na buceta molhada. Entrou fácil e, em segundos, estávamos fodendo feito cachorros. Segurei firme sua bunda e levantei-a do chão ao mesmo tempo que ela enlaçava minha cintura com as pernas. Virei 180°, posicionando-a de costas para a parede ainda pendurada em mim e meti com força, sem descolar minha boca da dela. A cada estocada sentia meu saco batendo nela com força e sua respiração ficando mais arfante. Ela me apertava cada vez mais. "- Me fode, me fode, me fode, me fode, me fooooooooode". E gozou chupando minha lingua a apertando minha cintura com as pernas.

Parei por um instante para que ela recuperasse o fôlego. Sem que eu precisasse sequer insinuar nada. Me deu mais um beijo e pediu: "- Vem gozar na minha boca. Estou louca para sentir seu gosto de novo". Nem precisava pedir duas vezes. Coloquei meu pau na boca dela, fiquei de pé, imóvel, somente aproveitando. Chupada selvagem, sem ritmo, ela tocando uma siririca. Lambia minha bolas, punhetava o pau, lambia só a cabeça, cuspia em cima, engolia inteiro novamente. Quando sentiu que eu estava perto de gozar tirou as mãos, segurou minhas nádegas e passou a guiar meus movimentos de vai e vem, cada vez mais rápido. Em segundo gozei furiosamente, soltando um grito e agarrando forte sua cabeça. Literalmente uma viagem ao paraíso.
Dani me levou para o chuveiro onde me deu, em meio a beijos e abraços, um gostoso e relaxante banho de esponja. Ainda nos secando, caímos na cama. Para relaxar um pouco.

- Não esperava te encontrar aqui em pleno sábado.

- Disse em casa que você me chamou para uma faxina extra antes da Dona Ana chegar.

- Boa desculpa. Isso quer dizer que temos o dia todo livre.

- Livre coisa nenhuma. O patrãozinho vai ter que tirar o meu atraso.

- Então deixa eu te mostrar uma novidade.
Abri minha mala e tirei um biquini branco da Wicked Weasel que havia comprado para ela em Miami. Para quem ainda não viu na internet, são biquinis escandalosamente pequenos e quase sempre transparentes, que não escondem absolutamente nada. Ela arregalou os olhos.

- Tá doido, patrãozinho? Parece tamanho de criança. Onde eu vou usar isso?

- Para começar vai desfilar aqui na minha frente.

Ela vestiu o biquini, que ficou fenomenal. Em cima mal tapava os biquinhos dos seios. Em baixo havia somente uma tirinha atrás e na frente um tapa-sexo tão pequeno e apertado que dividia a buceta gordinha. Uma obra de arte. Ela começou a rir e desfilou pelo quarto, rebolando de maneira forçada e proposital. "- Hoje nós vamos a uma praia onde você pode usar", convidei-a.

Antes de sairmos repeti o ritual do protetor solar, provocando-a com meus dedos na buceta, que ficou molhadinha novamente. O biquini branco começou a ficar transparente e melado. Ela vestiu a fantasia de crente com o biquini por baixo e saiu do prédio como se fosse embora. Saí 5 min depois, de carro, e a peguei na esquina. Rumei para a Praia do Abricó, reduto naturista na Zona Oeste do Rio. Ela estava morrendo de curiosidade mas eu não dizia nada. Estacionei longe da praia, que não é acessível por carro. Ela trocou a roupa por uma short e uma camiseta meus que havia levado e seguimos caminhando pela areia até começar a avistar os pelados. Gente normal, na mairia casais de meia-idade com todos os defeitos que as pessoas comuns têm.

- É praia de nudismo? Não sabia que isso existia por aqui.

- Segredo bem guardado. Pode tirar a roupa que quero te ver de biquini de putinha.
Eu esperava um pouco de timidez, mas ela não cansava de me surpreender. Tirou tudo, ficando só com o biquini ínfimo. Parecia estar dando mais um passo libertário. Corria pela areia com a bunda completamente à mostra e o biquini cada vez mais enterrado na buceta. Entrou na água e saiu completamente transparente, de uma forma mil vezes mais erótica que se estivesse totalmente nua.

Havia pouca gente na praia, mas o clima era de cada um cuida da sua vida e ninguém parecia se importar conosco. Eu já estava pelado e, após uns 15 minutos de desfile para mim, ela também tirou tudo. Deitamos os dois sobre uma toalha na areia. Ela abriu as pernas...

- Que delícia esse calorzinho do sol na buceta. Estou doida para trepar.

- Aqui não dá. O clima é família. Mas tem um cantinho mais reservado onde, às vezes, rola.

Fomos para o local mais recluso, próximo a uma pedra. Entramos na água e, disfarçadamente, comecei a brincar com sua buceta. Ela segurou minha mão e não me deixava tirar. No balanço das ondas fui alternando bricandeiras com o grelinho e dedos na buceta, sem pressa, olhando se chegava alguém próximo. Excitada por toda a novidade, ela me atacou. Me beijando sem parar, pegou meu pau e passou a usar como um consolo, esfregando no clitóris. Passei a apertar sua bunda e, sem avisar, enfiei lentamente um dedo no seu cú. Parecia que tinha ligado uma máquina. Ela me puxou para mais perto, enfiando meu pau na buceta de uma vez. Começamos uma trepada a la Cicarelli em pleno dia sob o sol. Pura fantasia erótica. Ela se esfregava em meu corpo todo enquanto eu metia a pau na frente e dois dedos atrás. Continuamos a brincadeira por mais alguns minutos, até que ela gozou, desta vez quietinha, abafando os gemidos. Esperei meu pau dar uma baixada, saímos da água e voltamos para a toalha, sob o olhar de cumplicidade de um coroa que nos olhava de longe, visivelmente excitado. Ficamos deitados quase cochilando, e fazendo cafuné um no outro por uma meia hora.

- Que delícia, Bruno. E pensar que até outro dia eu jamais pensaria em vir a um lugar como esse. Minha vontade é ficar aqui o dia todo, trepando sem parar.

- Dani, como você está safada hoje! Acho que criei um monstro.

- Criou mesmo. E ainda me deixou louca para dar o rabo me provocando com esses dedinhos. Pensei nisso a semana toda.

- Se você continuar falando assim vou te arrastar daqui e vai ser já.

- É tudo o que eu quero....

Juntamos nossas coisas e eu vesti minha roupa disfarçando meu pau duro. Ela riu, recolocou o micro-biquini e saiu andando na minha frente. Eu seguia atrás, admirando aquela bundinha branca. Ela às vezes virava a cabeça, dava uma risadinha e um tapinha na bunda, no melhor estilo cachorra do funk. Quando percebeu que não havia ninguém por perto, puxou as nádegas para me mostrar o cuzinho mal coberto pelo fio dental. Eu quase a comi ali mesmo, mas me contive. Chegamos ao carro já em ponto de bala. Joguei nossas coisas para dentro e, checando se havia alguém ao redor, puxei-a pela mão, atravessando a rua quase deserta, entrei em um terreno cheio de mato que havia por ali.
Nos atracamos novamente, minha mão já enfiada por dentro do biquini e ela segurando minha pica dentro do short. Coloquei-a de quatro no meio do mato, puxei o biquini para o lado e dei uma longa lambida naquele cú que eu estava prestes a comer novamente. Mordisquei seu pescoço, fazendo-a gemer baixinho.

- Que tipo de vagabunda é você para estar de quatro no meio do mato em pleno dia, prestes a levar pica?

- Sou a SUA vagabunda. Comigo você pode fazer o que quiser.

- Então vou arrombar esse seu rabo de piranha. Vou te enrabar aqui mesmo, feito uma cadela.

- Vem, vem, vem. Come.

Cuspi na entradinha, encostei a cabeça e fui empurrando. Ela se abriu toda para me receber. Eu sentia seu anel apertando meu pau, que deslisava devagar para dentro. Enfiei tudo, até desaparecer dentro dela.

- Aaaaaah. Tesão. Tá tudo dentro do meu cú. Seu filho da puta...

- Tá gostando? Eu planejei isso a semana toda. Agora você é uma putinha completa.

- Mete forte, mete. Me arromba. Vem com tudo, meu gostoso.

Segurei sua cintura e passeia foder sem parar. Ela rebolava, chorava e gemia ao mesmo tempo. Esqueci de qualquer vestígio de cuidado ou carinho e enrabei-a como uma puta de quinta categoria. Socava forte, meu pau entrando fundo, ela gemendo mais alto a cada estocada. Não conseguíamos falar nada inteligivel. Suávamos e gemíamos em unissono, até que ela começou a tremer toda, de forma descontrolada. Senti o cú piscando acelerado, mastigando meu pau. Ela estava gozando por trás pela primeira vez. Despejei minha porra, em jatos fortes, dentro daquele rabinho gostoso.

Caímos deitados, suados, sujos de areia. Meu pau melado, ela com porra escorrendo pelo cú. Acabados. Realizados. Quando consegui olhar em volta vi o flanelinha da praia tentando se esconder no mato e tocando uma punheta. Mostrei para ela, que arreganhou as pernas e enfiou três dedos na buceta, se masturbando e proporcionando um show ao camarada. Ele se encolheu todo, acelereou a punheta, gozou e rapidamente saiu de fininho. "Além de puta é exibida, não é?" Ela não respondeu. Riu e me beijou de novo antes de levantarmos para ir embora. Passamos o resto do dia no apartamento, trepando como dois adolescentes.
No dia seguinte minha mulher chegou de viagem e na segunda-feira voltamos a fingir que mal nos falávamos. Na terça ela pediu demissão e apresentou uma amiga para substituí-la. Um mês depois havia largado o marido evangélico, foi morar com os filhos na casa de uma prima e consegui emprego em uma loja de roupas num Shopping. Nem preciso dizer que ainda nos encontramos às vezes para matar as saudades.

Ela continua dizendo que o gosto da minha porra é o gosto da liberdade. E eu, é claro, não vou deixar que falte.

FIM!

bbbeerbreath@gmail.com

Autor: Bad Billy Beerbreath
Fonte: casadoscontos.com.br
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