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Minha EMPREGADA: De SANTA a PUTA em um mês! Pt. 4

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Minha EMPREGADA: De SANTA a PUTA em um mês! Pt. 4
Fonte Foto: media.firstanalvideos.com
ATENÇÃO: Para aqueles que ainda não leram a terceira parte, recomendo fazê-lo para entender o contexto da história e entrar no clima.

> Parte 3

Meu dia de folga estava começando muito bem, com um belo boquete e a promessa de ter aquele cuzinho virgem só para mim. Mas eu não tinha a menor pressa e queria saborear ao máximo o momento. Convidei Dani para o café da manhã. Ela sorriu, ajeitou a calcinha no lugar e foi em direção ao banheiro, onde estava sua roupa.

- Pode para por aí, guria. E trata de tirar essa calcinha. Hoje você vai passar o dia todo nua. Quero ver essa xana peladinha tempo inteiro.

- Hmm. Mas assim vou ficar molhadinha o dia todo. Será que eu aguento?

- Isso nós vamos descobrir.

- Pois então prepare esse pau. Se me provocar vai ter que comparecer. Já te falei que hoje assumi meu lado puta.

Fomos para a copa e tomamos café da manhã nús. Quase não comemos, pois as mãos não se concentravam em nada que não nossos corpos. Nos beijávamos o tempo todo e as provocações não paravam, de ambos os lados. Aquela intimidade estava cada vez mais gostosa e desfilar pela cozinha de pau duro, com ela me olhando e brincando de leve com a buceta, era prenúncio da putaria que vinha.

Moro em uma coberturinha duplex em um prédio baixo na Zona Oeste do Rio. Temos uma pequena piscina na cobertura, estrategicamente posicionada de forma a termos privacidade. Eu e minha mulher sempre tomávamos banho de sol pelados e tinha certeza que seria uma sensação nova para Dani. Ela adorou a idéia mas ficou com receio de chegar em casa queimada de sol e não conseguir explicar ao marido. Tranquilizei-a, mostrando o protetor solar de fator altíssimo de minha filhas.

Deitei-a no deck da piscina, de barriga para cima, o sol deixando aquela pele branquíssima reluzente. Comecei a espalhar o protetor pelos pés, massageando de leve, e fui subindo pelas pernas e coxas, vagarosamente. Ela abriu de leve as pernas, instintivamente. Dei um beijo em seus pequenos lábios e uma lambida rápida. Ela gemeu e repeti a dose, desta vez por mais tempo. A bucetinha dela estava bem melada e com o cheiro característico de mulher com tesão. Chupei até deixá-la quase gozando e parei. Continuei a passar o protetor na buceta, esfregando propositalmente o grelo enquanto ela gemia de olhos fechados e apertava os seios. Subi para barriga, seios, rosto. Beijei-a com carinho e fiz sinal para que virasse.

Deitada de bundinha para cima, ela sorriu, fechou os olhos e passou a aproveitar a sensação do sol. Eu, dedicado, continuei meu trabalho: pés, pernas, costas, braços, ombros. Deixei o melhor para o final. Beijei sua bunda toda, dando mordidas de leve e deixando tênues marcas vermelhas. Terminei de espalhar o creme e, com o dedo bem lubrificado, passei a brincar com o cuzinho. Forçava o dedo só até sentí-lo se abrindo. Então parava sem enfiar. Ao mesmo tempos tocava sua buceta por trás, sentindo meus dedos melados. Após vários minutos só provocando na entradinha, ela começou a empinar a bunda, rebolando gostoso. Estava pedindo..

- Está querendo meu dedo no cú, menina?

- Quero, mete logo. Pára de me provocar.

Forcei um pouquino e su cú se abriu para receber meu dedo. Enfiei de forma lenta mas constante, sempre com ela rebolando. Aproveitei para colocar também dois dedos na buceta. Ela levou a mão à boca e mordeu de leve. Rebolava mais rápido à medida que eu mexia meus dedos dentro dela e mordia sua orelha. Ameacei parar e fui repreeendido. "- Não pára seu filho da puta. Me deixa gozar que não aguento mais". Acelerei os movimentos e ela gozou gostoso, arranhando o deck da piscina com as unhas. Mais uma vez nos beijamos e a convidei para um mergulho.
Entramos na piscina, bem rasa, ainda aos beijos. Sentei no fundo e ela veio por cima, encaixando meu pau na buceta. Enlaçou meu pescoço com os braços e subia e descia devagar. Eu chupava seus seios e enfiei de uma vez só um dedo no cú novamente. Ela riu, puxou meu cabelo para trás e aumentou a velocidade da cavalgada. Recebeu mais um dedo no cú. Agora estava pulando sobre meu pau, com dois dedos cravados atrás e adorando. Acho que sua excitação chegou ao máximo e ela decidiu dar o passo seguinte.

- E todo esse papo de comer meu rabo? É só conversa fiada?

- É. Acho melhor pararmos por aqui.

- De jeito nenhum. Me deixou prontinha e agora quer desistir.

- Só se você pedir direitinho.

- Por favor, vem, come meu cú. Me enfia essa vara que estou doida por isso. É só o que falta para eu ser uma puta completa. Se você não comer meu cú vou dar para o primeiro que encontrar na rua...

- Você quer ser completa é? Então vai levar pica no rabo e é agora.

Deitei-a de barriga para cima na beirada da piscina, com os pés dentro da água. Levantei suas pernas, expondo a bucetinha aberta e pelada e o cuzinho piscando. Lambi um dedo, deixando-o bem babado e lubrifiquei a entradinha. Encostei a cabeça e senti a primeira contração. Ela prendeu a respiração por um segundo mas relaxou logo depois. Fui empurrando devagar ao mesmo tempo que brincava com o grelo para mantê-la excitada. Empurrava um pouco e parava, dexiando-a relaxar novamente. Mais um pouco e parei de novo. E mais uma vez, e mais outra até que a cabeça do pau desapareceu dentro dela. "- Aaaaaaaaaaaah", ela gemeu.

- Está doendo, putinha?

- Está, mas está gostoso. Deixa ele parado dentro para eu sentir.....

- Sente meu pau lá dentro. A primeira pica dentro do seu rabo.

- Vem, mexe um pouquinho. Devagar.

Comecei um lento vai e vem, tirando só metade do pau. Ela começou a se masturbar e gemer baixinho. Passei a puxar mais o pau para fora, tirando quase tudo e enfiando de novo. Sempre devagar e com cuidado.

- Vem mais, vem mais. Fode minha bunda. Você não queria, filho da puta?

- Está gostando, não é, safada? Vou foder seu rabo gostoso.

- Vem, me arromba. Estou sonhando com isso há tempo demais. Come esse cú que é todo seu.

Levantei suas pernas e passei a meter mais forte. Ela gemia, falava putarias, rebolava apertando meu pau lá dentro e tocava uma siririca nervosa e rápida. Passei a tirar o pau inteiro e enfiar de novo. O cú dela já estava relaxado, aberto e delicioso. Aquela ex-santinha evangélica tinha nascido para ser puta e eu tinha que mostrar isso. A enrabada ao ar livre estava ficando cada vez mais gostosa e eu fodia seu rabo sem piedade, batendo com minha bolas em sua bunda. Dani começou a tremer, esfregar a buceta como louca e apertar meu pau cada vez mais. Gozou gostoso soltando um grito rouco, animal. Eu eu não aguentei. Cravei até o fundo e despejei minha porra dentro do cú que tanto cobicei.

Terminamos os dois deitados no deck, o sol quente nos fazendo suar. Ambos rindo e realizados. Só para quebrar mais um de seus hábitos, peguei uma cerveja para dividirmos. Ela, que não bebia, entornou com prazer. Na segunda já estava toda alegrinha, rindo à tôa.

Passamos o dia todo pelados pela casa como dois adolescentes. Trepamos diversas vezes, sem gozar, para aproveitar ao máximo o dia. Dormimos juntos, acordamos trepando, tomamos um longo banho de banheira e comemos pizza descongelada com as com as mãos, sentados no chão. Um dia memorável de sexo e intimidade que ela jamais havia experimentado.

Pouco antes do final da tarde, estávamos na sala de TV, assistindo a um filme pornô e nos masturbando. Ela ficou de quatro na minha frente e começou mais uma chupada deliciosa, babando bastante meu pau e brincando com meu saco. Eu a tocava por trás, enfiando os dedos na sua buceta gulosa de novo. Ela levantou-se, me beijou e, sem nenhum traço de vergonha, me deu o comando: "- Vem comer minha bunda de novo. Quero pau no rabo mais uma vez antes de ir para casa". Virou novamente, ficando de 4 e abrindo a bunda com as mãos. Meu pau quase bateu no queixo de tão duro. Me posicionei por trás dela e meti. A cabeça entrou sem esforço e empurrei o pau todo quase de uma só vez. Ela encostou o rosto no chão, levantando ao máximo os quadris e abrindo por completo o cú. Eu metia forte e ritmado, agarrando suas nádegas. Puxei seus cabelos com força, fazendo-a dar um gritinho se prazer e susto. Segurando-os como rédeas, continuei metendo naquela vagabunda maravilhosa, santinha do pau oco. Em pouco tempo ela gozou novamente, caindo de lado de olhos fehados e sorriso no rosto. Eu continuava duro. "- Agora para acabar quero beber sua porra outra vez. Quero ir para casa com seu gosto na boca".

Fui ao banheiro limpar meu pau e já voltei duro. Ela estava sentada no sofá, de pernas abertas e dos dedos trabalhando a bucetinha. Parei na frente dela, que se pôs a chupar-me. Repetindo um gesto que adoro, segurei sua cabeça e fodi sua boca como se fosse uma buceta. Ela cravou as unhas na minha bunda, me deixando ainda mais excitado. Meti até ela engasgar. Tirei o pau e me masturbei vigorosamente. Ela provocava. "- Isso, seu punheteiro. Me dá essa porra deliciosa. Goza na minha cara, me mela toda". Claro que obedeci, despejando jatos de esperma em seu rosto, testa, narz, boca, tudo. Uma autêntica cena de filme erótico. Ela engoliu o que pode e depois foi trazendo para a boca, com os dedos, o que estava espalhado na cara.

Felizes e saciados,nos despedimos por aquele dia. Eu viajaria a trabalho por alguns dias. Claro que teríamos mais diversão na volta, mas isso é outro capítulo.

Quem estiver curioso aguarde a próxima...

> Parte 5

bbbeerbreath@gmail.com

Autor: Bad Billy Beerbreath
Fonte: casadoscontos.com.br
O patrão ficou maluco!
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