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Minha EMPREGADA: De SANTA a PUTA em um mês! Pt. 3

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Minha EMPREGADA: De SANTA a PUTA em um mês! Pt. 3
Fonte Foto: nextsexsite.com
ATENÇÃO: Para aqueles que ainda não leram a segunda parte, recomendo fazê-lo para entender o contexto da história e entrar no clima.

> Parte 2

Acordei mais cedo que de costume, pois tinha uma reunião de trabalho importante. Morrendo de curiosidade para saber se Dani tinha ou não seguido minhas ordens, fui direto para a cozinha, mas não a encontrei lá. Dei uma olhada pelo resto da casa e nada. Provavelmente estava atrasada ou faltara ao trabalho sem me avisar.

Já arrumado e de terno, desci para a garagem do prédio. Ao sair do elevador, dei de cara com ela, que estava chegando.

- Bom dia, Seu Bruno.

- Bom dia, menina. Por onde você andava?

- Desculpe o atraso. O carro do Walter enguiçou e tive de vir de ônibus.

Ela estava usando sua "fantasia" de crente. Saiona comprida, camisa de pano branca fechada até o pescoço e sandálias. O cabelo estava preso. Não aguentei de curiosidade e, no meio da garagem e sem me importar se alguém chegaria, levantei sua saia. Meu dia melhorou imediatamente. Para começar ela estava sem calcinha por baixo. E, melhor que tudo, havia obedecido minhas ordens. A buceta estava totalmente depilada, lisa como bundinha de bebê. Meu pau foi de zero a 100 em um segundo, marcando visivelmente a calça.

- Ai, Seu Bruno. Não faz assim. Alguém pode chegar...

- Sem calcinha? Que safada.. O que deu em você? Queria dar para alguém no caminho?

- Acordei cheia de tesão e queria saber como é sentir o vento na buceta. Adorei. Acho que nunca mais vou usar calcinha...

- Que coisa mais linda, Dani. Sua bucetinha ficou um tesão. Estou com água na boca.

- O senhor não mandou? Eu tenho que obedecer.

- Vem comigo.

Ela veio caminhando comigo, sempre olhando para trás para ver se alguém apareceria. Ela morria de medo de algum porteiro dedurá-la ao marido, mas o tesão era mais forte e me seguiu até meu carro. "- Entra atrás". Ela obedeceu sem dizer uma palavra. Entrei junto e já fui colocando a mão na buceta. Estava bem molhada. Melei meus dedos e levei à boca para provar e ficar ainda mais em ponto de bala. Levantei a saia e fiquei admirando a obra de arte que se escondia por trás dos pêlos. Ela tinha uma buceta gorducha, fechadinha, rosada, e estava muito lisinha. Certamente havia se depilado com cera em algum salão. Fiquei imaginando aquela crente de pernas arreganhadas para a depiladora. Ela definitivamente havia perdido a vergonha. Eu só precisava dar mais corda.
Ajoelhei no chão do carro, abri suas pernas e coloquei aquele saião por cima da minha cabeça. Cheguei o rosto bem perto da buceta, aspirando aquele cheiro delicioso de mulher com tesão. Dei uma lambida beeeem lenta nos lábios e grelinho, sentindo seu gosto azedinho na minha lingua. Ela gemeu gostoso. Repeti a lambida, desta vez desde e entrada da buceta. Comecei a lamber também ao redor da buceta, enquanto ela rebolava e empurrava meu rosto para baixo. "- Chupa, chupa. Estou toda sensível e quero sua lingua." falou, quase chorando.

Abri ainda mais suas pernas e dei mais uma longa lambida, desta vez encostando de leve a ponta da lingua em seu cuzinho. Ela deu um pulo, assustada. Esperei alguns segundos e repeti a dose, desta vez de forma mais prolongada, lambendo suas pregas em movimentos circulares. "- Ai, ai. O que é isso, meu Deus? Que delícia..." ela gemia. Deixei seu cú de lado e voltei a chupar a buceta, agora me concentrando no grelo inchado. Chupei enquanto colocava dois dedos dentro. Ela seguia empurrando minha cabeça, como se tentasse me dizer que queria ser penetrada. Troquei os dedos por minha língua, enterrando bem fundo. Ela se debatia dentro do carro, arfando e pedindo para eu não parar.

Aproveitei o momento e coloquei um dedo na entrada do rabinho. Dani deu uma "congelada". Parecia que nem respirava, na expectativa do que eu faria. Voltei minha lingua para o grelo e comecei a lamber mais rápido e ritmado, ao mesmo tempo que ia colocando meu dedo vagarosamente para dentro do cuzinho dela. Aquele anel virgem somado ao nervosismo que a fazia contrair involuntariamete, tornavam a penetração dificil. Eu empurrava um pouquinho e aliviava quando sentia as contrações. Ela estava de olhos fechados, com uma expressão que misturava desconforto, curiosidade e desejo. Mantive meu ritmo, ganhando terreno aos poucos, até que meu dedo entrou todo.

- Ai meu Deus, que tesão. Meu cú está doendo mas está gostoso. Me chupa mais.

- Está gostando do meu dedo no seu rabo, minha putinha? Já tinha deixado alguém fazer isso?

- Nunca, nunca nem pensei nisso. E é tão boooooom.

- Então imagina quando eu trocar meu dedo por um pau duro...

- Não, tenho medo, não faz isso.

- Calma, guria. Esse rabinho vai ser meu, você não tem escolha, mas não precisamos ter pressa. Agora relaxa e aproveita...

Acelerei cada vez mais as lambidas, até que ela anunciou, quase gritando, "- Vou gozar, não para, não para!", e gozou dando tapas no banco do carro, nas minhas costas e na minha cabeça. Beijei sua boca e ficamos uns mintos abraçados, trocando carinhos. Eu já estava completamente atrasado, amassado e com a cara cheirando a buceta.

- Sobe que eu vou embora. Hoje volto tarde. Tem um presente para você no seu banheiro. Quero ter ver usando amanhã.

- Vou morrer de saudades. Quero sentir sua pica dentro de mim.

- Amanhã vou tirar o dia todo de folga e vamos trepar feitos bichos o dia inteiro. Venha preparada.

- Mal posso esperar.

Ela saiu do carro e fui para o trabalho, parando em um posto de gasolina para dar uma arrumda na roupa e lavar o rosto. Cheguei minutos antes do meu compromisso, sem despertar suspeitas. Reunião rolando normalmente quando meu celular vibrou indicando mensagem. Coloquei embaixo da mesa e abri para ver se era algo urgente. Era uma foto dela complemente nua, em frente ao espelho da minha suíte, sorrindo. Quase caí para trás. Meu pau endureceu de uma forma que nem um incêndio no prédio me faria levantar da cadeira. Tentei me concentrar e esconder minha reação. Aparentemente nnguém percebeu. Alguns minutos depois, outra mensagem. Sabia que não devia olhar, mas não resisti. Outra foto, desta vez da bunda dela, usando a calcinha vermelha fio dental, minúscula, que havia comprado para presentear minha mulher no reencontro pós-férias e transformara em presente para Dani. Aquela bundinha branca redondinha emoldurada somente pelos dois fios finíssimos era a visão do paraíso. Minha vontade era de tocar uma punheta ali mesmo. Logo depois veio a terceira mensagem: ESTOU LOUCA POR CARALHO. AMANHÃ É NOSSO DIA.

No intervalo da reunião fui ao banheiro e toquei uma punheta rápida para ajudar a me controlar. Nem isso funcionou e me arrastei pelo resto do dia, louco para reencontrar minha putinha particular movamente. De tempos em tempos olhava novamente as fotos e planejava como seria o dia de folga. Fui dormir bem tarde, depois de várias cervejas e muitos devaneios.

Na manhã seguinte acordei com um misto de susto e cócegas. Ainda naquele estado entre sono e vigília, demorei a perceber que a sensação estranha era a língua de Dani passando pelo meu saco. Sempre durmo nú, o que facilitou a surpresa dela. Abri os olhos com certa dificuldade e vi que ela estava somente com a calcinha vermelha. Me deu um sorriso lindo.

- Bom dia patrãozinho. Dormiu bem?

- Dormi bem, mas acordei melhor ainda.

- O senhor ainda não vou nada...

Dani voltou a lamber meu saco e chupar minhas bolas. Esfregava o rosto em meus pentelhos e punhetava meu pau delicadamente. Quem nunca foi acordado com uma chupada não viveu. Para um homem é um dos prazeres máximos. Depois de um bom tempo trabalhando no meu saco, Dani desceu um pouco e, repetindo meu gesto do dia anterior, passou a língua no meu cú. O que senti equivale a um choque elétrico.

Delicioso. Quase gozei instantaneamente, mas consegui controlar e prolongar a brincadeira. A lingua dela vinha do saco para o cú, subia pelo pau até a cabeça, descia novamente e recomeçava. A essa altura meu corpo já estava retesado, praticamente descolando da cama. Ela então engoliu meu pau inteiro, forçando para dentro da boca até seu nariz tocar em meu pentelhos. Uma verdadeira garganta profunda, surpreendente para quem, até poucos dias, sequer chupava pau. Comecei a gemer mais forte, agarrando os lençois e empurrando meu pau mais para dentro.

- Para, Dani. Quero te comer.

- NÃO. Hoje eu vou mostrar a puta em que você me transformou. Antes de me comer voce vai ter de me dar de mamar. Quero porra na boca.

- Quer porra na boca de novo, sua piranha? Gostou mesmo não foi?

- Para mim o gosto da sua porra é o gosto da liberdade. Quero mais. Quero sempre. Quero muita. Vem, me dá AGORA, seu cachorro safado, corruptor de mulher casada...

Era o que bastava. Puxei com força seus cabelos e bastaram duas ou três bombadas para meu pau explodir naquela boca maravilhosa. Gozei e gozei, como seu não acabasse nunca. Ela chupava com vontade, mamando minha porra e engolindo direto, de olhos fechados, faminta. Meu orgasmo foi tão intenso que meu pau nem baixou. Saí debaixo dela e posicionando-a de quatro, só puxei o fio dental para o lado e cravei de uma só vez naquela buceta lisinha e molhada. Ela gemeu, jogando a cabeça para trás. Comecei a fodê-la violentamente, bombando com força. Dei um tapa de leve em sua bunda. Ela deu um gritinho em tom de aprovação. Dei outro com mais força. Ela gritou novamente e passou a jogar a bunda contra meu pau, com força. Enlouqueci e passei a bombar com tudo, dando tapas que deixaram sua bunda toda vermelha. Segurei sua cintura com força e cravei como se não houvesse amanhã. Ela correspondia, rebolando e empinando a bunda cada vez mais. Passei a provocar novamente seu cú com um dedo. Ela parecia mais relaxada e enfiei com facilidade. Com o dedo dentro do cú conseguia sentir meu pau entrando e saindo, o que me excitou ainda mais. Em poucos segundos ela gozou ruidosamente, cravando o rosto nos travesseiros para abafar os gritos.
Caímos na cama, eu ainda de pau duro e ela exausta. Começamos a rir como duas crianças travessas. Nos beijamos com vontade, ela segurando meu pau.

- Nossa, ainda está firme! Que disposição.

- Nosso dia está só começando.

- Isso mesmo. O dia em que vou acabar com você, patrãozinho. O dia em que você vai comer meu rabo...

Será que alguém quer saber como a história continua ?

> Parte 4

Autor: Bad Billy Beerbreath
Fonte: casadoscontos.com.br
O patrão ficou maluco!
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