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Minha EMPREGADA: De SANTA a PUTA em um mês! Pt. 2

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Minha EMPREGADA: De SANTA a PUTA em um mês! Pt. 2
Fonte Foto: gatasnuasxxx.blogspot.com
ATENÇÃO: Para aqueles que ainda não leram a primeira parte, recomendo fazê-lo para entender o contexto da história e entrar no clima.

> Parte 1

A noite de segunda-feira custou a passar. Depois do que rolou entre mim e Dani, eu não conseguia desviar o pensamento do que viria depois. Ou melhor, o que EU faria depois com ela.

Me arrumei para sair de casa e fui à cozinha tomar café da manhã. Ela estava lavando louça, econstada na pia e de costas para mim. Usava uma calça mais folgada, não sei se por vergonha do dia anterior ou mera coincidência.

Não perdi tempo com hesitações e já cheguei encoxando-a por trás. Beijei seu pescoço sem dizer uma palavra. Ela quase deixou cair o prato que segurava. Deu um "cheiro" prolongado bem abaixo da orelha e ela gemeu baixinho. Ainda em silêncio, peguei firme na parta de trás de seu joelho e fui subindo pelo lado de dentro da coxa até alcançar a bunda. Apertei com força e toquei sua buceta por trás. "- Ai, meu Deus" ela suspirou, já se inclinando um pouco para a frente. Continuei com a bricandeira mais um pouco e, pegando-a pelos braços, virei-a de frente para mim para um beijo lento e profundo, minha lingua buscando a dela enquanto minhas mãos entravam por dentro da calça, descendo pela bunda. Empurrei meu pau contra sua buceta e comecei a esfregar lentamente. Ela praticamente se derreteu, me beijando freneticamente, dedos entrelaçados nos meus cabelos.

Passei minha mão na barriga dela e desci rumo à buceta. Coloquei meus dedos por dentro da calcinha... "- Você quer?" "Quero, quero, quero...". Enfiei dois dedos de uma vez só, sem preparação. Ela bambeou, suas pernas amoleceram e praticamente tive de segurá-la para que não caísse. Beijei-a mais uma vez, segurei seu rosto com ambas as mãos e, olhando bem nos olhos, ordenei. "- De joelhos. Quero meter meu pau na sua boca. Agora.".

Ela não titubeou. Ajoelhada, buscou meu pau, a essa altura já duríssimo e para fora das calças. Enfiou na boca de uma vez só, com vontande, começando uma chupada rápida e violenta. Parecia faminta de pau. O que pode ser melhor que começar o dia com um boquete em pé na cozinha? Tirei o pau da boca dela e comecei uma surra de pica no rosto, batendo com força nas bochechas, no queixo e na boca. Ela, de olhos bem abertos e me encarando, parecia adorar ser dominada. Percebendo sua postura submissa, enfiei o pau novemente, segurei sua cabeça com firmeza e passei a puxar para frente e para trás, ditando o ritmo.

- Chupa, chupa, sua vagabunda... Ficou com saudades do meu pau?

- Fiquei.... Respondeu meio encabulada.

- E deu para aquele bunda mole do seu marido?

- Não. Fiquei pensando no senhor....

- Então chupa mais, que esta semana você vai
aprender a ser minha putinha. Vou te ensinar o que você já devia saber faz tempo...

Ela se excitou com a putaria e começou a chupar cada vez mais forte, mexendo nas minhas bolas com uma das mãos e se masturbando com a outra. Eu bombava aquela boca como se fosse uma buceta e ela me surpreendia engolindo meu pau todo sem engasgar. Eu havia encontrado uma boqueteira nata. Acelerei meus movimentos e senti que ia gozar. "- Engole, engole. Bebe minha porra que esse é o seu café da manhã.". E soltei as golfadas, enchendo a boca dela de leite e segurando sua cabeça para que ela nao pudesse fugir. Nem precisava... Dani passava a lingua na cabeça do meu pau e foi engolindo o esperma, desta vez sem deixar cai nada.

Levantei-a do chão, voltei a enfiar os dedos na buceta dela e falei baixinho no ouvido. "- Minha boqueteira gostosa. Me espera que venho mais cedo e vou te comer hoje. Essa bucetinha vai ser minha pela primeira vez. Vai se divertindo com os filmes até eu voltar".

Guardei meu pau, dei as costas e saí, deixando-a a ver navios...

Trabalhei quase o dia todo com a cabeça oca, pensando somente em voltar para casa. Era o dia de eu mostrar a ela como se fode um buceta. Avisei a meu chefe que estava com alguns assuntos pessoais para resolver e precisaria sair mais cedo alguns dias durante a semana. Com o consentimento dele, fugi correndo para casa.

Entrei quieto como eu gosto de fazer e fui direto para a porta do escritório. Como eu esperava, Dani estava assistindo filmes pornôs e se masturbando, ainda vestida.

Quando me viu na porta abriu um enorme sorriso, mas não parou. Ficou me olhando com uma mão mexendo nos seios sob a camiseta e outra dentro das calças. Fui até ela e dei-lhe um beijo. Troquei a mão dela pela minha.

Ela estava encharcada, com a calcinha pingando. Fiz sinal para ela ela levantasse da cadeira, tirei sua calça. Ficou de calcinha bege, grande e sem graça, melada e manchada de tesão. Puxei de uma só vez para baixo, atirei-a no sofá, de costas, tirei meu pau sem sequer tirar a roupa e encostei bem na entradinha. Ela começou a se mexer feito uma cobra, mordendo os lábios e passando a mão na cabeça do pau. Eu só provocava, passando o pau na entrada e batendo de leve no grelinho, a essa altura já bem inchado.

- Vem, seu Bruno, vem...

- Quer minha pica, sua piranha? Então pede.

- Eu quero, eu quero.

- Pede direito. Diz que quer minha pica. Quero ouvir você falando putaria. Eu gosto é de mulher safada.

- Quero sua pica. Vem, enfia ela em mim.

- Então diz que você é minha vagabunda, minha puta.

- Eu sou sua puta. Sempre quis ser e nunca tive coragem. Vem, me come, me usa...

Fui enfiando bem devagar meu pau naquela buceta peluda e pingando de tesão. Bastou meu pau entrar todo pela primeira vez e ela gozou, gritando de prazer e mordendo o lábio inferior. Parecia que aquele orgasmo estava preso dentro dela há anos. Não parei e comecei a bombar em ritmo lento e constante.

Ela gemia, rebolava, falava coisas desconexas e trançava suas pernas nas minhas costas.

Acelerei um pouco o ritmo, fodendo com firmeza. Mantive a pressão até sentir que ela estava para gozar de novo. Parei e tirei o pau.

- Não pára Seu Bruno, por favor.

- Vem cá. Tira essa camiseta que quero ver seus peitos. Agora senta aqui no meu pau.

Sentei no sofá e ela veio por cima, totalmente nua, encaixando meu pau na buceta.

Enquanto ela subia e descia, fui chupando os biquinhos daqueles seios branquinhos, sem uma marca de biquini. Primeiro devagar e com carinho. Aos poucos fui aumentando a intensidade, enfiando na boca o máximo que podia. Ela tinha seios de médios para pequenos, durinhos como de uma adolescente. Eu mamava enquanto sentia sua xota mastigando meu pau. O cheiro de sexo dominavva o ambiente e ajudava a me deixar cada vez mais afoito. Sem avisar prendi o bico de seu seio entre meus dentes e fui apertando devagar. Ela explodiu: "- Aaaaaah. Isso. Morde, morde. Que delícia". E gozou novamente. "- Agora é minha vez.", eu disse enquanto girava meu corpo deixando-a deitada no sofá comigo por cima. Coloquei suas pernas sobre meus ombros e passei a foder com toda força, descontrolado.

"- E agora, vadia? O que você quer?"

"- Goza dentro, por favor. Me enche. Quero sentir seu gozo na minha bucetinha".

Não dava mais para segurar. Meti com tudo, segurando-a abaixo dos joelhos e arreganhando suas pernas o máximo que pude. Meu gozo veio violento, delicioso. Gozei tudo dentro, deixando meu corpo cair sobre o dela. Nos beijamos mais uma vez, quase mordendo a lingua um do outro.

Rolamos para o chão e ficamos deitados no carpete, nus, ofegantes. Quando voltamos ao normal começamos a conversar com mais intimidade. Ela confessou que, apesar de constrangida, estava realizando fantasias. Que sempre teve vontade de trepar por trepar mas jamais teria tido coragem se eu não a tivesse provocado. Eu provoquei um pouco mais, perguntando se ela estava satisfeita ou se eu podia continuar a testar seus limites. Ela sorriu maliciosa, à vontade, e disse que já tinha perdido todos os limites e queria aproveitar ao máximo antes que minha mulher voltasse para casa. Aproveitei então para fazer algo que já me passava pela cabeça. Entrelacei meus dedos em seus pentelhos e puxei de leve. "- Amanhã quero ver essa bucetinha peladinha. Não sei como você vai fazer nem o que vai dizer ao seu marido. O problema é seu. Não quero ver nem um fio de cabelo ou você vai ficar sem meu pau. Aqui mando eu e é melhor você me obedecer".
Estava lançada a isca para mais uma aula de sexo....

Continua...

> Parte 3

Autor: Bad Billy Beerbreath
Fonte: casadoscontos.com.br
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