(Fechar X)
Promoção Produtos Importados Br
Projeto Pornô
Publicidade1
Projeto Pornô
   
Comprar Produtos Adultos Importados (Embalagem Discreta)
Home
Vídeos
Fotos
Artigos
Contos Eróticos
Anuncie Anuncie
Parceria Parceria
Home   

Contos Eróticos

  

Emprego / Trabalho

Contos Eróticos  

Minha EMPREGADA: De SANTA a PUTA em um mês! Pt. 1

  Tamanho da Fonte:
Diminui Tamanho Fonte -    Aumenta Tamanho Fonte+
Imprimir Imprimir

Minha EMPREGADA: De SANTA a PUTA em um mês! Pt. 1
Fonte Foto: 68porn.com
Danielle, ou Dani como ela prefere ser chamada, começou a trabalhar na minha casa há dois anos. Muito eficiente, caprichosa e carinhosa com minhas filhas, rapidamente conquistou seu espaço na família e certa liberdade com minha mulher.

Vinda de uma família evangélica do interior de MG, Dani tem a mesma história de vida que inúmeras meninas que todos conhecemos. Família grande, conservadora, mãe omissa, pai violento e um casamento precoce com outro evangélico para sair logo de casa. O pouco tempo que tinha de lazer passava na igreja ou em casa com o marido e os filhos pequenos.

Apesar de ter apenas 23 anos, se vestia como uma típica senhora crente: blusas largas e fechadas, saia comprida até os tornozelos, cabelos presos e nenhuma maquiagem. Era bonita de rosto, bem branquinha e, pelo pouco que as roupas me deixavam perceber, nem gorda nem magra demais. Era alegre e falante com Ana, minha mulher, mas comigo sempre foi muito tímida e reservada. Eu também nunca encurtei a distância e a tratava com certa cerimônia.

Com o passar do tempo, incentivada por ter ganho algumas peças usadas de minha mulher, passou a trocar de roupa antes de começar a trabalhar. Passava o dia de calças tipo legging justas e camiseta, voltando a se “fantasiar” de crente na hora de ir para casa. Até mesmo porque o marido ciumento a esperava na portaria do prédio...

Passei a reparar melhor nela e evidenciar o que as roupas escondiam. Dani tinha uma bundinha redonda, barriga lisinha e seios médios. Um biótipo de falsa magra, desperdiçado sob todo aquele pano. Por falar em desperdício, a convivência com Ana foi gerando alguma intimidade e, aos poucos, os detalhes de sua vida iam aparecendo. O casamento tedioso, a falta de dinheiro, o excesso de religião, a pressão por mais filhos e a falta de jeito do marido na cama. Ela falava e Ana, fofoqueira, me contava tudo à noite. Não sei se era para me testar, mas eu fazia cara de paisagem e fingia não dar muita bola. Sempre preferi ficar quieto, não levantar suspeitas, e me contentar em admirar aquela bundinha passeando para lá e para cá durante meu café da manhã.

A coisa seguiu assim por um bastante tempo, até o dia em que minha mulher e minhas duas filhas viajaram sozinhas para passar as férias na casa da minha sogra em São Paulo. Como o trabalho me impedia de viajar naquele momento, fiquei sozinho em casa. Como saio cedo e volto tarde, Dani ficava praticamente o tempo todo sozinha.

Em uma quarta-feira decidi ficar trabalhando em casa. Temos um quarto vazio que me serve de escritório e ninguém entra quando estou usando. Já fazia quase uma semana que estava sem mulher e acabei desviando minha atenção do trabalho para a sacanagem. Navegando por sites eróticos comecei uma punheta sem sequer me lembrar de trancar a porta. Dani também parece ter esquecido que eu estava em casa, pois subitamente entrou no escritório sem bater. Situação ridícula: eu de pau na mão e ela parada com cara de espanto na porta. Saiu rapidamente e eu fiquei lá me sentindo um idiota. Não saí do escritório até o final da tarde, quando ela já tinha ido.

Na manhã seguinte nos demos bom-dia e ela olhava mais para o chão que para a frente, tentando evitar contato. Cansado da saia-justa, decidi quebrar o clima:

- Dani, desculpe a situação de ontem. Esqueci de trancar a porta e deixei você constrangida.

- Desculpe, seu Bruno. Não devia ter entrado sem bater.

- Não vamos fazer tempestade em copo d’água, afinal todo mundo faz o que eu estava fazendo.

- Todo mundo? Perguntou ela com uma cara que misturava surpresa e curiosidade.

- Claro, por quê? Você e seu marido não fazem?

A resposta dela saiu tão baixinha que quase não ouvi: "- Não... O Walter diz que é pecado."

Foi o que bastou para atiçar minha curiosidade. "- Então você nunca assistiu a um filme erótico?". Ela balançou a cabeça negativamente, visivelmente constranginda. "- Mas você tem vontade?". Ela ficou vermelha e pediu licença, dizendo que tinha muito serviços a fazer, e saiu em direção à cozinha. Saí para trabalhar e não a vi mais naquele dia, que passei enlouquecido. Aquela menina devia estar tremendo de curiosidade e eu tinha de fazer algo.

No outro dia, ao sair para o trabalho, deixei meu computador ligado, um filme pornô aberto no tocador de vídeos e o diretório onde guardo todo o material erótico aberto. Ao retornar à noite, fui conferir o histórico e constatei que ela havia aberto quase todos os arquivos. Deve ter passado metade do dia colada no computador. Isso era o sinal que eu precisava.

Na segunda-feira seguinte cumprimentei-a normalmente e fui trabalhar. Desta vez deixei o PC desligado. Voltei mas cedo, no meio da tarde. E fui à cozinha. Dani estava terminando o serviço. Estava decidido e perguntei sem rodeios:

- Gostou dos meus vídeos, Dani?

- O que, seu Bruno?

- Você sabe, Dani, os vídeos eróticos que você passou a sexta-feira vendo...

Ela ficou vermelha na hora e começou a gaguejar. Não conseguia esconder. Contei a ela que passara o fim-de-semana selecionando uns filmes especiais para ela e estava curioso em saber se ela queria ver.

- Amanhã?

- Não, Dani. Agora.

- Junto com o senhor?

- Claro. Pode ficar tranquila que só vamos ver os filmes e mas nada. Afinal você é casada...

Ainda muito tímida, ela concordou, desde que eu ficasse longe dela. Coloquei as cadeiras afastadas e iniciei minha sessão especial de cenas baixadas da web. Comecei com algumas mais leves, só casais. Passei para chupadas em close, trepadas mais violentas e sexo anal, percebendo que ela esfregavas as pernas juntas e respirava ofegante. Comecei a mostrar surubas e dupla-penetração. Ela não desviava o olhar da tela e segurava firme os braços da cadeira.

- Dani, não consigo ver esses filmes parado. Você se importa se eu segurar meu pau?

- Não, seu Bruno. O senhor é quem sabe...

Coloquei o pau duro para fora e comecei a me masturbar devagar. Ela alternava o olhar entre a tela e meu pau. Às vezes fechava os olhos e respirava fundo.

- Por que você não faz o mesmo?

- Tenho vergonha.

- Não se preocupe. Ninguém vai saber e você pode ficar vestida.

Ela colocou, hesitante, mão na buceta, sobre a calça, quase imóvel. "- Coloca dentro que você vai gostar mais....", provoquei. Ela desceu a mão pela barriga, colocou dentro das calças e começou uma sirica lenta. Evitava me olhar nos olhos. Na tela uma suruba de umas 20 pessoas mostrava de tudo ao mesmo tempo. Ela acelerou cada vez mais os movimentos e agia como se eu não estivesse ali. Retesava as pernas, apertava os seios sobre a camiseta e começou a tremer, gozando na minha frente, mordendo os lábios.

Cheguei mais perto dela, puxei sua mão e coloquei no meu pau. Ela levou um susto, tirou a mão por um momento, mas voltou a segurar firme. Começou uma punheta vagarosa, com jeito de quem não sabe bem o que está fazendo. Coloquei a mão em sua coxa e fui subindo em direção à buceta. Ela segurou minha mão e me pediu para parar. Atendi, ficando para de pau duro do lado dela.

- Deixa eu ver sua buceta?

- Não, nós combinamos que não...

- Se você não mostrar, como eu vou poder te chupar?

Acho que ela nunca havia sido chupada. Bastou eu falar e ela, com uma cara de culpa e desejo, foi puxando calça e calcinha para baixo, revelando uma buceta peludinha de mulher que não tem motivo para se depilar. Toquei de leve com os dedos e puxei sua cabeça para um beijo. A menina quase engoliu minha língua, apertando as coxas em torno da minha mão. Empurrei sua cadeira, ajoelhei, abri suas pernas e caí de boca. Seu cheiro forte e delicioso me deixou doido e eu metia a língua fundo, chupava o grelinho, beijava os lábios, colocava um dedinho dentro. Ela pareceu perder o controle e rebolava, segurava meus cabelos, puxava meu rosto de encontro à buceta e gemia bem alto, até que gozou mais uma vez, deixando meu rosto completamente melado.

Nos abraçamos e ela veio novamente me beijando com vontade, chupando meus lábios. Me olhou nos olhos, já bem menos tímida.

- E agora Seu Bruno?

- Vai me deixar assim de pau duro?

- Hmmm... Posso chupar seu pau como nos
filmes? O Walter nunca me pediu isso...

- Vem cá e me chupa, safadinha.

Ela abaixou e passou a imitar o que havia visto na tela. Lambia em torno do meu pau, com uma falta de jeito que tornava tudo ainda mais excitante. Abocanhou a cabeça e começou uma chupada rápida, um pouco afoita. Aos poucos foi pegando o jeito e passou a tirar tudo, lamber a cabeça e voltar a engolir. Eu puxava seus cabelos e fodia gostoso sua boca. A menina era inexperiente mas tinha um enorme talento. Esfregava meu pau no rosto, de olhos fechados, lambendo de cima a baixo. Parecia ter descoberto um brinquedo novo e excitante. Precisei me controlar para curtir o momento, fazê-lo durar... Dani segurou meu pau e começou uma punheta ao mesmo tempo que chupava com bastante saliva na boca, fazendo aquele barulho molhado que me tira do sério. Eu apertava seus seios sobre a camiseta e desfrutava da chupada. Comecei a sentir meu gozo chegando.

- Pare, Dani, se não eu gozo...

- Pode gozar, Seu Bruno. Como nos filmes.

Estou sonhando com isso desde a semana passada.

Não aguentei ouvir isso e enchi a boca dela de porra.

- Quer porra na boa, putinha. Então toma, toma tudo. Engole o que seu marido não te dá..."

Dani gemia, babava meu esperma e continuava me punhetando. Gozei como há muito não gozava. Quando ela levantou a cabeça tinha os cabelos desgrenhados e o rosto todo melado.
Eu esperava uma crise de choro, de remorso, de medo. Mas ela me deu um sorriso quase angelical, mais um beijo, agradeceu e foi se trocar pois o marido a esperava. Eu sabia que não íamos parar por aí. Ela ainda tinha muita coisa para descobrir.

Continua...

> Parte 2

Autor: Bad Billy Beerbreath
Fonte: casadoscontos.com.br
O patrão ficou maluco!
Cupom de desconto do novo parceiro do ProjetoPornô: P10D2AAP
Acesse www.produtosimportadosbr.com.br e aproveite o nosso desconto!


views 4480


tags:

emprego 

trabalho 

serviço 

empregada 

doméstica 

santa 

puta 

capítulos 

santinha 

safada 

punheta 

esperma 

infidelidade 

infiel 

traição 

adultério 

casada 

fantasias 




Novidades:




  Contos Eróticos Relacionados

Uma delícia de babá

Meu nome é Carlos Eduardo, sou casado. Essa história é sobre uma garota contratada para cuidar do meu filho, chamada Bruna.

views 3015

Almoço Comercial

Levantei o vestido e deixei aquela bunda redondinha desnuda. Pincelei o rego da sua bunda e desci...

views 2286

Escondida com o Chefe

Esse conto se passa na época em que trabalhei de assistente num escritório que lidava com...

views 2941

Entrevista de emprego

Ele levantou-se, perguntando se podia ver o uniforme melhor, aproveitando para passar a mão pelas nádegas...

views 4219

Happy hour com a Recepcionista

Ela veio até mim, parando ao meu lado e me beijando, enquanto segurava e alisava meu pau. Pegou no criado-mudo uma...

views 2030
 
 
Parceiros & Links Recomendados Recomendados!

1. 2. 3. 4. 5.
6. 7. 8. 9. 10.
11. 12. 13. 14. 15.
16. 17. 18. 19. 20.
21. 22. 23. 24. 25.
26. 27. 28. 29. 30.
31. 32. 33. 34. 35.
Videos De Putaria     KiNovinhas     http://www.rodiziodegatas.net/     CNN Sexo     xvideos porno     Novinha Tesuda

> Xvideos Pornos        > Só Putinhas        > Brasileiras Putas        > Mulheres a foder

> Comendo sua Mãe        > Gatas Quentes        > Portal da Putaria        VAZOU NO WHATSAPP


*ATENÇÃO: Clique aqui para entrar em contato conosco para denunciar um site acima que tenha conteúdo ilegal/malicioso ou contaminado!
> Clique Aqui e cadastre-se para se tornar um Parceiro do Projeto Pornô® <
 
 
    porno     pornô     videos porno     fotos eroticas     sexologia     contos eroticos     gostosas     novinhas

    amadora     xoxota     buceta     atriz porno famosa     sexo oral     bunda     traição     bundas

    xoxota     sexo oral     putaria     bucetas     porno    bucetinhas    contos eróticos
 
Violência Contra a Mulher: DENUNCIE! Todos Contra a Pedofilia!
Site Proibido Para Menores de 18 anos! Site Proibido Para
Menores de 18 anos!
Copyright © ProjetoPorno.com.br, Todos Direitos Reservados  -  Contato   Retirar Conteúdo
Melhor Visualizado na resolução: 1024 x 768 px.