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Meus primos

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Meus primos
Fonte Foto: taurnillossehelin18.wordpress.com
Tenho dois primos da minha idade, o Adriano e a Clarisse. Costumamos passar férias juntos na quinta dos nossos avós e foi lá que aconteceu esta aventura. Eu e o meu primo somos bastante apegados, não largamos um do outro e onde está um pode encontrar-se o outro. Também costumamos conversar bastante e brincamos muito. Em relação à minha prima, como ela é dois anos mais velha que nós, não costumamos inclui-la no nosso mundo, mas tudo mudou neste Verão.

Estávamos a brincar no rio, como sempre fazíamos, eu e o meu primo, num sítio ideal para as nossas brincadeiras de miúdos na idade das descobertas. Aí o rio formava uma pequena piscina com a água a dar-nos pelos joelhos, de modo que nos podíamos deitar à vontade e ficar cobertos pela água. No meio da brincadeira lembra-mo-nos de ficar todos nus, queríamos experimentar nadar em pêlo. E assim fizemos, tiramos os calções e continuamos a brincar. Provavelmente por sermos tão íntimos, nem nos incomodamos em ficar com os nossos paus rijos na frente do outro, mas começámos a sentir-nos estranhos.

Decidimos ver qual de nós tinha o pinto maior e começamos a medi-los. O meu ficava apenas com a cabecinha fora da mão, mas o dele saía ainda um bom bocado. Ele deu a desculpa que a mão dele seria mais pequena que a minha e propôs cada um agarrar no pau do outro. E assim foi, eu agarrei-lhe no pau, que mesmo assim saía um bom bocado da minha mão, e ele agarrou no meu. Assim que senti a mão dele em volta do meu pau, um arrepio subiu-me na espinha e, instintivamente, comecei a masturbar o pénis do meu primo. Um sorriso esboçou-se nos lábios dele e, ajoelhados que estávamos no meio da piscinazinha, retribuiu o gesto e aproximou a sua cabeça da minha, encostando a sua boca nos meus lábios. Beijamo-nos enquanto continuávamos a acariciar o outro.

Os nossos pénis estavam com as cabecinhas rosadas à tona de água, de modo que, quando nos viemos o leite aterrou no peito do outro. Assim que acabei de me vir, vi o Adriano descer de boca aberta até ao meu pénis, ainda teso, e engoli-lo inteirinho no seu interior. Eu larguei o seu e recostei-me para trás apreciando assim aquela visão.
Não tardou muito até eu encher aquela boca com o meu leite. A sua perícia era tal que não consegui aguentar muito tempo. Ele engoliu tudo e limpou-me o meu pénis. Pôs-se de pé, com o seu pau já teso, e foi a minha vez de chupar e matar a sede. Imitei-o o melhor que pude e quando menos esperava, senti a minha boca ser invadida por um líquido quente e viscoso, de sabor estranho, mas que engoli com prazer.

Assim que nos deitamos na água novamente, assustamo-nos ao ver a Clarisse na nossa frente.

"Bem, eu nunca pensei que tivesse um primo assim! O Adriano eu já suspeitava, agora tu!? Estou muito espantada!"

Os dois estávamos brancos e não sabíamos o que fazer, nem dizer. Ela acrescentou:
"Podem ficar descansados que eu não conto a ninguém, mas... Vou pedir-vos algo em troca!"
Olhamos um para o outro, surpresos, e depois para ela, à espera do pedido.

"Vão ter que comer o rabo um do outro, e eu vou ver!"

O Adriano respondeu logo que sim, mas eu ainda hesitei um pouco. Nunca tinha dado o meu rabinho, aliás nunca tinha feito nada do que fizera ali há momentos. Depois de alguns segundos também aceitei, pois ela prometera que não contava a ninguém, logo ninguém saberia daquilo também.

O meu primo sabia que eu era virgem, por isso ofereceu-se para ser o primeiro. Sentei-me na água, com as pernas esticadas para a frente e apoiado nos braços. Ele acocorou-se à minha frente e começou a enfiar o meu pénis no seu buraquinho apertado. Foi uma sensação estranha sentir o meu pau a ser engolido por algo tão apertado, mas ao fim de uns movimentos já me tinha habituado e estava a ter bastante prazer. O Adriano gemia enquanto subia e descia empalado no meu pau, e a Clarisse estava sentada na nossa frente a observar-nos. De vez em quando eu olhava para ela e via a coçar-se entre as pernas. Aquilo estava a dar-me imenso prazer e decidi massajar o meu primo. Com uma das minhas mãos agarrei-lhe no membro, que estava duro, e comecei a bater-lhe uma punheta ao mesmo ritmo que ele subia e descia em cima de mim.

Alguns minutos depois senti a minha mão ficar molhada e no mesmo instante enchi-lhe o cu de leite quente.

Chegou a minha vez de receber uma piça no meu rabo virgem. A Clarisse comentou que ia gostar do que ia ver agora. O Adriano sentou-se na água e foi molhando o seu membro flácido, que ia crescendo entre os seus dedos. Eu estava um pouco nervoso, mas excitado. Pus-me de cócoras entre as pernas dele e fui descendo devagar. Ele ia direccionando o pénis de encontro ao meu buraquinho e de repente senti a cabeça encostada na entrada. Forcei a entrada dela descendo um pouco mais, e um arrepio percorreu-me a espinha. Gostei do que senti e desci um pouco mais, sentindo desse modo o pau duro do meu primo a entrar mais e mais. Alguns segundos depois já descia e subia com alguma rapidez, sentindo aquele pau a preencher o meu cu.

Olhei para a Clarisse e ela estava ajoelhada, bem na nossa frente, a esfregar a sua xaninha por cima dos calções. Olhou-me nos olhos e sorriu marotamente, dizendo:

"Então o priminho também gosta de uma torinha enterrada no cu, hem!?"

"Oh, sim! É bom!" Consegui murmurar.
"Então irmãozinho, despacha-te que os meus buraquinhos estão a precisar de ser preenchidos!"

Não foi preciso esperar muito para o meu cu ser inundado por um líquido quente e viscoso. Era uma sensação estranha, mas muito boa, sentir algo molhado a entrar no meu rabo. Saí de cima do meu primo e aproximei-me da minha prima. Ela olhou para mim com um sorriso malicioso e um olhar excitado, e disse:

"Chega-te cá, que agora quem vai mamar vou ser eu!"

Eu obedeci prontamente, e, aproximando-me dela, vi o meu pénis a desaparecer na sua boca. Os movimentos da sua língua e as suas chupadas fizeram-me largar a minha carga na sua boca, que ela engoliu toda. De seguida pôs-se de pé e despiu-se ali na nossa frente. Vi aparecer dois seios já grandinhos, com as auréolas bem rosadas, e uma pequena penugem entre as suas pernas esguias. Mandou-me deitar no chão e, quando o fiz, acocorou-se entre as minhas pernas, enfiando de uma só vez o meu membro que se entesara novamente com a visão do seu corpo nu. O Adriano, por seu lado, posicionou-se por trás dela e, guiando o seu pau, enfiou-o no cuzinho da sua irmã. Começaram a mover-se como um só, proporcionando prazer aos três.

Estivemos assim alguns minutos, o meu pénis começava a doer-me, mas eu fazia tudo para poder aproveitar aquela racha quentinha.

Gemíamos os três ao mesmo ritmo, até que o meu primo avisou que se estava a vir. A minha prima pedia-lhe que ele lhe enchesse o seu cuzinho, ao mesmo tempo que me pedia que continuasse assim como estava. Não tardou muito até eu sentir o meu primo abrandar e a minha prima aumentar o ritmo. Ela gritava que estava quase e pedia-me para eu lhe encher a ratinha de leite. Eu não aguentei mais e despejei todo o leite que ainda tinha dentro dela, que nessa altura se vinha violentamente em fortes espasmos.

Depois de nos acalmarmos fomos banhar-nos no riacho. O pénis doía-me e não conseguia pô-lo em pé, mas o Adriano estava do mesmo modo. A Clarisse decidiu, então, que nos deixaria descansar por aquele dia, mas que a teríamos que compensar noutra altura.

Autor: Sérgio Rodrigues
Fonte: contoseroticos.mundopt.com
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