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Meu vizinho barulhento

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Meu nome é Deise e moro na periferia de São Paulo. Meu marido é caminhoneiro e vive viajando. Costumava ir com ele mas depois que nosso filho nasceu, passei a ficar em casa. Fazia uma semana que meu marido estava na estrada e eu já estava morrendo de saudades. Sou morena, 1,60 m, cabelos curtos e liso, bonita de rosto e tenho um corpão. Antes de engravidar, era magrinha e acinturada, e meus seios grandes e minha bundinha se destacavam. Com a gravidez engordei bastante e não consegui perder todo peso que ganhei. Meus seios e minha bunda ficaram enormes e minha cintura, apesar de ter aumentado bastante, ainda parecia fininha. Deixei de ser uma gostosinha de 50 kg para ser uma gostosona de 65 kg. Já fazia dois anos que não viajava mais com ele e ainda não havia me acostumado com trepas quinzenais. Nem me masturbar com o consolo conseguia, pois nosso filho não saía do meu lado e até dormia na minha cama.

Naquele dia um vizinho começou a tocar um funk tão alto que nem conseguia ouvir meus pensamentos. Meu filho chorava com barulho ensurdecedor. Felizmente ele não entendia aquela letra que era indecente. Peguei o menino e o levei para a minha amiga, apenas três casas da minha, e pedi para ela tomar conta porque ia quebrar o pau com o vizinho. Na conversa não adiantava. Vários moradores da rua tentaram e até já saiu briga, mas o desgraçado insistia alegando que durante o dia não havia lei do silêncio.
Toquei a campainha, bati na porta, chamei pelo nome, e nada. Forcei a porta e ela se abriu. Entrei na casa que tremia com o barulho ensurdecedor. Não conhecia a casa e fui entrando em cada cômodo até encontrar o quarto do canalha. Abri a porta e vi o rapaz na frente do computador.

Ele via um vídeo de sacanagem e se masturbava. Com aquele barulho, ele não percebeu minha presença e continuava mexendo o cacete. Meu vizinho era um rapaz desempregado de uns 22 anos, negro, magro e alto. Chamava-se Carlos mas era chamado de Juninho. Fiquei impressionada com seu cacete. Ele tinha fama de ser muito bem dotado e algumas garotas tinham medo dele dele. Seus 25 cm de rola muito grossa realmente assustavam. Fiquei sem ação por um instante. A falta de sexo fez eu perder a cabeça e aproximei-me dele. Alisei seu peito e ele tomou um susto enorme, quase caindo da cadeira. Segurei seu cacete e abaixei para chupá-lo. Juninho abriu um sorriso e passou a empurrar minha cabeça para baixo fazendo seu pau bater na minha garganta. Por mais que tentasse, não conseguia engolir alguns centímetros além do cabeção. Parei o boquete pois meu queixo doía. Eu tirei o vestido que usava e mostrei meu corpão. Gostava de usar o mesmo tamanho de roupas de baixo da época que era magrinho. O sutiã parecia que ia estourar com o volume que segurava e a calcinha ficava totalmente enfiava na bunda e na xoxota. Juninho abriu meu sutiã e libertou meus melões do aperto. Ele chupou um com muito esmero, depois o outro com a mesma dedicação. Teve dificuldade para abaixar minha calcinha devido o aperto, mas quando viu minha xoxota depilada, abriu um sorriso. Deitei na cama e ela caiu de boca na minha boceta sedenta e melada. Eu gemia alto, mas com o som, nem ele conseguia ouvir. Gozei rapidinho na sua boca e voltei a chupar seu cacete.


metendo de quatro


Fiquei de quatro e senti sua vara penetrar minha xoxota. Que delícia! Estava matando a fome de rola que me afligia a dias. Juninho socava forte e fundo. Eu rebolava na sua rola sem parar. Sentia o pau bater no fundo da xoxota, preenchendo-me toda. Minha boceta estava sendo arrombada. Estava acostumada com os 18 cm do meu marido, e além disso, a diferença da grossura era enorme. Juninho metia feito um cavalo e fez eu gozar novamente. Continuei de quatro, parada, apenas recebendo suas deliciosas cravadas na bucinha. Juninho enfiou um dedo no meu cuzinho. Meu marido é culpado por eu sentir tesão no cu. Antes de namorá-lo, morria de medo de dar a bundinha, mas meu marido não só conseguiu comer meu cuzinho como fez eu tomar gosto pela coisa. Só que aquentar o pau do Juninho no cu seria outra história. Como dizem, quem tem cu tem medo, e o pau do Juninho colocava medo até na bicha mais arrombada.

Infelizmente (ou felizmente) o Juninho não não estava nem aí para ditados populares, ele tirou o pau da minha xoxota e colocou no meu cu. O cabeção nem havia entrado e eu estava esperneando de dor. Tentei fugir mas ele me segurou deixando-me debruçada na cama. Eu gritava a plenos pulmões mas era inútil, pois com aquele barulho nem eu conseguia ouvir. Não sei como ele pegou o gel, mas senti que passava no meu rego. Ele voltou a forçar o pau na minha bunda. A dor parecia que ia me matar. Tentei fugir mas não consegui. Minha visão escureceu por um tempo e as pernas ficaram moles. Seu pau penetrou meu cuzinho até ficar todo dentro. A dor era tamanha que eu tentava respirar com cuidado para aliviar. Eu chorava de desespero. Juninho comia meu cu sem dó, enfiando até o talo. Ele não gozava fácil. Ficou socando por um bom tempo. Eu estava acostumando com o estupro anal e a dor não incomodava tanto. Foi então que me peguei mexendo o quadril. O tesão tomava conta do meu corpo. Comecei a força a bunda para cima na tentativa de ficar de quatro. Ele percebeu e ajudou. Fiquei de quatro e forçava a bunda para trás. A dor, de intensa e torturante, virou um tempero para meu tesão no rabo. Foram mais alguns minutos de um louco prazer masoquista. Juninho começou a meter mais rápido e mais fundo. Comecei a tocar siririca e senti que minha xoxota estava melada de porra. Ele havia gozado na xoxota sem que eu percebesse e como seu pau continuou duro, continuou metendo. Quando gozei senti ele cravar seu cacete no meu cu e seu pau latejar. Juninho gozou junto e encheu meu cu de porra.

Caímos deitados na cama e seu pau amoleceu dentro do meu cu. Naturalmente escapou e a porra escorreu para fora. Demorei um pouco para recuperar o fôlego e pedi para ele baixar o som. Ele desligou o aparelho e perguntou o que eu queria falar. Falei que estava ali para pedir para ele ouvir a música mais baixo. Ele ficou bravo e mandou eu tomar no cu. Respondi que já havia tomado. Ele riu e disse que ia ouvir mas baixo.

Saí de sua casa mancando de dor na bunda. Entrei em casa, tomei dois dorflex e esperei uns 20 minutos para fazer efeito, então fui buscar meu filho. Levou dois dias para eu sentar direito e quase uma semana para meu cu sarar. Quando meu marido voltou, percebeu que meu cuzinho estava mais largo. Falei que senti tanto sua falta que enfiei o consolo no cuzinho. O consolo foi um presente dele e era bem grandão, não tão grande que o pau do Juninho mas quase. O corno acreditou.

Toda vez que Juninho coloca o som nas alturas, pulo o muro (para não dar bandeira) e faço ele abaixar o som. Meu cuzinho vibra quando ouço funk.

Autor: teteca
Fonte: contoerotico.com
O patrão ficou maluco!
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