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Meu amor

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Meu nome é Pedro e passo a relatar fatos que mudaram a minha vida. Eu tinha 20 anos e comecei a namorar uma vizinha de 16. Conhecia Aninha desde que nasceu e dos 14 aos 18 fugia dela pois ele vivia atrás de mim e sempre queria fazer uma sacanagem.

Aninha sempre foi muito safadinha. Lembro-me que quando tinha 17 anos, eu estava deitado num banco no quintal de casa sonhando que comia uma atriz. Era um sonho erótico e eu podia sentir que a mulher chupava meu cacete. Foi então que me toquei que alguém chupava meu pau. Abri os olhos e vi Aninha com a boca no meu cacete. Levei um puta susto e levantei. Aninha perguntou se não estava gostoso. Falei que era errado e que ela era muito nova para fazer aquilo e mandei-a para casa. Quando Aninha completou 16 anos, ela entrou escondida no meu quarto e falou que queria um presente de aniversário. Falei que era só pedir e se eu tiver o dinheiro daria. Ela falou que não era de comprar. Ela abriu o vestido e deixou cair no chão. Ela estava sem calcinha e sutiã. Nuinha ela gesticulou com os braços mostrando seu belo corpo: seios médios para grandes, cinturinha e quadril grande. E apontou para a xoxotinha dizendo que até havia depilado e periquita. Eu morria de medo, que meu pai dizia que era para eu não mexer com a Aninha porque ela era muito nova e eu poderia ser preso, além disso ela era como uma irmã mais nova. Falei que meus pais estavam para chegar mas Aninha sabia que era mentira. Aninha estava louquinha para dar pra mim e deitou na minha cama de pernas abertas e me chamou. Aquela ninfeta, bonita e gostosa, nua e de pernas abertas, pedindo para eu comer, fez eu perder o juízo. Fui para cima dela e em tempo recorde tirei a roupa. Eu estava deitado sobre seu corpo e beijava sua boca. Meu pau duro feito pedra ficava dando cabeçadas na sua xoxota virgem.

Quando acertou o alvo, Aninha gemeu e pediu para eu ter cuidado. Pedi desculpas. Aprumei o pau com a mão e forcei seu cabaço. Aninha fez careta e me abraçou com as pernas. Seus pés forçaram meu corpo para baixo fazendo o pau entrar de uma vez na sua xoxota estourando seu cabacinho. Ela gemeu e lágrimas escorreram dos seus olhos. Vi o desconforto e a dor o seu rosto e fiquei parado, mas ela pediu para eu mexer. Meti até gozar (inexperiente e afoito, gozei rapidinho) e vi que Aninha sentia-se orgulhosa por ser mulher. Deitei ao seu lado e a abracei. Ela disse que sonhava com isso desde os 10 anos. Aninha disse que viu pelo buraco da fechadura seus pais transando por trás. Meu pau despertou e coloquei Aninha de quatro. Passei cuspe no pau e meti na sua xoxotinha apertada. Aninha gemia e dizia que ardia mas era bom. Estava quase gozando que ela disse que ouviu a mãe dela dizer que adorava dar o cuzinho. Parei e perguntei se ela queria dar a bundinha. Aninha disse que queria experimentar. Passei cuspe no seu cuzinho e encostei o pau. Se fosse hoje, teria gel e faria com mais cuidado, mas na época éramos inexperientes. Forcei o pau no cuzinho virgem e mal entrou a cabeça. Aninha achou que era igual a xoxota, ou seja, era só quebrar o cabaço, e forçou a bunda para trás num tranco forte. Entrou tudo de uma vez quase a seco. Aninha gritou de dor. Suas pernas amoleceram e ela caiu deitada na cama. Seu cu puxou-me pelo pau e cai sobre ela. Se eu tentasse tirar doía muito, se eu mexesse, doía horrores. Fiquei paradinho até ela se acostumar. Meu pau amoleceu um pouco, mas quando ela disse que não doía tanto e deu uma piscadinha com o cu, meu pau acordou quase num salto. Passei a mexer e Aninha voltou a reclamar de dor. Ela pedia para eu mexer com cuidado e gozar logo. Depois ela só pedia para eu gozar logo e no final ela só pedia para eu tirar. Gozei em dois ou três minutinhos e meu pau murchou. Com a porra no cu, o pau escapou feito quiabo e vi que ela sangrava pelo cuzinho também (o cabaço sangrou muito e sujou meu lençol).

Aninha se vestiu e voltou para casa mancando de pernas abertas e eu fiquei me sentindo o mais macho dos machos (mesmo com duas rapidinhas e sem fazer Aninha gozar). Conversei com um primo mais velho e ele me disse que eu fui um bosta. Falou que eu tinha que lamber a xoxota da Aninha, tinha que meter até ela gozar e principalmente usar camisinha para não engravidá-la. Três dias depois Aninha apareceu no meu quarto. Ela sabia os horários dos meus pais. Falou que tinha gostado do que a gente tinha feito e só não curtiu mais porque a primeira vez dói mesmo. Puxei Aninha para os meus braços e beijei sua boca. Tirei sua camiseta e seu sutiã e abaixei seu shortinho com a calcinha junto. Aninha falou que ainda estava um pouco ardida mas eu coloquei o dedo na sua boca. Obedeci o roteiro do meu primo. Beijei muito a boca de Aninha, chupei seus seios e cai de boca na xoxota. Lambi muito o grelinho e vi que Aninha gozava aos berros. Aninha fechou as pernas e era só sorrisos. Disse que foi muito gostoso. Peguei a camisinha e encapei o cacete. Puxei Aninha pelas pernas para deixá-lano meio da cama e levantei-as. A xoxotinha estava melada e o pau deslizou para dentro. Aninha tomou um susto quando sentiu o pau dentro. Disse que ardia só um pouquinho, mas estava gostoso. Segurei o gozo até ver Aninha gozando no meu cacete. Enquanto bombava pensava na morte do meu avô, na intoxicação que tive dois meses antes, em qualquer coisa broxante, e assim consegui me segurar. Depois que Aninha gozou, perguntei se ela se lembrava da vez que ela chupou meu pau. Ela abriu um sorriso e disse que sim. Sai de cima, arranquei a camisinha e deitei na cama. Aninha veio por cima e começou um boquete. Achei que ela chupava muito bem, mas nas verdade foi um boquete muito inexperiente e suficiente para eu gozar. Ela engoliu tudo e fez careta. Ela disse que não sabia como a mãe dela gostava, porque era gosmento e esquisito.

Aninha vivia espiando seus pais transando e queria fazer igual. Peguei o gel (presente do meu primo) e falei que era hora de sentir prazer atrás. Aninha disse que atrás dói muito e que ela não queria fazer de novo. Falei que ia ser diferente. Coloquei-a de bruços e beijei suas costas, sua nuca e seus orelhas. Aninha ficou toda arrepiada. Lambi suas costas até chegar na sua bunda. Ela estava toda arrepiada. Enfiei um travesseiro sob seu quadril e assim pude lamber seu rego. O cuzinho era marrom e cheio de pregas. Lambi e cutuquei com a língua. Aninha ria e dizia que fazia cócegas. Passei gel no seu rego e enfiei a ponta do dedo. Aninha travou o cuzinho na hora, mas logo relaxou. Enfiei até a segunda falange e Aninha gemia. Perguntei se doía e ela disse que era gostoso e esquisito, mas não doía. Deixei ela se acostumar com um dedo para então enfiar o segundo. Aninha percebeu a diferença e disse que era gostoso. Falei que era hora de meter o pau. Ela Pediu cuidado e nem respondi. Encaixei a cabeça já bem lubrificada e pedi para ela fazer força como se fosse fazer cocô. Seu cuzinho fez biquinho como se beijasse meu cacete. Forcei um pouco e a cabeça entrou. Aninha gemeu e disse que doía mas era gostoso. Forcei o resto e rapidinho estava tudo dentro. Ela dizia que não doía muito e que eu podia mexer. Puxei-a para trás até ela ficar de quatro. Assim eu beijava seu pescoço, orelha e até sua boca, apertava seus seios e tinha acesso à xoxota. Comi o cuzinho de Aninha enquanto tocava-se uma siririca. Quando gozou parecia que seu cuzinho estava estrangulando meu pau. Falei que ia gozar e perguntei se ela não queria na boca de novo. Aninha fez careta e acabei no seu cuzinho. Aninha deixou ao meu lado e disse que da outra vez só sentiu dor, mas desta vez gozou gostoso e foi muito melhor que as siriricas que tocava. Falei que ia ser sempre assim. Aninha perguntou se estávamos namorando e eu disse que sim. Ela falou que tinha que ser em segredo porque suam mãe era contra. Falei que era melhor assim pois meu pai também era contra. Namoramos dois anos e decidimos contar para todos no seu aniversário de 18 anos, mas o destino nos pregou uma peça, pois três meses antes Aninha começou a enjoar. Ela fez um teste de gravidez de farmácia e deu positivo. Ela aguentou firme e no seu aniversário anunciamos o casamento.

Meu pai e sua mãe foram contra e quando souberam que ela estava grávida foi o mair barraco. O pai da Aninha disse que não concordava com o casamento também. Só minha mãe foi a favor e não entendia o porquê do resto ser contra. Foi o pai de Aninha que me puxou para o quarto e contou a história. Disse que ele e sua esposa tentaram ter filhos por mais de 10 anos sem sucesso, então fizeram exames e descobriram que ele era estéril. Ele concordou que ela dormisse com outro homem apenas para engravidar, mas não quis saber quem era. Quando ele viu a reação da esposa em relação ao nosso casamento ele sacou que o pai biológico da Aninha era meu pai, ou seja, somos irmãos. Quase tive um troço na hora. Sai da casa a Aninha chorando, como todos ali. Quando amanheceu já tinha tomado minha decisão. Fiz as malas e liguei para Aninha. Às 6 ela pulou o muro. Pegamos o carro e fugimos. Não tive coragem de contar para Aninha que somos irmãos. Já estamos juntos há 10 anos, temos três filhos perfeitos e estamos muito felizes. Às vezes sonho que nossa situação é igual ao livro do Nelson Rodrigues, onde o rapaz ão é irmão da moça porque sua mãe havia traído o pai, mas não, eu, Aninha e nosso filho mais velho temos a mesma marca de nascença.

Autor: Pedro
Fonte: casadoscontos.com.br
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