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MÃE e FILHA no ESCRITÓRIO

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MÃE e FILHA no ESCRITÓRIO
Fonte Foto: bangbros.com
Eu trabalho num escritório de advocacia em São Paulo. Loira, 1,70m, magra com cintura fina que realça minha bundinha que não é grande, seios siliconados, tudo firme pois malho todos os dias. O sócio principal do escritório contratou dois novos estagiários: minha filha Samanta e um negro alto chamado Augusto. Ambos de 20 anos e cursando o 3º ano de direito. Fiquei orgulhosa por ver minha filha começar uma profissão. Não íamos juntas para o escritório pois entro às nove e minha filha faz faculdade de manhã. Às vezes, ela passava no escritório antes da faculdade para colocar o trabalho em dia ou fazer estudo de caso para a faculdade. Eu sabia porque meu chefe, Dr. Carlos Henrique, que costuma virar a noite no escritório, contou, elogiando a dedicação da minha menina e até lhe deu um aumento. Devido à área de atuação, tenho mais contato com o Augusto. Certo dia eu precisava de uma pesquisa de jurisprudência para fundamentar as alegações finais e pedi para o Augusto fazer a pesquisa enquanto eu fazia a argumentação quando o sistema do computador deu pane. Entrei em pânico pois era urgente. Chamamos o técnico e o desgraçado terminou às 18 horas. Todos do escritório tinham ido embora, inclusive o chefe. Eu e Augusto ficamos pois precisava protocolar no dia seguinte. O trabalho não era muito e ele terminou a pesquisa em meia hora mas ficou comigo pois estava fazendo um trabalho na faculdade exatamente sobre aquele assunto e queria ler a minha argumentação. Terminei às vinte horas e sentia dores no pescoço devido à tensão. Augusto disse que sabia como ajudar e com suas mãos fortes massageou o ombro e o pescoço diminuindo as dores. Ele massageava muito bem nas partes tensas mas era delicado próximo da orelha causando-me arrepios. Curtia a massagem e aos poucos fui ficando excitada. Nunca tinha olhado para ele com outros olhos pois ele era apenas o estagiário colega da minha filhinha. Eu estava carente pois fazia meses que não via um cacete. Comecei a demonstrar minha excitação esperando Augusto fazer algo mas ele só massageava. Então resolvi interromper a massagem e ir embora. Pedi para parar e levantei para ir embora. Notei o volume enorme na sua calça e conferi se era verdade aquele troço. Alegando que ia pegar um documento na gaveta ao lado dele esbarrei no seu cacete. Estava muito duro. Perguntei o que era aquilo e ele gaguejou. Falei que não era justo ele fazer uma massagem tão boa em mim e eu não retribuir. Ajoelhei na sua frente e abri sua braguilha. Não consegui tirar seu pau da calça pois era muito grande e estava duro. Para facilitar ele abriu a calça e deixou cair nos pés. Puxei sua cueca samba-canção para baixo e pude admirar seu caralho enorme: 25 cm ou mais de comprimento e grosso como meu braço. A cabeça era mais fina que o resto, mas ainda era muito grande. Sempre ouvi falar que negros eram bem-dotados mas nunca havia conhecido um. Tive dificuldade para abocanhar a cabeça e só ela entrava na boca pois o resto era muito grosso. Lambi da cabeça ao saco várias vezes. Chupei suas bolas enormes enquanto punhetava aquele cacete. Minha mão não fechava ao redor daquele poste de chocolate. Augusto gemia e acariciava meu cabelo. Levantei e abri meu vestido. Ele me ajudou a abrir os botões e tirar a roupa. Era inverno e estava vestida para o frio. Coloquei o vestido, a blusinha e a meia calça sobre a cadeira e esperei Augusto tirar o soutien e a calcinha. Ele já havia tirado a roupa e só estava de meias. Dei as costas para ele e senti sua jeba contra minha bunda. Ele abriu meu soutien. Colocou-me sentada sobre a mesa e me beijou. O pau encaixou na minha xoxota protegida pela calcinha. Foram alguns minutos de beijos e chupadas nos seios. Ele fez eu deitar na mesa e levantou minhas pernas. Tirou minha calcinha e abri as pernas. Augusto caiu de boca na minha xoxota encharcada. Chupou, lambeu, enfiou a língua comprida na minha vagina, mordiscou meu grelo enquanto enfiava um dedo o meu cuzinho. Gozei chamando-o de negro safado. Augusto levantou e puxou-me para a beirada da mesa. Apontou o caralho para minha xoxota e forçou. Entrou arrombando minhas entranhas. Perdi o fôlego. O que sentia era um pouco de dor e um tesão arrebatador. Já havia levado picas grandes, mas aquela era demais. Acho que não existe camisinha para aquele calibre de rola. Augusto me comeu gostoso por uns dez minutos, fazendo eu gozar mais duas vezes. Foi uma foda única pois testei a elasticidade da minha vagina no seu limite e as sensações ficaram entre a dor e o paraíso. Augusto sacou a pica de dentro deixando um vácuo enorme e mandou eu chupar. Punhetei com as duas mãos e recebi fartos jatos de porra quente na boca. Tomei tudinho pois não podia deixar cair no chão ou na mesa. Augusto sentou na cadeira sobre minhas roupas e descansou. Eu fiquei ajoelhada no chão debruçada sobre suas coxas. Fiquei olhando seu pau enorme e imaginando como eu havia aguentado tudo aquilo. O cacete não amolecera totalmente. Ficou meia bomba. Augusto perguntou se eu gostava de dar a bundinha. Falei que de dar a bunda eu gostava, já ter o cu arrombado e rasgado não estavam nos meus planos. Ele disse que desde que me viu sonha com minha bunda e que seria muito cuidadoso. Falei que toparia em outra hora pois precisaria de preparo e higiene. Ele falou que não se importava com isso e até ficava excitado com um recadinho. Falei que o risco era dele e me debrucei sobre a mesa. Augusto foi até a sua mesa e pegou um tubo de ky gel na mochila. Lambeu meu cuzinho, enfiou um dedo, depois dois, então entrou o terceiro. Deixou meu cu aberto e encheu-o de gel. Passou gel no seu caralho e encaixou-o no meu anel. Sabia que a cabeça, que era mais fina, entraria causando muita dor, porém o resto seria o verdadeiro desafio. Relaxei o máximo possível e senti a cabeça entrar. Começou com uma dor forte que aumentou até ficar insuportável. Pedi para parar bem baixinho pois não conseguia respirar. Minhas pernas amoleceram e não tinha força nem coordenação motora para tirar da reta. Era só dor. Pensei que fosse desmaiar. Augusto, ignorando minhas súplicas, enfiou tudo e ficou parado lá dentro. Demorou um tempo até eu conseguir falar e minhas palavras foram: _"Acho que você me aleijou. Não consigo me mexer. A dor foi tamanha que nem gritar eu consegui". Augusto ficou parado e disse que a dor já ia passar e que eu não estava sangrando. Ele esperou uns cinco minutos para começar a mexer. A dor que aos poucos diminuia, com seus movimentos voltou forte. Aguentei firme até ele encher minhas tripas com leite de mandioca. Não fiquei com raiva, na verdade fiquei orgulhosa por aguentar aquilo no rabo. Augusto pegou vários lenços de papel e começou a tirar o cacete do meu cu. Parecia que eu estava cagando um bebê. Ouvi um oh-oh e sabia que o pau estava cagado. O cheiro de merda se espalhou. Augusto pegou mais papel e enbrulhou seu pau. Enfiou umas dez folhas no meu cu e correu para o banheiro. Eu fui mancando para o banheiro feminino. Caguei um sopão de merda e porra com um pouco de sangue. Voltei e encontrei o Augusto limpando o chão. Ele me ajudou a me vestir e fomos embora. Deixei-o no metrô e fui para casa. Doía tudo da cintura para baixo: coxas, xoxota e cu. Tomei um dorflex e dormi vestida mesmo. Às cinco pulei da cama: havia esquecido minha meia-calça no escritório e a faxineira começava às oito. Troquei de roupa, tomei outro dorflex e fui para o escritório mancando de dor. Dirigir com dor no cu foi tragicômico. Em quinze minutos estava lá. Vi o carro de minha filha na frente e pensei que na desculpa que daria para chegar naquele horário. Entrei sem fazer barulho e estranhei que estava tudo escuro. Na penumbra fui à minha sala e peguei minha meia-calça. Peguei também as alegações finais caso encontrasse minha filha na saída. Ouvi gemidos vindos da sala do Dr. Carlos Henrique e fui para lá silenciosamente e espiei pela fresta. Vi minha filha de quatro no sofá dando para o Dr. Carlos Henrique. Ela gemia e pedia para ele foder sua estagiária puta. Ela a puxava com força fazendo seu cacete entrar violentamente. Do meu ponto de vista não dava para ver onde ele enfiava nem o tamanho do cacete, mas pela expressão da minha filha, devia ser grande. Minha filhinha gozava dando para o patrão. Ele pediu para comer seu cuzinho e ela falou que merecia outro aumento. Ele disse que não, pois teria que estender para o negão, mas lhe daria por fora uma gratificação. Ela riu e disse que primeiro queria a gratificação por dentro. Disse que nunca havia levado uma pica tão grande atrás e queria controlar a penetração. Pediu para ele sentar no sofá e pude ver seu cacete grande e bonito, menor que o mastro do Augusto, mas era um respeitável cacetão de 20 cm e grossura proporcional. Samanta chupou seu cacete enquanto enfiava dois dedos no cuzinho. Passou mais saliva no cu e foi para cima dele. Encaixou o cacete no cu e desceu o corpo lentamente controlando a penetração. Ela gritava que doía pra caralho mas era bom demais, que não sabia o que estava perdendo só dando para o namorado corno de pau pequeno (coitado do meu genro André). Ela cavalgou por alguns minutos e se levantou voltando a ficar de quatro no sofá. O Dr. Carlos Henrique passou a enrabá-la de quatro. Ela gemia e pedia para enfiar tudo e estourar todas as suas pregas de uma vez. Se minha xoxota não estivesse arregaçada e ardida, teria tocado uma siririca vendo minha filha putinha ganhar outro aumento. Quando ele gozou sai de fininho deixando o documento a minha mesa. Mais tarde telefonei para o escritório avisando que estava com problemas de saúde e deixei instruções para o Augusto levar as alegações para o fórum. No dia seguinte cheguei mancando e falei que havia escorregado no banheiro. A secretária falou que eu devia fazer alguma coisa pois minha filha também havia se machucado da mesma forma. Falei que estava providenciando uma reforma e ela disse com um sorrido nos lábios que ela havia aprendido a evitar ou diminuir as dores das escorregadas. Quando cheguei na minha sala e encontrei Augusto preocupado comigo. Sussurrei que ele era o culpado pois meu cu estava tão arrombado que não conseguia andar direito. Ele pediu desculpas e disse que nunca mais faria aquilo. Repreendi o rapaz dizendo que não passara por aquele sofrimento à toa e só estava esperando meu cu sarar para fazer de novo. Demorou uma semana para sarar e finalmente fui para um motel com Augusto numa sexta-feira. Ele arregaçou minha xoxota e meu cuzinho e consegui gozar sendo enrabada. Mal consegui sair da cama no sábado e manquei no domingo. Na segunda-feira podia andar normalmente apesar da dor. E também não pude deixar de notar o novo Ipad da minha filha, que, segundo ela, conseguira comprar com suas economias. Apenas disse que aplicar na poupança lhe renderia muito. Ela riu meio sem graça mas creio que entendeu o recado.

Fonte: acervodecontos.com
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