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Fui Comida na Balada

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Fui Comida na Balada
Fonte Foto: caiuna-net.blogspot.com
Era o fim de uma tarde de domingo, estávamos no verão e naquele dia o calor estava muito forte. Eu e minha amiga Cristiane estávamos indo até uma casa noturna que havia sido aberta há pouco tempo em minha cidade. A Cristiane, com dezessete anos, já estava freqüentando as matinês de domingo fazia algumas semanas. Mas para mim seria a primeira vez. Estava usando um vestidinho preto que marcava o meu corpo.

No local fiquei deslumbrada com a iluminação, as músicas e as pessoas bonitas que dançavam descontraídas ao som do DJ. Cristiane já conhecia diversos garotos e eu acabei me enturmando também, Os garotos me assediavam e eu me fazia de difícil. Ainda não tinha achado ninguém que me interessasse. Quem acabou me chamando mais a atenção foi o gerente da casa, um senhor de cabelos grisalhos. Não por sua beleza ou porte físico, mas pelo poder que ele representava ali dentro. As meninas corriam atrás dele para receber entradas ou bebidas grátis e estar ao seu lado representava um certo “status“ dentro da casa noturna.

Sempre procurei o melhor para mim e os garotos que insistentemente tentavam ficar comigo dentro da casa me desinteressavam, pois eu pretendia ganhar a atenção do tal gerente. Afinal eu sempre soube aproveitar a minha beleza. Loira, cabelos lisos pela cintura, olhos verdes. No auge de minha juventude possuo um rosto de menina e corpo de mulher com seios médios, cinturinha fina, pernas grossas e bumbum arrebitado. Utilizando de meus atributos para seduzir o tal gerente conseguiria a sua atenção. Não que planejasse ficar com aquele cara, ou que me faltasse dinheiro para as bebidas, queria apenas que ele ficasse caidinho por mim para usufruir das vantagens de ser sua amiga e conseguir algumas entradas e bebidas grátis.

Depois de freqüentar o lugar por algumas vezes encontrei a oportunidade que esperava. Entramos cedo, na abertura da casa, e então avistei o gerente em uma roda, dançando e conversando com algumas conhecidas minhas. Fui até eles, cumprimentei todos na rodinha e logo estava conversando animadamente com todos, posicionada estrategicamente ao lado do gerente. Aos poucos fui jogando meu charme para o senhor e sempre que podia encostava disfarçadamente meu corpo no dele, dançando de um jeito sensual. Eu estava com uma saia curtíssima, um top e botas pretas. Bem piriguete e provocante. O gerente foi ficando todo animadinho e estava todo derretido com a atenção que eu estava dando para ele. O jogo já estava ganho. O cara estava no papo.

Quando tive a oportunidade, pedi para ele se poderia me arrumar uns “convites” para a semana seguinte e no mesmo instante ele disse que sim. Pediu para procurá-lo mais tarde, pois poderia me arrumar vários convites. Dei um tchauzinho e fui procurar minhas outras amigas.

A Cristiane, minha companheira de baladas, estava em um canto abraçada com um segurança da casa. Parecia até que eles estavam juntos, pois o cara a apertava contra o seu corpo de quase 2 metros de altura e acariciava ousadamente as suas costas. Quando A Cristiane me viu ficou um pouco sem graça pelos amassos que estava levando e largou o segurança para dançar comigo.

Lá pelas 21 h., o gerente da casa me encontrou no bar bebendo uma cerva e disse para eu ir até a sua sala que ficava no andar superior da casa para pegar tomar alguma coisa e pegar os convites. Fiquei meio envergonhada e receosa por ter que ir até a sua sala, mas acabei indo para não perder a oportunidade.

A sala possuía uma mesa, cadeiras, um pequeno frigobar, um sofá e vidros espelhados que nos davam uma visão da pista de dance, mas de lá ninguém conseguia nos ver. Da sala conseguia ouvir as batidas alucinantes da dance music. Assim que entramos , percebi que aquele cara estava com más intenções comigo e acabei ficando um pouco assustada. Queria correr dali, mas aquela situação toda mexia comigo. A música, o pessoal dançando freneticamente na pista lá embaixo, aquele som e as cervejas que havia tomado. Tudo tinha um ar de proibido. Inusitado. Curioso.

Então Gilmar chegou perto de mim, me olhou nos olhos e foi logo lascando um beijo na minha boca que acabei correspondendo. Como beijava bem! Sua língua entrava em minha boca explorando todos os cantos. No inicio de forma lenta e carinhosa, mas logo passou para um ritmo mais acelerado e quente. Meu, pensei: Estou beijando um quarentão! Nunca tinha ficado com alguém tão mais velho que eu, somente uns garotos de minha idade. Bom, já que estava na sala e ninguém ia ver mesmo. Fui me envolvendo naquele beijo e logo senti sua mão deslizar por minhas costas e aos poucos foi chegando até o meu bumbum. Ele me apertou ao encontro de seu corpo e senti sua genitália dura como pedra.

Aquilo foi me deixando meio perturbada, assustada! Estávamos sozinhos e não sabia até onde ele iria. Mas o amasso estava gostoso e fui deixando meus instintos me levarem. Aos poucos também fui pressionando minha genitália contra a dele. Péssima idéia! Ele achou que estava tudo bem e já foi enfiando a mão por baixo de meu top, acariciando os meus seios, fiquei sem saber o que fazer Tomada por uma espécie de medo por estar ali com um estranho, mas com um calor dominando o meu corpo. Suas mãos desceram até as minhas pernas e subiram novamente por baixo de minha saia até encontrar a minha calcinha. Os seus dedos entraram pela lateral e logo os seus dedos estavam acariciando o meu grelinho Pedi que parasse.

- Espera. Assim eu não quero. Chega. Vamos voltar lá para baixo?

Ele murmurou de um jeito bem safado no meu ouvido.

- Minha loirinha. Você não estava jogando charme para mim? Vestida desse jeito me provocando? Dançando daquele jeito. E agora vai correr? Não. Eu vou te foder. Quero sentir essa bucetinha. Te comer bem gostoso. Sabia que adoro esporrar na boca de uma cadelinha?

Pensei em gritar. Nunca tinham falado comigo deste jeito. Que falta de respeito! E aquela mão que não parava. Já estava ficando louca. O cara sabia o que estava fazendo. Eu queria sair dali. Correr. Gritar. Mas não conseguia. Ele dominava a situação e me segurava firme.

Aquilo era muito diferente das outras vezes que havia tirado uns sarros com uns namoradinhos.
O cara era um estranho, bem mais velho do que eu e aquele misto de medo de ser estuprada e o tesão que estava sentindo me deixavam louca.

- Ahhhhh. Para. Eu não quero. Me deixa descer.

- Você quer sim loirinha. Posso sentir sua buceta molhadinha. E essa sua bundinha. Arrebitada. Durinha. Aaaaaahhh. Que tesão.

Enquanto ele falava senti sua mão abrir o zíper de minha saia que logo estava no chão. Meu top foi arrancado me deixando com os seios de fora. Sua boca desceu até eles sugando vorazmente. O cara os lambia, mordia e sugava os mamilos. O que era aquilo? Seus dedos entravam por minha calcinha e acariciavam o meu cuzinho. Nossa! Que tesão estava sentindo. Minha bucetinha já estava encharcada e o meu cuzinho até piscava sentindo aqueles dedos me acariciando.

Então ele abriu sua braguilha e senti o seu pau duro e quente como brasa se esfregar em minha bucetinha por cima da calcinha. Meio mole, sem forças ainda falei.

- Ainnnn. Para. Assim não. Devagar. Por favor! Me deixa ir.Ahhh.

Como resposta ele colocou minha calcinha de lado e começou a pincelar aquela rola por toda a minha bucetinha, me provocando. Desci minha mão até suas bolas, apertei seu pau . Como era grande. Eu estava até com medo daquele pauzão. Será que conseguiria entrar inteiro na minha bucetinha?Encostada na parede ele me pressionava e continuava pincelando na entrada da minha bucetinha e foi mexendo até que senti a cabecinha entrar, apesar de molhada doeu um pouco e dei um gemido de dor. Ele deve ter pensando que era de prazer e foi enfiando o resto bem devagar, fui sentindo tudo aquilo me preenchendo, me arrombando, entre os meus gemidos senti sua virilha encostar na minha Não acreditava que aquele pau estava inteirinho dentro de mim.

- Aiinnn. Ta doendo. Teu pau é muito grande. Tira.

- Calma minha menina. Você já o agüentou todo. Que bucetinha gostosa, quentinha, molhadinha, nossa! Você é um tesãozinho saiba?

Ele ficava gemendo no meu ouvido e mexendo com o pau de cima para baixo Estava ficando gostoso. Estava bom me sentir pressionada na parede, aquele pauzão entrando e saindo. Comecei a rebolar e mexer com o quadril.

- Vai. Mete. Aahhhh. Sim. Que delicia!- Falei com a voz melosa

- Isso meu tesão .Mexe.Goza comigo. Assim. Mexe.

Nisso senti um prazer incrível, aquela sensação dominado todo o meu corpo. Estava gozando, minha bucetinha se contraia, estava toda suada, as minhas pernas amoleceram.


- Goza minha loirinha. Goza no meu pau, aperta ele bem gostoso. Agora vou gozar na sua boquinha.

Nesse mesmo instante ele tirou o pau da minha buceta e me fez abaixar, fiquei com o pau na altura do meu rosto, o segurei nas bolas e coloquei a cabecinha na minha boca brincando com a língua. Logo o seu pau explodiu dentro da minha boca. Senti o seu caldo quente na minha garganta, fiquei com nojo e tentei tirar o pau da minha boca, mas ele segurou minha cabeça me obrigando a engolir tudo, o corpo dele se contorceu. Pensei que ele fosse até cair, mas ele continuou a gozar na minha boca. A porra era tanta que escorria pelo canto dos meus lábios.

- Nossa loirinha. Como a sua você é gostosa. Acho que foi a melhor bucetinha que já comi.

Agora, me recompondo aos poucos. Pude ver loucura que fiz, havia dado para um cara dentro da balada. Ele me largou encostada na parede limpou o seu pau na cortina que estava perto. Que porco. Colocou o pau dentro das calças e arrumou a sua roupa. Fui pegando minhas roupas e também me vestindo. Enquanto ele se vestiu rapidamente me dizendo enquanto terminava de se arrumar:

- Na próxima vez quero comer tua bundinha, ta? Disse ele destrancando a porta da sala.

Sai da sala e desci as escadas ainda com as pernas bambas e a bucetinha ardendo. Avistei minha amiga dançando na pista e pedi para ir embora.

- Mas onde você estava garota? Te procurei por todos os lados? Estava em algum canto com um gatinho, né?

Preferi não contar nada. O que ela poderia pensar de mim? Que eu era mais uma “vitima” do gerente garanhão? Dizer que engoli toda aquela porra? Fomos embora, mas combinamos de voltar ao lugar na semana seguinte. Fui dormir com a bucetinha ardendo, mas satisfeita pela aventura e prazer que senti.

Em outra vez que fui até lá eu e minha amiga demos para o gerente e o segurança no estoque de bebidas. E o velho cumpriu a promessa e comeu o meu cuzinho. Mas isto é outra história.

Autor: Bianca
Fonte: confrariadoscontos.blogspot.com.br
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