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Experiências com uma mulher (um pouco) mais velha

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Experiências com uma mulher (um pouco) mais velha
Fonte Foto: mobypicture.com
Olá a todos, venho- lhes contar mais uma história da minha vida.

Tinha de 18 para 19 anos quando decidi fazer inglês, por causa da faculdade e por causa da profissão que queria seguir. Mas os tempos estavam difíceis pra mim ao que se referia à grana e eu era orgulhos demais para pedir para os meus pais pagarem um curso, então aproveitei que a faculdade onde eu estudava tinha um projeto social onde tinham aulas de outras línguas a um custo modesto, então não hesitei muito em entrar no curso de inglês que lá era oferecido.

A aula era nos dias de sábado, ás 17hrs, comia algo quando saia da aula de sábado da faculdade e de lá mesmo segui para meu primeiro dia de curso.

Fui para a sala e lá encontrei os mais diferentes tipos de pessoa, velhos, jovens, falsas ricas que lançavam aos quatro ventos experiências e viagens que tinham no exterior e que só estavam ali para se aperfeiçoar para as viagens futuras e blábláblá. Eu teria aula com uma professora chamada Mercedes, pelo nome e por toda a situação do curso achei que seria uma daquelas professoras idosas em fim de carreira, mas tamanha foi minha surpresa quando a professora chegou.

Inicialmente achei que era uma aluna, e que aluna, uma camisa social rosa por cima de uma camiseta branca que guardavam um belo par de seios fartos, uma aparência latina, porém com um nariz retinho e utilizando óculos, calça jeans que realçava bem sua bundinha empinada, lábios vermelhos carnudos, cabelos pretos que desciam um pouco a altura dos ombros, e fim um espetáculo, como disse achei ser uma aluna, mas tamanha minha surpresa quando se apresentou Profª Mercedes.

Inicialmente além de se apresentar ela passou a grade do curso, os tramites de sempre, disse que tinha 25 anos, era filha de um espanhol com uma brasileira e que por causa dos negócios do pai viveu até os cinco anos no Brasil após isso foi viver no Canadá, tinha voltado sozinha há 10 meses para o Brasil e que estava a dois anos dando aulas de inglês em escolas particulares e agora ia destinar uma hora do seu sábado para dividir as aulas do curso com outra professora amiga dela, já que o curso foi muito procurado então o horário das 17hrs havia sido dividido em duas turmas, e eu não me incomodava nem um pouco em ter caído na turma dela, nessa aula inicial não saiu disso apresentação dos alunos, do nível de cada , enfim vocês já estudaram ou estudam, devem saber como é.

E o tempo foi passando, não só a professora era boa como as aulas também, mas os alunos eram ruins, alguns velhinhos que sempre se perdiam, muita gente que nem português sabia e estava ali só de curioso, mas a professora estava sempre lá, eu já tinha uma noção e era um dos poucos que levava aquilo ali a sério, isso me rendia bons elogios da professora e me permitia ter um melhor contato como ficar conversando poucos minutos depois das aulas ou ajudando o resto da sala quando ela me pedia, e assim caminhou um semestre inteiro, e no segundo módulo não tive dúvida, me matriculei na aula da professora Mercedes.
Já fazia sete meses que eu tinha aula com ela, e com o tempo nossa relação melhorava, era bom ter uma professora que não era tão mais velha e conversávamos sobre tudo, descobri que ela era solteira, que o pai dela era uma empresário que tinha negócios no exterior e que ela tinha voltado para o Brasil para tentar uma carreira sozinha mais próxima dos parentes da mãe os quais ela conviveu quando era mais jovem e que morava de aluguel em uma casa ali perto da faculdade.

Certo sábado depois da aula estávamos conversando enquanto dissemos as escadas e eu falava sobre meu curso e sobre meu trabalho de meio período com, ela papo descompromissado quando ela disse:

-Verdade, lembro que na primeira aula você disse que trabalhava com computadores.

-Sim, lembro que você até pediu algumas dicas sobre um programa que eu não lembro qual.

-Nossa você ainda se lembra rss. Falando nisso estou com um probleminha no meu notebook, ele anda lerdo bem que você poderia dar uma olhada pra mim né Mad?

-Só trazer professora, eu olho sim.

-Quanto você cobra, acho melhor levar lá onde você trabalha, não acho legal
trazer pra cá.

-Não cobraria nada professora que isso, e lá meu patrão cobraria de você posso ir à sua casa se quiser.

-Legal, que dia você pode ir, terça e quinta estou em casa caso não lhe atrapalhe.

-Dia de semana pra mim é complicado, mas sábado que vem é emenda de feriado se a você quiser posso ir lá.

-Está fechado então.
Anotei seu endereço no celular e dessa vez nos despedimos com um beijo no rosto, nossa meu pau foi a mil nessa hora, e em uma semana eu iria visitar minha “teacher”.

Passou-se uma semana e lá fui eu com minha bike azul (só comprei um carro com 22) na casa da professora. Uma casa amarela com um pequeno quintal, na parede que dava direto pro portão uma janela que parecia dar para a sala, porém nenhuma entrada aparente, após tocar a capainha de corredor do lado lateral da casa saiu minha professora.

Nos cumprimentamos e ela me conduziu para dentro da casa, fiquei sentado no seu sofá vi que ela estava corrigindo provas, ela me trouxe um copo de suco e ficamos conversando um pouco sobre o curso.

-Bom, vou buscar ou note pra você ver, não quero tomar muito do seu tempo.

-Imagina professora.

Tomar meu tempo, ela estava usando uma camisetinha babylook preta e um shortinho jeans apertado, descalça e mostrando a barriguinha com um piercing prateado, daquele jeito ela podia tomar o que quisesse de mim além do tempo.

Ela trouxe seu note e continuamos conversando enquanto eu fazia a manutenção, sempre dando aquelas olhadinhas para o belo corpaço da minha professora, também fui vendo as fotos que ela tinha no notebook, festas, amigas tão gatas quanto e nossa, uma foto dela de biquíni em uma praia, meus deus, nessa hora ela sentou do meu lado, essa foi lá no Havaí. Fiquei vermelho de vergonha de ser pego em flagrante e ela notou.

-Relaxa querido. Rss não tem problemas ver minhas fotos não.

Eu apenas sorri já com o pau duro, olhando sua bundinha enquanto ela se dirigia para a cozinha perguntando se eu queria sorvete.
Fiz o que tinha que ser feito no computador dela e a entreguei, ela insistiu de perguntar o quanto eu cobraria e eu disse que era um prazer ajudar.

-Você é um doce, tão amável desde que te conheci.

Ficamos mais um tempo conversando e eu perguntei como uma mulher tão linda estava sem namorado.

- Vim pra cá faz pouco tempo, quando vim pro Brasil fiquei um tempo Na capital antes de vir viver aqui, conheço pouca gente e muita gente aqui me acha metida. rss

-Que isso, você é muito legal professora.

Quando ela tinha uma risada um pouco escandalosa e seus seios balançavam sempre que ela ria.

- Belo piercing a senhora tem hein professora? Perguntei já com certa maldade.

-Rss é uma estrela do mar, ela expôs a barriga para me mostrar à bijuteria.

-Não deixou nenhum coração partido no Canadá professora?

-Que isso menino? Rss não, não, quando vim pra cá já estava há alguns meses sem namorar ninguém.

-Caramba hein. Um mulherão desses, com todo respeito. Respondi meio tímido.

-Você acha? Obrigado. Respondeu ela sorrindo sem fazer cerimônia.

-E não sente falta professora?

-Você ta muito indiscreto menino uahuaha, sinto sim, você parece mais tímido na
aula.

-Tem que ser né?

-E você namora?

-Não ninguém me ama ninguém me quer teacher.

-Ouwnn que dó do meu aluninho preferido, disse ela e me beijou no rosto.

-Sou o preferido?

-É sim rsss, você é o que eu me dou melhor na escola, mas esse é um segredo nosso rigth?

-No problem girl.

Ela riu e ficamos nos encarando por alguns segundos.

-ela virou um pouco o rosto e alisou meus cabelos, o tesão já era grande em mim então arrisquei inclinar meu rosto na tentativa de um beijo e tamanha foi minha surpresa quando ela aceitou.

Um beijo leve, nem estávamos nos tocando, só os lábios e línguas em um movimento inocente, então ergui minhas mãos e comecei a acariciar seus cabelos e paramos, porém dessa vez foi ela que veio e me prendeu em outro, porém dessa vez mais intenso.

-Nossa professora, daqui eu não vou conseguir mais parar.

Ela foi com sua boca até meu ouvido e sussurrou.

-Quem disse que eu quero que pare?

Caiu a ficha, aquela eu já tinha ganhado, só tinha que me segurar pra não gozar logo, porque meu pau já tava a milhão.

Continuamos o beijo ela segurava nas laterais do meu rosto enquanto minha mão esquerda acariciava seu seio e a direita apertava sua cintura. Nossas línguas se cruzavam em um ritmo gostoso, ela molhava muito a minha boca, mas eu não ligava, partia para lamber seu pescoço e chupar a pontinha da sua orelha enquanto suas unhas arranhavam meu peito por baixo da camisa.

Paramos pra tomar fôlego e eu disse que seu seio era muito gostoso.

-Coloquei silicone no ano passado, quer ver?

Nem aguardou minha resposta e tirou sua camisa, estava com um sutiã azul piscina que me deixou louco e contraiu os braços de forma a deixar aqueles dois belos montes um contra o outro em um aperto gostoso.

Coloquei minhas mãos a brincar com aqueles dois tesouros, apertava por baixo ainda dentro do sutiã, enchia minhas mãos com os dois, massageava, devagar aproveitando bem o momento, enquanto minha professora ficava cada vez mais ofegante, passava os dedos pelo bojo do sutiã e bem de leve brincava com seus biquinhos já rígidos enquanto voltava a sugar seus lábios e me deliciar com sua língua.

-Gostosa.

Ela sorria, virava os olhos e mexia bem o corpo.

-Vou tirar.

Soltou o sutiã e mostrou aqueles dois morros maravilhosos, grandes com aureolas pequenas e mamilos que pareciam dois botõezinhos empinadinhos. Em um movimento que eu não esperava minha professora puxou minha cabeça com as duas mãos na direção de seus seios, logo não podia fazer outra coisa a não ser cair de boca neles.

Sentada no sofá minha professora já respirava mais rápido soltando pequenos gemidos tímidos enquanto eu me acabava em suas tetas, ela só pressionava minha cabeça como se não quisesse que eu fugisse, lambia bem ambas as “bolachinhas” de cada seio com a língua bem molhada, apertava os dois ao mesmo tempo e passava a parte de baixo da língua nos mamilos, coisa que a excitava cada vez mais, ia como um louco tentando colocar toda aquela mama na minha boca e sugava, sugava com força o que fazia minha professora se remexer muito no sofá, me soltei de seus braços e fui lambendo sua barriguinha até chegar ao seu umbigo, onde fiquei muito tempo brincando com seu piercing.

-To louca de Tesão.

Ela tirou o short mostrando sua calcinha da mesma cor que seu sutiã, e não demorou muito para tirar a calcinha.

Eu entendi o recado e tirei minha bermuda e cueca rapidamente também, tirei seus óculos e fui beijando enquanto deitava sobre ela no sofá, ela tomou a atitude pegar direto no meu membro e ir encaixando na sua cetinha, sentia aquela umidade quente enquanto meu pau deslizava dentro dela, estava encharcadinha então não demorei muito para começar a foder aquela bucetinha quente.

Minhas mãos ficavam em suas costas enquanto eu metia intensamente, ela só gemia baixinho mesclando com gritinhos intensos, nunca tinha comido uma mulher mais velha até aquele dia então resolvi perguntar:

-Está gostando?

Ela sorriu como se estivesse me achando meio bobo e disse:

-Ta mandando muito bem.

Forçava muito meu quadril para meter naquele sofá, até tirei uma das mãos de suas costas para me apoiar e meter com mais força naquela xaninha quente, reação essa que só fez minha professora começar a gemer mais alto enquanto eu a bombava com toda a força que eu tinha, ela colocou suas mãos sobre a minha bunda, apertando e puxando em direção a ela como se não houvesse amanhã e eu descontrolado enquanto metia mesclava beijos com mordiscadas e lambidas em seus seios, rosto e testa.

A vontade de gozar era grande, então me levantei deixando-a sentada de pernas apertas pra mim no sofá e comecei a beijar suas belas coxas enquanto alisava a porta de sua bucetinha com meus dedos, e finalmente pude visualizar sua cetinha, rosadinha com uma penugem ralinha a qual eu também acariciava, ela me olhava sempre sorrindo e eu me dedicava ao máximo, parei de morder suas coxas e comecei a lamber bem devagar a sua portinha.

-Unnmm gosstoo hmm.

Metia a língua no vãozinho, a sugava toda, lambia lado a lado em um ri timo bem gostoso.

Minha professora soltava várias palavras carinhosas e acariciava meus cabelos enquanto eu sugava sua maravilhosa xaninha, deitei de lado minha cabeça em um de suas coxas e comecei a acariciar seu grelinho apenas com a pontinha da minha língua, misturando movimentos rápidos e lentos com meus olhos fechados, ela pirou e dessa vez não fazia questão nenhuma de oprimir seus gemidos.

Comecei a enfiar o dedo do meio da minha mão direita na sua cetinha enquanto
lambia e chupava seu grelo, ela por vezes passava o dedo sobre o danado como se fosse um reflexo incontrolável, e enquanto fazia essa caricia minha outra mão me tocava uma bela punheta que logo me fez gozar uma boa quantidade de porra quente.

Ela notou que eu tinha chegado ao clímax e sorriu, mas nem por isso parei de lamber seu grelo que agora estava inchadinho, lambia mais rápido e também apliquei essa velocidade no passeio do meu dedo do meio sem sua cetinha que agora também contava com a companhia do meu dedo indicador.

Ela se remexia no sofá, meus movimentos eram rápidos, lambia o lado, em cima e puxava de leve seu grelo com meus dentes, meus dedos entravam e saiam cada vez mais molhados de sua xoxotinha, então ela pediu:

-Põe o outro embaixo.
Inicialmente não entendi e continuei o trabalho, mas depois a ficha caiu, peguei o dedo indicador da outra mão e coloquei em seu rabinho, delicioso, quente, isso fez explodir.

-AHHHHHHHHHHHH.

E ficou mais louca quando voltei a chupá-la e acariciar sua cetinha.
Estava eu lá, com a boca no grelo, dois dedos dentro de sua cetinha e um dentro do seu cu, estava me sentindo o máximo e nessa altura meu pau já estava a toda de novo, passando a língua, os lábios e até o nariz naquele grelo lindo e minhas mãos em movimentos frenéticos, o corpo da Mercedes respondi de forma igual, se mexia bastante, sempre tocando sem sua buceta e gemendo alto agora, até que em um certo momento em um gemido mais alto pensei dela ter urinado em mim quando sua buceta encharcou minha cara com o mais gostoso dos gozos.
Limpei meu rosto na blusa dela que estava ali do lado, ela se levantou tirou minha camisa e nos beijamos com minhas duas mãos apertando seu rabo gostoso, então ela disse, agora é minha vez.

Se abaixou diante de mim e começou a brincar com meu pau em suas mãos, alisava, apertava me deixando cada vez mais loco, passava os lábios fechado pela cabecinha e ia descendo até as bolas, bolas essas que ela começou a acariciar me dando uma sensação que poucas mulheres sabem dar para um homem, começou a deslizar minha benga pelos seus seios, muitas vezes batendo minha cabecinha contra seus mamilos e com um sorriso devasso na face.

-Gosta disso garotinho.

-Adoro professora, a senhora é. ahhh.

Ela nem esperou eu terminar a frase deu uma chupada com os dentes roçando de leve na cabeça do meu pau, depois pegou seus seios e com meu membro entre eles começou uma espanhola bem gostosa.

Apertava bem os seios e deixando as mãos de forma que seus dedos não deixassem meu pau escapulir, num frenesi intenso pra cima e pra baixo, às vezes parava de mexer e eu tomava as honras de melar com meu pau aqueles seios lindos e gostosos.

Sentei no sofá e a debrucei sobre a mesa de centro, ela ficou empinadinha pra mim e quando ela segurou na mesa pra se equilibrar comecei a foder aquela xota novamente, agora com mais vontade, abri bem as pernas de forma a deixar meu quadril elevado para deixar livres meus movimentos de penetração enquanto fodia a professora.

Bem rápido, com toda a força que eu tinha, seus seios ficavam pressionados contra o vidro da mesa de centro e isso só me dava mais excitação, ela gemia e eu também já soltava alguns gruídos, debrucei totalmente, meu corpo sobre o dela e fazia movimentos intensos que só deixavam as minhas bolas pra fora quando entrava e pouco do topo da minha cabecinha quando saia isso com toda a velocidade que eu podia atingir, ela veio e sentou no meu colo de costas pra mim começou a quicar bem rápido esticando o corpo e se apoiando na ponta da mesa, depois ficou sentada retinha sobre minha benga e deu várias reboladas, que fizeram com que eu sentisse toda a porra passar pelos canais do meu pinto, mas que eu conseguia conter para não gozar.

Fiquei de pé e com ela de quatro voltei a bombar aquela cetinha safada, ela gritava bem alto e o barulho das minhas coxas se chocando com sua bunda não ficavam pra traz quando o assunto era barulho, eu metia intensamente, Ela gemia, mexia a cabeça para todos os lados, me agarrei nos seios dela enquanto a penetrava e apertava com força por um momento tive medo de machucá-la, pois ela começou a soltar gritos maiores, porém sua face dizia o contrário então continuei metendo com toda a força possível.

Estava cansado e sentei no outro sofá, ela prontamente me deitou e começou a cavalgar rapidamente com se não quisesse perder o ri timo, nossa a bunda dela batendo em minhas coxas e o peso de uma cavalona sobre mim com as nádegas praticamente comendo todo o meu pau era coisa nova pra mim, os movimentos eram muito intensos e em momento de loucura eu pedi.

-Prof, faz como nos filmes.

E ela atendeu.

-fuck, fuck, fuck yeahhhhhhhhhh.

Isso me deixou louco estava prestes a gozar quando ela soltou um grito maior.

-AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH.

Virou os olhos e caiu sobre meu peito dizendo que não tinha um orgasmo desses há anos.

Fiquei deitado ofegante, depois daquele arranque que ela deu no meu pau, que ainda estava em riste.

-Eu gozei duas vezes já rss. Acho que você também merece gato.

Ela sentou no chão e começou a sessão e tortura mais gostosa que possa existir, um boquete bem gostoso, chupando meu pau como se fosse a coisa mais saborosa que ela viu na vida, sugava a cabecinha, colocava tudo na boca, sentia seu lábio inferior tocar as minhas bolas, que também receberam seu carinho, ela as colocou na boca enquanto puxava os biquinhos dos seios com os dedos, lambia divinamente até voltar ao topo do meu pênis e engolir todo ele de novo, me punhetava de leve e beijava a cabecinha, não pude conter por muito tempo então gozei, e meu esporro melou todo o seu pescoço e ia descendo para os seios, e ela sempre sorrindo fazia questão de passar o dedo e leva r a boca.

Após isso rapidamente nos recompomos, ela ficou meio estranha como se estivesse com vergonha, mas não deixou de ser amável e simpática.

O clima tava meio estranho até ela dizer que tinha adorado, limpei meu pau na cueca mesmo, me vesti nos despedimos e fui embora.

Um tempo depois ela pediu desculpas pra mim e disseque estava envergonhada, eu disse que não tinha grilo nenhuma e que nunca falaria pra ninguém, o curso continuou por mais um ano, mas nunca mais fui a casa dela e atualmente soube que ela voltou pro Canadá e está noiva, mas aquelas gozadas daquela manhã de sábado ficaram pra sempre na minha mente.

Autor: Mad Guy
Fonte: casadoscontos.com.br
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