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Eu, meu primo e a descoberta do prazer

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Nasci em Santa Catarina, sou filho de um juiz carioca, que se mudou para cá depois que passou num concurso público e acabou conhecendo minha mãe, empresária do ramos hoteleiro. Minha família sempre foi liberal comigo, sempre tive tudo que quis, sou inteligente, culto e estudioso. Adoro esportes especialmente artes marciais e surf. Muitos me chamam de garoto prodígio. Contudo o que realmente chama atenção é minha constituição física. Desde os 5 anos ganho concursos de beleza infanto-juvenis, corpo dourado, tórax esculpido, coxas torneadas e grossas, estilo surfista, corpo naturalmente quase desprovido de pelos, másculo. De sunga na praia, deixo qualquer um no chinelo, olhos fitos em mim. Como disse, criado na liberdade e para a liberdade. Dentro de casa nunca tivemos muitos pudores, nunca nos incomodamos com o nu. Meu pai e meu irmão mais velho (23 anos) sempre andaram nus em casa e eu sempre brinquei inocentemente com seus pênis. Beijo meus pais na boca, acaricio seus corpos e tomei banho com eles até os 13 anos. Pornografia nunca foi novidade para mim, sempre tinha muito material desse tipo, tanto do meu pai quanto do meu irmão. Fui muito naturalmente estimulado desde criança.


Estou completando 15 anos em Junho deste ano e em comemoração vou contar dois fatos da minha vida, como iniciei minha vida sexual e como a vivo hoje. Vou iniciar pela primeira. Aos 8 anos vi meu irmão pelado na cama batendo uma bronha, na época ele estava com 16 anos. Foi a primeira vez que vi alguém ejacular de verdade, o pau cuspiu porra até o peito dele. Não entendiam o que estava acontecendo, mas já tinha visto aquilo nas revistas do meu pai, um líquido leitoso que escorre da cabeça do pinto. Perguntei para meu irmão, por que não saia aquilo do meu pinto e ele respondeu que mais uns 2 anos e eu ia fazer aquilo também. Fui para a sala deitei no sofá e peguei meus 7 cm de piroca e manipulei-a sem o menor êxito, ainda era o gurizinho gordinho de pênis pequeno e prepúcio descolando da glande. Meu pai chegou na hora e ficou olhando sorrindo.


- Pai, quero soltar leitinho. Você solta leitinho? Deixa eu ver?


- Você é muito novo, Ítalo, ainda vai ter muito esperma. Não estou com vontade de soltar esperma, ok?


- Ah, não deixa eu ver!


Meu pai me levou para o quarto, baixou as calças pegou um pedaço de papel higiênico, sentou na cama, apanhou uma revista e começou a se masturbar. Encheu o papal de esperma e eu tentei pegar, mas ele não deixou. Jogando a porra no vaso e dando descarga, disse:


- Pronto! Agora você vai ter que esperar seu escroto ficar preparado para produzir esperma.  Já viu como é, agora vai brincar.


Fui brincar no meu quarto com meus brinquedos e logo nem lembrava mais do que havia acontecido.


Mas fui bastante precoce, aos 9 anos já observava meus ovos crescendo e aumentando consideravelmente o tamanho do meu testículo, fiquei um pouco com vergonha quando um tio meu disse: “Olha, o saquinho do Ítalo tá crescendo”. Mas ele me abraçou, passou a mão no meu saco e me pôs no colo, dizendo:


- Ítalo tá virando hominho!


Eu queria virar hominho e se saco grande significava isso, então tudo bem. Cheguei a mostrar o saco na escola e tomei uma advertência. Meu organismo começava a se modificar. Com 10 anos a coisa começou a acelerar. Dizem que o homem começa puberdade depois dos 12 anos, mas Já tinha 1,58 cm, 52 kg bem distribuídos e um pênis infantil de 9,5 cm, grossinho. Achava meu saco desproporcional ao meu corpo, grande demais, pendurado. Sentia o escroto aumentado e ficando mais sensível ao toque. Nem me preocupava ainda com meu pênis, que sempre foi grandinho para minha idade.


Nas férias de junho de 2005, fui para a casa do meu tio caçula por parte de pai, o Alberto, já que meus pais tinham ido visitar meu irmão na Inglaterra (nessa época ele estava estudando lá). Foi legal. Fiz amizade com meu primo Leonardo, 3 anos mais velho. Eles moravam sós, pois minha tia havia falecido 1 ano antes de acidente de transito. Meu tio levou meus pais para o aeroporto e na volta jogamos bola juntos, num campo pertinho da casa do tio. Meu tio nos mandou tomar banho. Tirei a roupa e liguei o chuveiro, mas Leo não entrou de imediato, ficou olhando para mim.


- Vem, Leo! Vamos tomar banho logo pra gente jogar no play.


Tirou meio sem graça a roupa e se aproximou. Tinha pentelhos espalhados entorno da base do pênis, poucos nos testículos e nas axilas. Mas era visivelmente mais desenvolvido do que eu.


- Sua piroca é de que tamanho?


- Não sei.


- Você nunca mediu?


- Não. Você já?


- Tenho 10 cm de piroca. Vamos medir a sua na minha para ver qual é a maior.


Leo começou a brincar com o pinto e ele levantou em segundos. Mas o meu demorou bem mais, precisou de muito estímulo até levantar. Quando ficou duro encostamos um no outro, a dele sobre a minha, e Leo percebeu que meu pênis infantil era praticamente do mesmo tamanho do dele, só que mais grosso. A glande do pênis do Leo encostou-se à base do meu abdômen e a minha roçou no couro dos testículos do meu primo.  Leo segurou minha piroca junto com a dele e iniciou um movimento de vai e vem. Fiquei parado olhando. Ele logo ejaculou ralinho no meu púbis. Continuei olhando a água do chuveiro levar ao esperma dele sem saber o que tudo aquilo significava, enquanto ele se desfazia em espasmos e contrações.


Depois do banho, fomos jogar no play. Leo sentou pertinho de mim e eu observei que o pênis dele estava durinho novamente. Venci-o no jogo sucessivamente, com certeza não estava concentrado.


- Cansei de jogar. Vamos brincar de pega vareta. Segura um pouco na minha vara.


Segurei. Não satisfeito, botou minha mão dentro do short dele e mandou apertar. Apertei mas logo larguei, não tinha graça para mim. Ele tentou pegar na minha bunda e eu não deixei, devolvi a brincadeira, mas ele também se esquivou. Pulamos na cama e o rala começou. Dedava a bunda dele e ele a minha - cachorro e gato. Era um pouco mais fraco, mais não perdi na brincadeira. Teve uma hora que já cansado, deixei ele meter a mão na minha bunda. Fiquei parado sentindo sua mão sobre meu calção, mas de repente ele tentou tirá-lo e eu reagi. Já estávamos cansados e esbaforidos. Ele com o cacete duro e eu quase nada. Sem mais nem menos, Leo pediu:


- Deixa eu ver sua bunda?


- Só se você mostrar a sua primeiro.


- Vai, mostra aí, priminho.


- Você primeiro, Leo.


Ele levantou-se e baixou um pouco o calção. Estendi a mão até a bunda dele e ele me deixou pegar. Era macia, redondinha. Senti meu coração acelerar.


- Sua vez.


Ele se sentou na cama e eu desci um pouco o short, mostrando minha bunda, ele abriu minhas nádegas com as duas mãos e tocou com um dedo meu ânus. Recolhi a bunda. Ele levantou o colchão e pegou uma revista pornô, como as que meu pai tinha e disse:


- Vamos imitar eles?


- Mas eu não tenho esperma ainda.


- Deita aí e deixa eu ver sua piroca.


Deitei-me na cama e botei para fora. Leo pegou no meu pênis e descobriu a glande. Lembro-me que era linda, um pouco pequena em relação ao corpo gordinho do meu pênis. Ele começou a masturbar-me e o estimulo começava a fazer efeito. Beijou minha glande, depois a introduziu na boca, mas meu pênis ainda estava muito sensível e não agüentei a primeira chupada. Afastei a cabeça dele. Mas algo havia acontecido, experimentei uma nova fonte de prazer, era gostoso brincar com a piroca, mas nada se comparava com o que senti, era um frio na espinha, deu um tremelique.  Leo deitou do meu lado e mandou eu fazer o que ele fizesse e tornou a me masturbar, também bati para ele. Meu pênis inchou um pouco, estava ereto, rijo e pulsava na mão do meu primo. Pegou na minha mão para adequar o tempo do movimento, aumentando seu prazer. Apertou minha mão sobre seu pênis e senti a vibração de seu jato. Ele ejaculou sujando sua roupa e cama. Parou por um momento e retomou o movimento. Meu pênis estava quente e uma pressão interna tomou meu corpo. No orifício de minha glande, brilhava uma gota de um líquido viscoso e transparente. Tomei meu falo da mão de Leo e o pressionei com muita força, estava vermelho. Toquei o líquido com o dedo e ele se estendeu, era espesso, pressionei novamente o falo. E senti meu corpo se contraindo todo, minha visão nublou e perdi o controle. Gozei a seco. Foi ótimo! Meu primo sorria, com uma cara de malandro. Eu fiquei um tempo me recuperando. Depois de um lanche preparado pelo tio, fomos para a cama, mas Leo veio para a minha.


- Vou dormir com você, Ítalo! Aí você pode dormir sem roupa que eu te esquento.


- Mas não coloca o pinto em mim.


Estava começando a compreender, porque o pênis é tão especial e como um homem sente prazer com ele. Deitou-se de costas para mim, bunda com bunda. Senti meu pênis enrijecer, estava excitado. Joguei minha mão para trás e a pousei sobre a coxa dele.


- Leo!?


- Êin.


- Cê tá dormindo.


- Quase. E você?


- Também.


Adormeci acariciando as coxas do primão. Estava sonhando masturbando o Leo e o tio, quando senti meu rego úmido. Leo estava untando minha bunda com seu líquido seminal, me afastei.


- Deixa eu botar a cabecinha no seu cú?


- Não sou mulher.


- Não, você é machinho, primo. Olha o tamanho da sua rola. Deixa meter meu caralho.


- Não, fica só esfregando.


- Tá.


Deixei ele se satisfazer um pouco. Depois virei de frente para ele, não sabia o que fazer. Tentei puxar alguma imagem pornô da memória, mas só sentia meu pênis rijo e sedento. Puxei-o para mim, nossos pênis se encontraram, toquei meu nariz no dele, sentia sua respiração no meu rosto, seu peito em meu peito. Comecei a me masturbar na barriga dele, depois botei meu pênis entre o saco e a coxa dele e deixei-o lá. Leo tocou seus lábios no meu, introduziu a ponta da língua e eu abri a boca. Enfiou a língua toda e eu a suguei.  Respiração acelerada. Ele veio sobre mim, desalojando minha piroca. Deixei-o masturbou-se sobre minha barriga, enquanto eu o beijava avidamente. Dormimos exaustos.


 Logo cedo fomos pegos dormindo nus pelo tio Alberto. Não nos repreendeu, mas mandou agente pular da cama. Passeamos o dia todo com meu tio no trabalho dele. E quando fomos dormir, o tio falou que dormiríamos na cama dele. Leo adorou a idéia. Alberto vestia um pijama de seda, que caia sobre sua genitália. Ele deitou-se entre mim e o Leo. Estava curioso e doido para perguntar:


- Tio, ontem saiu um líquido clarinho da minha piroca. Ele engravida? Já virei homem?


- KKKKKKKKKKK. Com 10 anos, Ítalo? De jeito nenhum. Vem cá. Deita aqui no meu peito.


Ele enfiou a mão no meu calção e apalpou meus testículos.


- Nossa, Ítalo, você realmente tá sacudo, guri. Leo tira o short pro papai ver. Olha tá do tamanho do saco do Leo. Já tá perto de você ejacular. Você brinca com seu pinto?


- Brinco, mas não sai nada, tio.


- Mas vai sair. O do Leo já sai.


- Eu não tenho nem pêlos, tio.


- Mas você não vai ter muito pentelho não. Nossa família não costuma ter muitos pêlos, mas isso varia muito de homem pra homem.


- Tio, meu pinto é pequeno?


- Não, rapaz! Tá muito bom.


- E o meu, pai?


- Os dois têm pau grande, ok? Vamos dormir.


Alguns minutos depois.


- Ei, Ítalo! Vamos brincar com ele. Ele dorme demais. Puxa o pijama dele.


- Eu não. E esse ele acordar?


- Nada, nunca acorda.


Leo começou a mexer no pênis do tio. Não dava para ver direito, mas depois de um tempo tive curiosidade e botei a mão no pênis do tio e estava todo melado. Leo tinha brincado com o caralho do pai. Limpei o esperma no lençol e dormi. Hoje eu sei que o tio não estava dormindo. Estava bem acordado, curtindo a punheta. No outro dia, o tio saiu para comprar algumas coisas no mercado e pediu para recebermos o encanador que viria concertar um encanamento. O tio não tinha saído nem do por tão direito e Leo, já estava com o pênis ereto.


- Vem primo! Vamos pro meu quarto. Vou fazer você gozar.


- Como?


- Você vai ter que fazer tudo que eu mandar. Confia no seu primo mais velho.


- Vai lá.


- Tira a roupa e abre a cabeça do seu pau. Vou chupar pra puxar a porra, mas você tem que agüentar.


- Tá. Ai! Devagar! ... Hum! HUUUMMM!


- Tá saído aguinha, primo!


- Chupa! Humm! Bom demais! Chupa Leo.


Leo chupou uns 15 minutos, quase enlouqueci. Instintivamente, tirei o falo da boca do Leo e puxei-o até a cama. Ele deitou sobre mim e me beijou. Comecei a massagear a bunda dele, ele não questionou. Forcei a entradinha com o dedo, mas não entrou.


- Tem que cuspir no dedo ou lamber o cú.


Ele se levantou e ofereceu para eu lamber. Achei nojento no começo, mas logo já dava para meter o dedo. Meu primo rebolava no meu dedo e eu batia bunheta com vontade.


- Vou por um filme.


Leo acessou a net e botou um filme onde um negão gigante comia uma loirinha da vagina apertada. Em pé diante do monitor, me masturbei com as duas mãos, acariciando meus ovos e movendo a pélvis. Músculos tensos, rosto suando e o pau do negão rasgando a mulher, que gritava. Meu pênis como aço, pulsava com grande intensidade. Senti uma coisa líquida correndo dentro de mim, meus testículos contraídos, movimentos acelerados... e um vulcão. Os jatos de esperma alcançaram uns 2 metros, grudou no monitor, no meu queixo, peito e abdômen.  Não houve refração. Meu pênis continuou rijo e eu deitei-me sobre meu primo, me masturbando na bunda dele. Não era mais eu, só meu falo sedento. Nunca senti prezar tão grande. Inesquecível! É claro que ainda não era um esperma grosso de adulto, mas só aquela gala de adolescente. Gozei pela segunda vez. Não saiu muita coisa, quase não melou meu primo. Meu pau estava esfolado e vermelho de tanta punheta e eu exausto, sentei na beira da cama, vendo o negão do vídeo ejacular um litro de porra na boca da loira.


- Chupa meu cacete, Ítalo!


Ainda engolia a porra do Leo, quando a campainha tocou. Era o encanador. Sentia minha garganta pregando, o gosto salgado na boca. Bebi a porra do meu primo, conheci o significado de ejacular, tive o primeiro orgasmo com porra. Tornei-me um homem.


(Continua)


 


Mal podia esperar para chegar a noite. A formula se repetiu, meu tio no meio e nós um de cada lado.


- Pai, vamos dormir pelados? – pediu Leo.


- Não, Leo tá frio.


- Eu te esquento, tio.


Ele tirou o pijama, abriu um pouco as pernas e ficou avontade. Rapidamente escaleio corpo dele e finquei minha rola dura na barriga dele. Meu primo veio por trás e ficou puxando o coro da minha rola e batendo pro pai dele. Quando o tio urrou esporrando jatos nas minhas costa e bunda, não resisti e gozei em seu abdômen.


- Ítalo, você gozou.


Apertou-me contra ele. Depois sentei na barriga dele e ele me masturbou com tudo, só pra ver a agüinha escorrer.


- Pai, e eu?


O tio virou, dando a bunda pro Leo e o Leo masturbou-se no reguinho dele.


- Amanhã vamos comemorar, mas tem que guardar a porra para a noite.


Passamos o dia na ansiedade. A noite prometia.



Autor: Ítalo Yago
Fonte: contosonline.com.br
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