(Fechar X)
Promoção Produtos Importados Br
Projeto Pornô
Publicidade1
Projeto Pornô
   
Comprar Produtos Adultos Importados (Embalagem Discreta)
Home
Vídeos
Fotos
Artigos
Contos Eróticos
Anuncie Anuncie
Parceria Parceria
Home   

Contos Eróticos

  

Coroas / Mature

Contos Eróticos  

Eu e minha terapeuta sexual - um caso de amor!

  Tamanho da Fonte:
Diminui Tamanho Fonte -    Aumenta Tamanho Fonte+
Imprimir Imprimir

Eu e minha terapeuta sexual - um caso de amor!
Fonte Foto: agonyada.blogspot.com
Confesso que nos últimos tempos tenho vivido para o sexo. Já não consigo me concentrar como antes em outras coisas, sempre estou pensando em sexo e querendo fazer sexo. MInha produção no trabalho caiu de maneira assustadora, meus relações pessoais estão desmoronando. Perdi um casamento e não consigo manter um namoro por muito tempo. Sempre quero mais e mais. Percebi que eu estava realmente doente há uns quatro meses quando estava com um namorada em meu apartamento durante um fim de semana. Perdi a conta de quantas transas tivemos em um único sábado, no entanto, por volta das 16h, ela resolveu descer e ir a academia do meu condomínio para manter os exercícios em dia. Foi ela sair pela porta e eu entrar no computador para procurar uma putaria, um filme, um conto, ver site de gatotas de programa. Mesmo sabendo que quando ela voltasse eu iria transar novamente, não perdi tempo e gozei vendo uma boa putaria. Outra coisa que me vez ver que estava doente foi o de mesmo namorando constantemente eu sempre pagava por sexo para fazer umas sacanagens extras. Me dei conta de que precisava de ajuda.

Eu conversei com um amigo que simplemente me aconselhou a buscar um terapeuta ou um psiquiatra. No caderno do meu plano de saúde só havia psiquitras, mas não sabia qual deles tratava de disturbios sexuais. Fui ligando número a número para marcar uma consulta em uma data mais próxima possóvel, mas a maioria deles só tinha vaga meses para frente. Em uma das últimas tentativas, consegui uma consulta duas semanas para frente daquela data, justamente na sexta após o carnaval.

No dia e hora marcado fui ao consultório da dra. Mary, na cidade onde moro. Uma psiquiatra bastante centrada, com seus quase 50 anos de idade, bem conservada, mas com marcas do tempo, do trabalho corrido, uma mulher normal, comum, sem nenhum atrativo muito forte exceto o fato de ser mulher. Cheguei a consulta disposto a me abrir completamente, eu queria ajuda, queria cura, queria uma vida normal. Quando comecei a falar do meu problema, ela disse que era especializada em psicalinalize e que era pesquisadora na área de disturbios sexuais. Ironia do destino ou não, sorte ou não, fiquei feliz pelo acaso, achei que eu poderia ser curado.

A dra. era bem experiente e me deixou bastante à vontade para falar e expor os meus problemas sem disfarces. Eu disse a ela que o sexo estava consumindo minha vida, minhas energias, meu pensamento, meu dinheiro. Ela me perguntou porque eu às vezes pagava por sexo mesmo tendo uma namorada ou uma parceira de cama. Eu disse que era para fazer coisas diferentes e ousadas ou, então, quando eu estou com uma mulher que não curte sexo anal. Ela então perguntou: sexo anal é tão importante para você?

Eu respeirei fundo, tentei olhar no fundo de mim mesmo e respondi com naturalidade e sem recato: dra. Mary, eu amo uma bunda, amo um cuzinho feminino. Eu olho uma mulher razoavelmente bonita na rua, com aparência limpinha, com uma bundinha bonita e já fica imaginando o botaozinho dela, as preguinhas. Eu não consigo resisti. Enquanto eu falava, meu pau ficou duro e o volume apareceu em minha calça social, como eu estava sentado em uma sofá de frente para ela, sem nenhuma mesa entre nós, não tive como disfarçar o volume e ela percebeu, manteve a postura e continuamos.

A dra. Mary se interessou pelo meu caso e passou a me antender uma vez por semana. Me passou incialmente um remédio, daquelas para diminuir a ansiedade. A cada consulta eu me soltava mais e ela também passou a falar de exemplos de paciêntes com disturbios sexuais, não sei a razão, talvez para mostrar que era possível lidar com isso. Mas, eu sei que ela passou a ficar cada vez mais interessada em minhas histórias de vida, em meus relacionamentos. Ela perguntou da minha primeira vez, da primeira vez que comi um cuzinho. Perguntou do meu casamento, o porquê da separação, se minha esposa fazia anal comigo. Eu disse que fazia, mas que ela não curtia muito, pois não é toda mulher que gosta e que não lutei pelo meu casamento justamente porque estava satisfeito com a mulher liberando o cuzinho só para me agradar, enquanto eu já havia saído com mulheres que gozavam bastante dando o rabinho. Quando falei isso, mulheres que gozavam bastante dando o rabinho, a doutora arregalou os olhos e se encostou completamento no sofá.

Ela perdeu um pouco a concentração e fez uma pergunta que pareceu pessoal: "É mesmo? Você já saiu com mulheres que adoram sexo anal e gozam bastante fazendo?". Eu achei estranho e rebati: "Você trabalha com disturbios sexuais e nunca ouviu de mulher que gostam de sexo anal?". Ela, meio sem graça, se justificou: "Sim, mas é que o que aprendemos nos livros e pesquisas é uma coisa. Eu nunca tive uma paciênte tão vidrado em sexo anal como você e nunca ninguém me falou isso de maneira tão enfática assim. A maioria dos problemas que aparecem são justamente o caso do marido querer e a mulher não querer".

Eu, me sentindo natural, perguntei: "Mas você nunca gozou fazendo sexo anal?". Ela respondeu sem pensar: "Eu nunca fiz". Quando ela percebeu o que respondeu, ela disse, meio sem graça: "Acho que nossa consulta acabou, nos vemos na semana que vem". Eu saí meio sem graça, mas depois deixei pra lá.

Na semana seguinte, estava eu de volta ao consultório. A primeira coisa que ela fez foi pedir desculpas por ter sido falado dela mesmo na consulta passada. Eu disse que não teve problema algum e que entendia que acabamos nos empolgando quando pensamos e falamos de sexo. Ela deu uma risada sem graça e disse: "É verdade, mas não posso perder o profissionalismo". Mesmo assim a conversa foi seguindo bem descontraidamente.

Um pouco depois eu perguntei a ela, meio sem querer, por instinto: "Por que você nunca fez sexo anal?". Ela ficou sem graça e respondeu: "Eu nunca senti muita vontade para isso, eu acho". Eu então falei: "Você disse que nunca sentiu MUITA vontade, mas já sentiu vontade, né?". Ela falou: "Não sei se vontade ou curiosidade. A gente lida com sexo, ouve falar, estuda o assunto, bate aquela curiosidade, mas nunca foi suficiente para eu ter coragem de experimentar".

Embora eu tenha percebido que ela não usava aliança, eu perguntei: "Seu marido nunca tentou fazer com vc?’. Ela levantou a mão esquer e disse: "Não sou casada, já foi. Quando éramos casados ela pediu uma única vez e eu disse que não queria, ele era muito formal e respeitador e nunca mais pediu". Minha curiosidade aumentou e eu insisti: "E depois dele, nenhum namorado pediu?". Ela falou: "Estou separada há dois anos apenas e foi uma separação muito dolorida. Depois dele não consegui ter ninguém". Eu me assustei e perguntei: "Você está todo esse tempo sem sexo? Como você consegue?’. Ela deu uma risada sem graça, mas estava super à vontade, e disse: "A gente vai se virando, né".

Nisso, como que instantaneamente, meu pau subiu, ficou duro de latejar na calça e ela percebeu. Continuamos a conversa e ela sempre metia olho no volume e eu estava sem graça e ela também, tentando disfarçar. Ela então tentou recuperar o profissionalismo, perguntando de forma erudita e com uma postura mais séria: "Por que você teve uma ereção?’.

Dessa vez eu fiquei sem graça, mas disse: "Sei lá. A gente falando essas coisas. Você dizendo que se vira sozinha para ter prazer. Desculpa, doutora, tenho todo respeito por você... você tem me ajudado bastante, mas não consegui deixar de imaginar você se masturbando, tomando banho, deitada sozinha na cama. Desculpa, mas não consegui deixar de imaginar seu cuzinho virgem e sonhei em faze-la gozar intensamente com essa experiência que você com certeza precisa ter, nem que seja para dizer que não gostou". Quando terminei de falar eu não consegui olhar na cara dela, percebi que falei muita besteira.

Ela então disse: "Mas eu sou quase vinte anos mais velha que você, já não tenho um corpinho de garota, como você consegue me desejar?". Eu não sabia o que responder. De fato, a primeira vista, eu não a desejei, mas não queria ser grosso, então eu disse: "Você é uma mulher bonita, inteligente, usa roupas recatadas mas que mantém a silueta do seu corpo, não tem como alguém não desejá-la". Ela estava sem saber o que dizer e disse simplesmente, se levantado rápido da cadeira, e indo em direção á mesa, que a consulta havia acabado que nos víamos na semana seguinte. Quando ela se levantou, ela estava com uma saia de linho, apertada, dava para ver a marca da calcinha. Ela ficou um tempo pegando algumas coisa na mesa com a bunda virada para mim e vi que ela tinha uma bela bunda. Eu falei sem pensar: "Doutora, sabia que você tem um bonda muito bonita". Ela ficou sem graça, deu uma risadinha e disse: "Até semana que vem".

Na semana seguinte, no dia da consulta, recebo um telefonema do consultório me perguntando se a consulta poderia ser as 18h. Achei estranho porque eu marca sempre a consulta de manhã para poder não trabalhar de manhã, mas aceitei. Cheguei ao consultório um pouco antes das seis, a secretária estava lá e disse para eu esperar porque a dra. Mary havia ido em casa e já estava voltando. Esperei 20 minutos e dra. apareceu. Ela estava com os cabelos meio molhados, como quem tomou banho a pouco tempo. Estava de calça jeans apertada, uma blusa branca que valorisava seus seios. Ela pediu desculpas pelo atraso e fomos para o consultório, enquanto isso a secretária perguntou se já podia ir embora. A doutora prontamente autorizou a saída. Para mim, algumas coisas fora do normal, mas nada necessariamente anormal. Estava lá eu para mais uma sessão de cura sexual.

Ela começou perguntando da minha semana, se eu havia tido algum caso. Eu disse que não, que estava mais controlado e segurando melhor a onda. Ela falou que passou a semana pensando em nossa última consulta e disse que realmente deveria experimentar novas coisas enquanto era tempo. Também disse que eu, por ser um cara bonito e jovem, deveria tentar encontrar uma grande paixão para canalizar minha energias sexuais. Achei legal e continuamos a conversa. MAs eu disse que não tinha cura, pois sempre que eu olhasse uma mulher bonita como ela, ainda mais inteligente e cheirosa eu iria morrer de desejos. Diferente das outras vezes, eu falei isso olhando nos olhos dela. Ela tentava desviar o olhar de mim, mas voltava Era uma mulher madura, já havia sido casada, mas estava como uma adolescente (re)descobrindo o sexo. Dava sorrisinhos, esboçava desejo, mas tentava manter a postura.

Eu cheguei pra frente, fiquei sentando na ponta do sofá ela instantaneamente se aproximou também. Eu disse, novamente olhando nos olhos dela, desculpa pela que vou fazer, mas tenho que fazer. Coloquei a mão no rosto dela, me aproximei e dei um beijo. O beijo foi esquentando até que ela parou e levantou da cadeira assutada, meio que caindo em si. "Isso é loucura", ela disse. "Você é meu paciente e eu vou sair daqui a pouco com um amigo, por isso eu fui em casa tomar banho e me arrumar, vou jantar com um amigo". Eu cheguei perto dela, pedi desculpas, mas disse que não deu para resisti. Ela ficou sem graça e disse que a culpa era dela, pois deu muita abertura, ficou curiosa, perdeu o profissionalismo. Eu falei: "A culpa não é sua você só está sendo mulher, humana, se soltando, sendo você mesma, querendo sentir prazer, alegria, felicidade". Eu já estava bem perto dela e a beijei novamente. Ela tentava sussurrar alguns "nãos", mas eu continuei beijando-a e beijando e beijando intensamente naquele consultório.

Eu desci até o pescoço dela e ela gemeu. Acariciei a nuca, os cabelos e ela me abraçou forte, completamente entregue, tirou meu paletó e minha gravata. Acariciei as costas dela, sempre beijando-a com intensidade e paixão adolescente. Ela adorava. Desci até a bunda dela, acariciando respeitosamente, ela tremia. Passei a mão pelos seios dela, que eram de médios para grandes, não empinados pela idade, mas gostosos de pegar. Tirei a blusa dela e pude ver que ela tinha um pouco de barriguinha, mas nada demais. Usava um sutiã branco de renda, lindo. Tirei com jeito e mamei com propriedade aqueles seios, ao que ela delirava. A virei de costas e beijei as costas dela. Ela é meio loira, toda pintadinha, uma delícia. Fiquei passando a mão por cima da calça, beijando a bunda e ela empinava. Eu a virei novamente e beijei mais aquela boca maravilhosa e fiquei dizendo que ela era maravilhosa e que queria fazer loucurar com ela, levá-la ao limite do prazer. Ela disse: "mas aqui não, vamos para um lugar mais confortável e rom6antico". Eu estava com tesão e fora a fantasia de comer a médica no consultório, insisti para ser ali mesmo, mas ela disse que não, que queria um lugar mais confortável. Ela com jeitinho falou: "Meu carro está no estacionamento do prédio, vamos a um lugar melhor".

Ela colocou apenas a blusa, sem sutiã mesmo, pegou a bolsa, eu peguei meu paletó e gravata e a segui. Ela fechou o consultório com presa, descemos pelo elevador até a garagem, enquanto descíamos, ainda demos uns beijinhos enquanto não havia ninguém. Entramos no carro dela, ela mesmo foi dirigindo e eu fui colocando as mãos na perna dela e como tinha um pouco de trânsito demorou um pouco a chegar em um motel legal, pois ela não queria qualquer um. No caminho foi a boa a demora porque falamos de outros coisas da vida, como música, hobbys e etc.

Chegamos ao motel e ela pediu uma suite com hidro, piscina e tudo mais que se tem direito. Era bem luxuosa. Entremos no quarto e sem cerimônia continuamos a nos beijar intensamente, enquanto isso deixei a hidro enchendo, pois eu estava realmente precisando de um banho. Quando a hidro encheu, nos despimos e fomos para banheira. Ao ve-la despida realmente fiquei com tesão. Ela tinha um corpo bonito, tinha celulite sim, uma barriguinha, a bunda não estava tão em cima nem os seios, mas era gostosa, com um bucetão ao melhor estilo capu de fusca que há muito eu não via. Entramos na Hidro e continuamos a beijação. Até que eu mergulhei e achei a buceta dela e mamei até meu ar acabar e precisar subir a superfície, fiz isso várias vezes, até que eu a coloquei sentada na beira da banheira e dei lambidas concentradas no grelinho dela fazendo-o gozar as berros na minha cara.

Fomos para cama e ela tratou de pegar no meu pau. Mamou meio sem jeito, o marido dela não devia ter ensinado direito. Dei uns toques de leve, com jeitinho e ela melhorou a mamada, mas não o suficiente para eu gozar na boca dela. Peguei uma camisinha, encapei o bicho, abri as pernas nelas, passei a mão na xana que estava ensopada, pincelei na entreda da buceta e sem fui enterrando. Ela delirava, estava fechadinha. Que buceta deliciosa. Comi a buceta delas de várias formas: papai e mamãe, de lado, frango, fechando as pernas no alto e de quatro, quando tive a visão do cuzinho rosado dela, lindo, fechadinho, cheiroso. Eu fiquei louco para comer, mas sabia que tinha que ser com jeitinho. Enquanto bombava de quatro eu elogiei a bunda dela e o cuzinho dela e ela gemia mais alto a cada elogio. A virei de frente e gozamos juntos enquanto eu a beijava. Voltamos para banheira e propus a ela pedirmos algo para comer. Ela aceitou. Enquanto ela estava na banheira eu fui ao telefone e pedi um jantar para dois e também mais camisinha e lubificante .

Na banheira, fomos para o segundo tempo naquela buceta maravilhosa, desta vez sem camisinha mesmo, na loucura. Quando ela gozou, eu tirei e gozei nos peitos dela. Ficamos como um casal em lua de mel nos beijando, enquanto a comida chegava. Ela estava entregue e louca para gozar mais. Eu comecei a fazer mais carinho na bunda dela, desta vez achei o cuzinho e comecei a acariciar. Ela simplesmente deu uma trancadinha e me chamou de safado. Eu continuei passando o dedinho, mas na água da banheira não é muito enfiar um dedo no cuzinho, simplesmente acariciava. Enquanto isso eu a beijava e ficava dizendo a ela que ela era linda, toda gostosa, maravilhosa que a bunda dela me enlouquecia de tesão que ela tinha o cuzinho mais lindo que já tinha visto. Ela me chamava de mentiroso, mas gostava e eu continuava o elogio enquanto eu passava o dedo do cuzinho. Eu então a levantei, a coloquei e quatro na ponta da banheira e comecei a lamber o cuzinho dela com intensidade. Ela me chamava de louco e gemia. Peguei um potinho de shampoo desses de motel que estava ao lado da banheira e lambusei o cuzinho dela e o meu dedo. Isso fez com q meu dedo entrasse bem devagar. Ela só gemia. Com uma mão eu enfiava um dedo e com a outra eu masturbava ela. Eu perguntei se ela estava gostando, ela simplesmente disse: "É diferente, continua". Enfiei mais um dedo e ela deu um gritinho de dor, fiquei mexendo os dedos no cuzinho e masturbando ela ao mesmo tempo até que ela gozou. Nos lavamos e colocamos o roupão para o jantar, meu pau ainda estava duro como pedra. Ela já havia gozado três vezes e eu uma apenas, mas eu estava querendo mesmo era o cuzinho dela.

A comida chegou e as camisinhas e o lubrificante tb. Jantamos como namorados, conversando dscontraidamente, rindo bastante. Ela estava leve e feliz. E eu também. Confesso que nunca havia me sentido tão íntimo de alguém em uma transa, não mesmo da minha ex-esposa.

Ao terminar o jantar voltamos para cama, ainda de roupão. Conversamos mais um pouco, por quase 40 minutos. Ela pegou a bolsa e viu que havia várias ligações e mensagens do amigo com quem ela sairia. Ela falou: ainda bem que não saí com ele. E continuamos a conversa. Até que ela olhou para baixo e viu que minha pica estava dura, saindo pelo roupão. Ela falou: "Ele não para não é?". Eu disse: "Você deixa ele louco. Ele quer você completa". Ela me beijou e o clima esquentou. Ela deu mais uma mamada e eu me posicionei para fazer um 69 gostoso com ela. Eu parei um pouco antes de ela gozar, nos beijamos mais e o desejo só crescia. Encapei novamente o bicho e a coloquei diretamente de quatro, comendo aquela buceta por um bom tempo, até que parei e comecei a chupar novamente o cuzinho dela. Ela disse: "Eu sei o que você quer, mas vai devagar, você sabe que nunca fiz, mas eu quero e quero gostar e gozar". As palavras dela foram mais potentes que viagra, meu pau parecia explodir de tão duro. Eu com todo carinho lambia aquele cú delicioso. Peguei o lubrificante e lambisei o cuzinho dela e meus dedos. O cuzinho aceitou bem melhor os dedos, enfiei apenas dois, alrgando um pouquinho e ela parecia bem relaxada, tranquila. Apenas delirando, gemendo de tesão.

Eu sabia que a melhor posição para se tirar a virgindade de um cuzinho era de lado, mas eu queria comer o cuzinho dela olhando para cara dela, vendo a carinha de dor e de tesão, misturada com uma sensação intensa e nova de prazer. Então posicionei um travesseiro embaixo das costas dela, levei os joelhos dela em direção aos seios, deixando o cuzinho bem exposto. Ela olhava com uma cara de tesão. Lambusei mais o cuzinho dela e meus dedos, levando bastante lubrificante para dentro do cuzinho dela. Coloquei uma quantidade exagerada no meu pau também. Tirei os dedos e posicionei a cabeça do pau na portinha do cuzinho. Ela gemeu. Com um pouco de dificuldade, o pau foi escorregando. Ela dava uns gritinhos, dizia para parar que estava doendo, pedia por favor. Eu apenas parava de penetrar, mas não tirava. Quando penetrei a metada, ela ainda dizia que doía, mas não mandava parar. Eu então me aproximei dela e beijei a boca dela. O pescoço as orelhas e ficava dizendo que ela era deliciosa que eu estava totalmente dentro dela, da forma mais íntima possível, que eu era um com ela. Que estava dentro da mulher mais intensa e gostosa da minha vida. E beijava e beijava e nisso o pau escorregou quase todo, ela quase mordeu minha lingua,mas começou a me beijar mais intensamente, eu comecei a fazer movimentos com o pau dentro do cuzinho dela, eu não aguentei e gozei, mas meu pau ainda estava duro. Tirei a camisinha, coloquei mais creme no pau, coloquei-a de lado e penetrei novamente o cú dela. Puta que pariu! só falando assim! Que sensação entrar naquele cuzinho quente sem camisinha, fazia anos que não comia um cuzinho sem camisinha. De lado eu acariciava o clitóris dela enquanto beijava o pescoço e orelha dela falando o quanto ela era deliciosa, o quanto eu estava amanado o cuzinho dela. Em pouco tempo ela começou a gozar e eu não segurei, gozei mais uma vez dentro do delicioso cuzinho dela.

Tomamos um banho no chuveiro, nos lavamos. Voltamos para cama e dormimos até o dia seguinte, quando comi a buceta dela mais o vez, não comi o cuzinho porque eu sabia que ele precisava se recuperar um pouco. Depois disso, não voltei ao consultório dela como paciênte. Nos apaixonamos e somos como namorados, as vezes como casados, pois ela passa dias em meu apartamento. Já não saio com outros mulheres, embora nosso relacionamento seja bem recente para dizer que estou curado de amor por ela. Mas eu a desejo sempre mais. Ainda vejo umas putarias. Bato uma punhetas. Mas não saio com outras mulheres, não preciso. Te amo, Mary....

Autor: Amante Anal
Fonte: casadoscontos.com.br
O patrão ficou maluco!
Cupom de desconto do novo parceiro do ProjetoPornô: P10D2AAP
Acesse www.produtosimportadosbr.com.br e aproveite o nosso desconto!


views 2784


tags:

coroas 

mature 

terapeuta 

psicóloga 

sexo 

sexologia 

amor 

pau 

duro 

terapia 

ninfomaníaco 

fantasias 

doutora 

anal 

cuzinho 

ânus 

bunda 

masturbando 

motel 

suíte 

sessão 




Novidades:




  Contos Eróticos Relacionados

Meu genro cafetão

Mas na verdade era todo o clima que me deixava enlouquecida. O pau de Carlinhos esporrando em minha boca, a língua...

views 3819

Um NEGÃO para uma COROA

O negão é bom de pica, metia e me beijava e com uma das mãos apertava de leve meu seio foi de mais, comecei a...

views 2867

Coroa deliciosa

Essa mulher mudou em meu prédio, me despertou muitos desejos, pois é uma mulher que aparenta ter mais idade...

views 4452

P/ ajudar meu filho deixei o chefe dele me enrabar

Coloquei a mão no grelho e passei a manipular. Ondas de prazer tomava conta de mim. Já não importava com o doutor...

views 4593

Minha SOGRA coletou meu esperma

Me coloquei na frente dela e ela abriu o zíper da minha calça, meteu a mão dentro da minha cueca e...

views 19562
 
 
Parceiros & Links Recomendados Recomendados!

1. 2. 3. 4. 5.
6. 7. 8. 9. 10.
11. 12. 13. 14. 15.
16. 17. 18. 19. 20.
21. 22. 23. 24. 25.
26. 27. 28. 29. 30.
31. 32. 33. 34. 35.
Videos De Putaria     KiNovinhas     http://www.rodiziodegatas.net/     CNN Sexo     xvideos porno     Novinha Tesuda

> Xvideos Pornos        > Só Putinhas        > Brasileiras Putas        > Mulheres a foder

> Comendo sua Mãe        > Gatas Quentes        > Portal da Putaria        VAZOU NO WHATSAPP


*ATENÇÃO: Clique aqui para entrar em contato conosco para denunciar um site acima que tenha conteúdo ilegal/malicioso ou contaminado!
> Clique Aqui e cadastre-se para se tornar um Parceiro do Projeto Pornô® <
 
 
    porno     pornô     videos porno     fotos eroticas     sexologia     contos eroticos     gostosas     novinhas

    amadora     xoxota     buceta     atriz porno famosa     sexo oral     bunda     traição     bundas

    xoxota     sexo oral     putaria     bucetas     porno    bucetinhas    contos eróticos
 
Violência Contra a Mulher: DENUNCIE! Todos Contra a Pedofilia!
Site Proibido Para Menores de 18 anos! Site Proibido Para
Menores de 18 anos!
Copyright © ProjetoPorno.com.br, Todos Direitos Reservados  -  Contato   Retirar Conteúdo
Melhor Visualizado na resolução: 1024 x 768 px.