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Secretárias / Estagiárias

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Estagiária invicta (ÓTIMO CONTO)

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Vou tentar resumir essa história, pois essa experiência foi complexa e durou anos. Mas para entender melhor é preciso explicar o que aconteceu muitos anos antes, quando eu era apenas uma menina.

Aos dez anos, devido às constantes brigas dos meus pais, passei a ir mal na escola e brigar com as pessoas. Primeiro com meus irmãos, depois passei a dar respostas mal criadas aos adultos também.

Foi quando bati no filho da vizinha que era alguns anos mais velho que eu, que a minha mãe disse uma pérola que jamais esqueci:
“Tome cuidado! Feia, burra, pobre e ainda por cima chata, vai morrer sozinha porque nenhum homem vai se interessar por você. Isso, se não te enbucharem!” Aquilo me machucou muito, mas resolvi mostrar que podia até ser pobre e feia (aos dez anos eu realmente não prometia ser grande coisa, era magricela, dentuça e meus cabelos pareciam os de um poddle), mas que não era burra e que seria desejada sim, e muito!

A partir daí tudo mudou.

Já adolescente meu corpo se desenvolveu de maneira harmoniosa e todos elogiavam, especialmente, minha cintura fina, minha barriga chapada e meus seios firmes e proporcionais. No entanto nunca me senti realmente bonita e desprezava qualquer cantada baseada na minha beleza física.

Quando passei no vestibular para o curso de publicidade aos 18 anos, tinha tido apenas três namorados. Todos bem mais velhos que eu. O primeiro tinha 24 anos quando eu tinha apenas 14. Quando soube que faltavam três meses para eu completar 15 anos, desistiu logo. Tinha medo de ser acusado de pedofilia.

O segundo fez de tudo para tirar o meu selo, mas eu era muito dura na queda, me entregava ao máximo nas preliminares, chegava a gozar com os amassos, mas nunca, JAMAIS, deixava a coisa ir além disso. Eu literalmente usava o pobre-coitado que também acabou desistindo.

O terceiro era um canalha e me estuprou quando fiz o jogo duro que estava acostumada a fazer. Depois daquela experiência, fiquei ainda mais difícil.

No quarto período da faculdade, consegui um estágio numa agência de publicidade. Era ano de eleições e a agência fervilhava. Eu era jovem, inteligente, extrovertida e, diziam, bonita. Muitos tentaram me seduzir, sempre com a mesma história "você é tão linda, tão isso, tão aquilo", ou seja, papo manjado pra conquistar mulher vaidosa. Não tinha interesse por ninguém. Pelo contrário, chegava a ter asco de alguns. Todos os homens daquele círculo tentaram alguma coisa comigo, mas eu seguia invicta. Eles definitivamente não me interessavam.

Depois de algum tempo de rotina, a agência promoveu um coquetel no dia da publicidade. Estava deslocada e para piorar fui abordada por um homem bêbado. Tinha um hálito que misturava cigarro, bebida e dentes mal cuidados e uma pança que parecia até uma bola de pilates. O cara me cuspia enquanto falava o quanto eu era gostosa e segurava meu pulso com tanta força que estava me machucando. Olhei ao redor e ninguém parecia notar o meu desespero. Foi quando o dono da agência onde estagiava, Cleiton, se aproximou e, gentilmente, me afastou do homem.

Ele me levou até o lado de fora, chamou um táxi, pagou antecipadamente a corrida até a minha casa e disse: “O que aquele babaca fez não tem desculpa, mas da próxima vez venha vestida como profissional. Deixe para exibir sua barriga na praia”. Disse isso e voltou para a festa.

No táxi eu me sentia envergonhada e injustiçada. A minha blusa só deixava ver dois dedos de barriga e mesmo assim só estava vestida daquele jeito porque tinha ido direto da universidade para a agência.

No dia seguinte Cleiton mandou me chamar. Fui até a sala dele com o coração a mil, imaginando que seria despedida ou no mínimo, ouviria um sermão. No entanto, ele foi muito gentil e senti pela primeira vez a maciez das mãos dele. Fiquei surpresa ao constatar que ele tinha mãos tão delicadas. E não era por ser metrossexual, pois nada nele sugeria que fosse alguém que se importasse com a aparência. Era feio e meio desleixado. Usava uns óculos com aspecto de velharia, tinha um bigode nada atraente e além disso estava muitos quilos acima do ideal. Enfim, nem quando tínhamos reuniões de briefing eu o notava e a recíproca era verdadeira.

Mas naquele dia foi diferente.

Na sala dele, depois do aperto de mão formal, Cleiton começou a falar. Explicou que o homem que me abordou era um velho amigo, mas tinha passado da conta na bebida, etc. Depois passou a se desculpar. Disse que tinha sido injusto, pois eu sempre me vestia de maneira adequada, blá blá blá. No mesmo instante relaxei e entabulamos uma conversa descontraída.

A partir daí começamos a nos falar com muita freqüência pela rede interna da empresa e nem sempre eram coisas de trabalho. Às vezes parecia que estava teclando abobrinha com outro estagiário, tal o nível da nossa conversa. Noutro dia ele me mostrou uma foto que tinha tirado sem eu perceber. Eu estava com um mega sorriso na cara. Quando vi, pedi pra ele deletar porque meu sorriso naquela foto era de arrepiar. (meu corpo e meu cabelo tinham mudado, mas eu ainda era dentuça e usava aparelhos). Em resposta disse que o mais bonito era o sorriso porque era espontâneo.

Naquele dia não consegui dormir. Estava inquieta pois pensava demais em Cleiton. Era um homem casado, de nível social elevado e para variar bem mais velho que eu. Ele tinha 38 anos e eu tinha acabado de completar 20. Mas a idade não era o que me incomodava, o que me deixava tão inquieta era o fato de pensar nele com tanta freqüência, de sentir a falta dele quando não conversava comigo na intranet, essas coisas...

às duas e meia da madrugada me levantei e escrevi um longo e-mail, explicando como me sentia. Ao mesmo tempo pedia para ele não me interpretar mal, pois sabia que era casado e que estava sendo apenas educado comigo e blá, blá.

Ele respondeu dizendo que realmente, depois do incidente no coquetel passara a prestar mais atenção em mim e estava encantado com a minha inteligência, com minha rapidez de raciocínio e bom humor. E que sim, havia uma química rolando entre nós. Não consigo expressar como me senti naquele momento. Parecia que em meu peito explodia em milhões de fogos de artifício. Pela primeira vez na minha vida um homem se interessava pelo meu intelecto ao invés de secar meus seios ou minha bunda. Ao mesmo tempo estava apavorada porque ele não era nenhum galã.

Aí começou todo o dilema que nos aproximou e nos afastou por cerca de quatro anos. Ele era um homem casado (e feio). Por esse motivo, eu simplesmente não teria coragem de assumir nada com ele, pois me apontariam como “ a amante”. E mesmo que ele fosse solteiro, diriam que eu estava com ele só pelo dinheiro, afinal, todos me diziam que eu era bonita e, na boa, o Cleiton era feio mesmo!

Apesar disso, uma força inexplicável me impelia para ele, por mais que eu quisesse resistir. E continuamos com nossos papos pela internet cada vez mais assíduos e sutilmente mais íntimos.

Num certo dia tive que ficar até mais tarde no trabalho e ele se ofereceu para me dar uma carona. Aceitei. Sabia que tinha chegado a hora H. O carro todo tinha o cheiro dele. Um cheiro que assim como a aparência não era exatamente agradável, mas que me atraía. Começamos com amenidades, mas a tensão era evidente. Falávamos ao acaso, mas dentro de nós, nossos valores morais lutavam contra o instinto sexual.

Cleiton explicou que para não dar o que falar, não costumava dar caronas a mulheres, muito menos estagiárias, mas que... bláblá. O carro prosseguia a menos de 40km/h e os outros motoristas na rua buzinavam irados.

Ele perguntou se podia me levar para um lugar discreto para conversarmos melhor e eu aceitei com o coração acelerado. Eu queria desesperadamente não querer.

Fomos para uma praia não muito longe da minha casa, mas que por ser reserva ecológica era pouco movimentada à noite. Assim que parou o carro ele me deu um selinho, super rápido, assim como criança tímida beija adulto. Por incrível que pareça ele estava mais assustado que eu e ficou me olhando sério. Tempos depois me confessou que estava esperando uma avalanche de impropérios, pois ainda não acreditava que eu estava dando bola para ele.

Disse que sentia a atração entre nós aumentar a cada dia, que não ia forçar nada, mas que era para eu estar ciente que se eu quisesse, ele também ia querer, muito. Mas tudo não podia passar de uma aventura, pois tinha mulher e filhos e não queria magoar ninguém, inclusive a mim. E por isso queria deixar claro as regras do jogo antes de começar.

Eu concordei e disse que não estava disposta a fazer o velho papel da amante que sabia que era a outra, mas queria ser a titular. Acreditava, e disse, que sem querer, começamos um joguinho de sedução e que concluindo aquilo num único encontro, naturalmente cada um ia pro seu lado. Tentava parecer confiante, mas por dentro eu estava em pânico. Imaginava se ele teria mal hálito e como seria abraçar um homem gordo. Não que ele fosse imenso, mas eu sempre tinha saído com homens sarados e com 1,50m de altura e 42kg, tinha medo do que poderia acontecer... Puro preconceito.

Como que para interromper as imbecilidades que passavam pela minha cabeça, Cleiton me convidou para sair do carro.

À noite aquela área ficava com movimento mínimo, apenas alguns carros a alta velocidade. De onde estávamos podíamos observar as luzes da área mais povoada a poucos quilômetros dali. Mal saí do carro e ele me beijou. Era como um “agora ou nunca” para ele. E o beijo me pegou de surpresa. Com medo de demonstrar todos os temores que passavam pela minha cabeça, retribuí. Primeiro correspondi de olhos abertos, sentindo meu coração disparar e o estômago gelar. Numa fração de segundos pensei: “Meu Deus estou beijando um homem feio, gordo e... casado!” Mas no instante seguinte eu só sentia um beijo ardente, uma língua saborosa que explorava cada centímetro da minha boca com uma voracidade e ao mesmo tempo uma ternura impressionantes. Amoleci.

Não sei quanto tempo aquele beijo durou. Eu queria que durasse para sempre! A boca dele era tão macia quanto as mãos que percorriam meu corpo e, dominada pelo tesão, eu já não tinha qualquer reserva. E ao contrário do que imaginei era uma delícia abraçar aquele corpo fofinho!

Ele abriu a minha blusa e começou a explorar os meus seios, totalmente maravilhado. Joguei minha cabeça para trás e deixei que ele fizesse o que sabia, de vez em quando puxando-o pelo cabelos para beijá-lo novamente.

Estávamos a ponto de rolar pelo chão, quando Cleiton parou e pediu para irmos para um motel, pois ali tinha medo de sermos assaltados, flagrados pela polícia, etc. Antes de concordar disse totalmente encabulada que estava menstruada. Ele não se incomodou e disse que não esperava ir até o fim naquele dia (parece até que ele adivinhava como eu era capaz de fazer jogo duro, apesar do tesão).

No motel ele tirou a minha roupa me deixando apenas de calcinha, ficou também só de cueca e voltamos a nos beijar como adolescentes brincando de mão boba. Ele beijou meu corpo inteiro, menos a “zona vermelha” e nem sequer tentou que eu “o aliviasse”. Eu era uma deusa adora por um único devoto. E apesar desse entendimento, não falávamos. Eu apenas suspirava e me contorcia de prazer, enterrando os dedos nos seus cabelos, totalmente entregue, certa de que essa era minha única obrigação; ele totalmente silencioso, como um artesão concentrado, beijava, alisava e mordiscava cada centímetro de pele, do meu rosto ao umbigo, pernas e bumbum. Logicamente não gozamos, mas não foi preciso, aquilo tinha sido apenas um reconhecimento de terreno. E depois de mais ou menos uma hora de muito amasso, tivemos que ir embora.

No dia seguinte meu coração batia alucinadamente à medida que eu me aproximava da agência. Quando entrei no prédio, meu estômago se contraía de nervosismo. Encontrei um e-mail de Cleiton com a seguinte frase: “Você é uma estrada reta para quem tem uma Ferrari de tesão pela vida”. Nada de “Como você é gostosa, tesuda” e outros chavões vulgares. Ganhei o dia.

No ritmo acelerado de campanha eleitoral não dava para simplesmente nos trancarmos num motel e foda-se o mundo. Tivemos que esperar o momento certo, inclusive, para não levantar suspeitas.

Quase duas semanas depois de muitas mensagens cifradas no celular, e-mails poéticos e troca de olhares, finalmente pudemos nos encontrar. Entramos timidamente no quarto de motel, mas depois que começamos a nos beijar nada mais importava. Apenas de calcinha e sutiã e ele de cueca, ficamos de joelhos no meio da cama apenas nos beijando. Aos poucos começou a ação.

Com uma única mão ele abriu o sutiã e terminou de tirá-lo com os dentes. Divertida com a manobra, ri. Ele me virou de costas e começou a beijar minha nuca enquanto suas mãos macias percorriam meus seios e barriga e avançavam lentamente em direção à minha vulva. Era uma competição para ver quem prosseguia mais devagar nas preliminares. Pela primeira vez na vida senti vontade de acelerar o processo ao invés ir mais devagar. Mas eu estava adorando e deixei rolar.

Aos poucos os dedos dele chegaram ao meu clitóris. Eu já estava encharcada de tanto tesão e quando ele puxou minha calcinha, se formou um “fio de mel” que escorreu por uma de minhas coxas. Divertido ele me mandou ter cuidado para não desidratar e prontamente começou a lamber a minha coxa. Foi subindo lentamente até a minha buceta. Me deitou na cama e enterrou a cara no meu “pote de mel” como ele denominou minha bucetinha muito molhada. Delirei!

Já estava com vontade de retribuir tanta “atenção”, mas na posição em que estava só alcançava a cabeça dele. Enterrei meus dedos nos seus cabelos e lentamente puxei sua cabeça. O bigode dele estava lambuzado de saliva e “mel”. Beijei-o sofregamente, adorando o sabor da minha buceta que sentia pela primeira vez. Ele adorava beijar minha boca e ficou empolgado quando passei a chupar a língua dele imaginando ser o pau. Notando a minha intenção, Cleiton falou maravilhado que era a maneira mais sensual com que uma mulher havia pedido para chupar o pau dele. Sorri, satisfeita, ao pensar o quanto nossa química era perfeita, pois não tinha a intenção nenhuma de transmitir essa mensagem, embora fosse o que eu queria.

Imediatamente ele mudou a posição e colocou o pau na minha cara. Era simplesmente impressionante. Não era enorme. Era mais grosso que comprido. Não consegui fechar minha mão em volta do pau e fiquei imaginando como aquilo entraria dentro de mim...

Ele estava com muito tesão e também escorria “mel” do pau. Abocanhei como pude aquela tora e fiquei chupando, lambendo e beijando. Não teve essa de engolir tudo, nem nada disso. Tinha ânsia em chupar aquele pau era contida, então o lambia, beija e sugava com cuidado, com carinho, quase devoção. Estava transtornada pelo tesão e não agia com lógica. Estava à mercê do instinto. Nesse momento Cleiton falou: Isso... chupa com cuidado o seu picolé de carne, com cuidado pra não derreter e escorrer pelo braço... Mas pensando bem, era como eu procedia, como uma criança que não quer deixar escorrer nenhuma gota do seu sorvete preferido. Aquele publicitário era criativo até na hora da sacanagem! E eu sorri com toda volúpia do mundo olhando para ele enquanto chupava aquele cacete tão desejado!

Cleiton era ao mesmo tempo divertido e sensual. Era isso que me deixava tão desvairada de tesão. Seus comentários não tinham nada de grosseiro ou vulgar. Nada de “engole tudo, sua putinha” ou coisa do gênero. Ele tinha uma maneira toda especial de dizer as mesmas sacanagens de uma forma que parecia uma conversa amena.

Nesse ínterim nosso transe foi quebrado pelo telefone. Ele tinha que atender. Questões de trabalho. Eu o segui e comecei a beijar seus mamilos, desci para o pau e passei a beijar as bolas. Meus joelhos começaram a doer no chão frio, levantei a passei a beijar e arranhar bem de leve as costas dele. Cleiton se arrepiava e tentava se concentrar na conversa e conter o riso. Quando ele desligou, eu também parei de provocá-lo e perguntei: “Algum trabalho pra mim, chefinho?”

Ele respondeu: “Sim. Venha para a mesa que vou lhe explicar”. Estávamos ao lado de uma mesinha de granito fixada à parede. Ele me sentou à mesa e se sentou numa das cadeiras. Voltou a me chupar e dessa vez com uma visão bem privilegiada. Lambeu bastante, fazendo comentários sobre a necessidade de eu beber mais água, enquanto massageava meu clitóris com um dedo. Eu simplesmente queria gritar, explodir em mil pedacinhos de tanto tesão, mas apenas suspirava.

Lentamente seus beijos e carícias voltaram a subir barriga acima e ele alcançou minha boca. A posição era milimetricamente perfeita para a penetração.

Com uma cara bem cínica ele me perguntou indicando o pau e a minha buceta: “Será que ele consegue entrar aí dentro?”

Entrando no jogo respondi: “Estava pensando nisso. Não sei... só testando”.

Na mesma hora ele passou a pincelar minha xaninha com aquele pau gordo, mas não tentou penetrar imediatamente. Cleiton conseguia ser mais masoquista do que eu e aquilo era simplesmente fantástico para mim. Acredito até que ele esperava que eu implorasse, mas nisso aí ficamos empatados, ele não tinha pressa e eu também não.

Depois de mais beijos e carícias feitas com o caralho deslizando pela minha vulva, Cleiton passou a forçar a entrada do pau na buceta. Não foi fácil, ele teve que forçar várias vezes, minha buceta era apertada para aquele pau e ao mesmo tempo estava muito molhada, então quando ele forçava, o pau simplesmente escorregava! E,Nossa! Aquilo também era uma delícia!

Ele olhava para mim com uma expressão cínica que me dava ainda mais tesão. Finalmente a cabeça entrou. Nesse momento ele fechou os olhos e ficou parado um instante. Depois olhou bem dentro dos meus olhos e começou a forçar lentamente. Era um momento muito sério. Tínhamos adiado ao máximo aquele minuto. Estava consumando. A partir daquele momento não tinha mais volta. Ele entrou macio, mas me preenchendo toda, uma sensação indescritível. Conseguia sentir aquele pedaço de carne pulsar dentro de mim... Nossa! Nenhuma dor, apenas prazer. Ele começou a cadenciar os movimentos e eu era apenas prazer.

Apesar de tanto tesão ele ia muito devagar. Devagar até para os meus padrões, de maneira que meu tesão exigia algo mais “vigoroso” para atingir o orgasmo. Por outro lado ele não agüentava mais se controlar e tirou o pau antes que gozasse.

Isso me deixou especialmente irritada porque soube no mesmo momento que o pau saiu que nunca mais sentiria tanto prazer com uma penetração na minha vida!

Voltamos para cama, ele já tinha conseguido se controlar e então Cleiton se deitou e me encaixou por por cima dele, de frente para o teto. Comecei a rebolar, tentando saciar meu tesão. O reflexo no teto daquele homem volumoso me segurando pela cintura era um contraste especialmente excitante. Me sentia um brinquedo na mão dele. Cansei nessa posição, então ele me colocou de quatro e continuou a bombar na minha buceta até que finalmente gozei. Um único, mas intenso orgasmo que durou mais tempo do que qualquer orgasmo que tive até aquele dia. E acho que depois também.

Quando caí na cama, tomada pela emoção de um orgasmo tão intenso, Cleiton perguntou se podia gozar na minha cara. Respondi que alterada do jeito que estava ele podia gozar em qualquer lugar! Ele riu e colocou a cabeça do caralho na minha boca enquanto batia uma punheta. Ele gozou. Gozou muito e não só na minha cara. Meus seios e até minha barriga receberam jatos de porra.

Descansamos um pouco, sempre falando coisas divertidas e pouquíssimo comuns para a ocasião. Fomos tomar banho e mais uma vez fizemos sexo, dessa vez mais rápido porque nosso tempo tinha esgotado e Cleiton já estava atrasado para uma reunião. Mais uma vez ele gozou na minha cara.

Esse foi o começo de um relacionamento complexo que nenhum dos dois tinha a menor intenção de assumir e apesar de dizer o contrário, nenhuma intenção de abandonar também.

Autor: Geek
Fonte: casadoscontos.com.br
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