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Secretárias / Estagiárias

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Estagiária de Administração (Morena Rabuda)

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frango assado morenaPor essas sortes da vida,sou o único administrador na diretoria; ela, estagiária de Administração. Dessa maneira, acabei sendo o responsável pelo estágio dela. “Coordenador de Estágio” consta no contrato de estágio dela. Apesar de só 5 anos mais velho que ela, e mais novo que a maioria das pessoas da sala, ocupo um cargo hierarquicamente mais alto que média do departamento. Com muitas mulheres na sala, sempre rolou o papo que sou o genro que toda mãe quis.

Ela é morena de cabelos bem pretos e lisos, 1,75m. TOP do pescoço para baixo, bunda grande e dura, cinturinha fina e para melhorar 350ml de silicone. Ponto fraco: rosto. Ninguém perfeito, né?

Sempre apertada de grana vivia correndo atrás, e sempre reclamando da falta de grana.

Em um departamento com muita mulher, logo começou a falação, muito devido à dor de cotovelo. Uma das histórias que surgiu é que ela teve um caso com um cara mais velho, enquanto namorava com atual corninho, pq o coroa a presenteava bastante. Outras invejosas ainda aumentavam a história dizendo que ouviram-na falar que o namorado não a comia bem.

Uma gostosa, com fama de puta, sob a minha coordenação não é todo dia que me aparece. Resolvi investir um tempo na morena.

Comecei dar umas pedradas pelo Google talk, chamava para tomar café, mas sem dar moral para ela.

Um dia surgiu no departamento o papo de mandá-la embora por falta de competência. Chamei ela para uma conversa, informei da situação e complementei “Muita mulher na sala, surge inveja. Se tu não fosse gostosa a situação seria mais leve”. “Tu acha, chefinho?!?” foi a resposta dela. Cortei o assunto para não ficar se achando. Prometeu-me melhorar, e passou a me tratar muito bem.

Durante uma greve bancária, chegou com uns papos de dificuldade de pagar a mensalidade da universidade, que faltava R$ 100,00. ME fiz de louco. Mais 30minutos, comentou de novo. Me ofereci para emprestar. Ficou toda agradecida e disse que devolveria no dia seguinte.

“Obrigada, Chefinho, vou pagar para ti!” foi a última frase da conversa.

No outro dia, me devolveu a grana.

- Muito obrigada.

- E os juros? – Brinquei com ela.

- Ahhh, Chefinho, não faz assim. Não consigo pagar.

- Tu acha que emprestei de graça?! – continuei na brincadeira.

- Então, vou ter que arrumar um jeito de pagar, Chefinho.

Comecei imaginar que aquela insistência no “Chefinho” era algo sexual, questão de submissão ou apenas fruto da minha imaginação.

Alguns dias depois, chamei-a para almoçar, respondeu que já tinha compromisso, “mas que no dia seguinte reservaria só para mim”. Respondi que reservasse o horário e se desse almoçaríamos juntos.

No dia seguinte, notei que ela estava bem arrumada e com um salto bem alto. Não falei com ela durante a manhã, 11:45 pelo g-talk ela pergunta:

- E o nosso almoço?

- Bahhh, acho que não vou poder.

- Ahhhhh Chefinho, até me arrumei para irmos almoçar. Vamos que eu pago o almoço e tu esquece aqueles juros... ahauhauahauha

- Vamos almoçar, sim.

Durante o almoço ficaram claras as nossas intenções, tanto eu como ela, descaradamente demos em cima um do outro. Apesar de escolher uma mesa afastada, vários colegas estavam no restaurante. Sugeri um lugar mais sossegado.

- Aqui é sujo, não seria legal se mais alguém nos visse. Sei de um lugar bacana e sossegado para a “sobremesa”. Vamos lá.

- Claro.

Aqui no centro de Porto Alegre, tem um motel bem legal e escondido. Quem vê de fora, nem sabe o que é. Fomos para lá.

Na portaria, veio com aquele papinho de mulher:

- Ai, Chefinho, acho que tu entendeu errado....

- Ambos somos compromissados, aqui não corremos riscos de alguém nos ver. Ficamos só conversando... – o recepcionista chegou a dar uma risadinha, quantas vezes será que ele ouviu esse diálogo?

Dentro do quarto, não me contive. Entrei antes e enquanto ela fechava a porta, agarrei-a pelo rabo-de-cavalo, beijava o pescoço, enquanto empurrava meu corpo contra a bunda dela, prensando-a contra a porta. Com a mão solta, percorri o corpo por baixo da blusa dela, aquela barriguinha fazendo o caminho até aquele par de peitos duros e grandes. Depois um minuto +ou- nessa esfregação gostosa, ela se desvencilha bruscamente e continua o teatrinho.

- Chefinho, eu real-men-te acho que tu entendeu errado. – Reforçando o realmente.

- É, posso ter exagerado, foi mal. – Entrei no joguinho e me sentei em uma cadeira em frente a cama, enquanto ela se sentou na cama. – Mas já que estamos aqui, podemos aproveitar a infraestrutura do quarto. – Mandei que ligasse a TV e me desse o controle.

- Só que com uma guria como tu é difícil de se segurar.

- Como assim? “Como” eu?

- Gostosa. Mas acho que nada há ver, não vale o risco de um possível desligamento da empresa para nós.

Parece que essa simples frase mexeu os brios dela. Virou uma questão de honra provar que ela valeria a pena.

-Eu sou tão ou mais bonita que essas mulheres desses filmes. – Na TV um pornô, onde uma loira gostosa chupava com vontade um negão.

-Não sei. A loira ta mostrando todos os atributos. Tu ta toda vestida...

- Chefinho, vou só tirar a blusa para tu poder comparar.

Com essa desculpa ridícula para tirar a roupa, me mostrou um par de peitos grandes e firmes, cobertos por um bonito sutiã preto. Me segurei para não me atirar e mamar nela.

- É, são bonitos mesmo. Mas de calça não dá para emitir opinião sobre o contexto.

- Ai, só mais a calça, tá? – e lentamente, me provocando, tirou a calça, mostrando uma pequena calcinha que não tapava nada daquela linda bunda. – E aí, sou ou não sou tão bonita quanto essa mulher do filme?

Ela era tão gostosa quanto, mas se eu dissesse que sim ela poderia vestir a roupa, tendo atingido o objetivo de provar que era gostosa. Não tive outra alternativa se não continuar com aquela desculpa ridícula dela.

- é que ela ta sem sutiã para segurar os peitos.

- Ah não! O sutiã eu não vou tirar, por nada!

Uma gostosa praticamente pelada na minha frente e eu tendo sangue frio suficiente para continuar na brincadeirinha dela.

- Ok, ta muito bonita mas não posso dizer se mais ou menos que a loira...

- Chefinho, só para provar para ti eu vou tirar, mas promete que não vai contar para ninguém.

E botou pra fora aqueles peitões. Firmes como só o silicone pode ser.

- E aí? Sou ou não sou?

- É, realmente, tu ta gostosa pra caralho. Tanto quanto ela. Só acho que a performance dela é melhor que a tua.

Ela ajoelhada na cama, só de calcinha, resolveu chutar o balde....

- Tu que acha!! Eu chupo, eu faço espanhola (e espremia um peito contra o outro), dou de quatro (ficou de quatro e empinou bem a bunda), gosto de uns tapas (batia na bunda)... Sou tão gostosa quanto ela e transo tão bem como ela.

- Só vendo para dizer se sim. – E passei a mão sobre a calça no pau que já tava duro há horas.

- E tu, tem um pau como os atores pornô? Bota para fora.
Não podia deixar ela tomar as rédeas.

- Não te esquece, quem manda aqui sou eu. Eu sou o coordenador!

- Me esqueci, Chefinho...

- Vem aqui e coloca o meu pau para fora.

Quando ela foi caminhar (2ou3 passos) até onde eu estava, interrompi:

- De quatro, como a cadelinha que tu é...

Em uma cena que vou guardar para sempre na minha memória, ela veio com a maior cara de puta, engatinhando, rebolando bem a bunda e se parou entre as minhas pernas. Por sobre a calça ela deu uma lambida no meu pau. Como se fosse uma cadela lambendo o dono.

Com minha ajuda, arreou minhas calças até o tornozelo e começou uma deliciosa chupeta. Lambendo da base a cabeça, depois engolindo e babando só a glande. Um fio grosso de baba se formava entre o pau e a boca quando ela se distanciava. E colocava tudo que conseguia na boca. Um boquete de filme, um dos melhores que já recebi.

Quando já estava completamente babado alternava o boquete com espanhola. E para quase acabar comigo: espanhola junto com lambida na cabeça do pau me olhando no olho. Por pouco não encho de porra a boquinha dela, mas o dela estava guardado.

- Chefinho, tu ta com muita roupa ainda...

- Então tira!

Ao mesmo tempo que tentava chupar meu pau foi tirando meus sapatos e calça. Tirei minha camisa e puxei ela para o meu colo.

Com o pau em riste e lubrificação dela (só de me chupar) o encaixe foi fácil. Eu sentado na cadeira, ela com os pés no chão ao lado dos pés da cadeira, subia e descia enquanto eu me fartava naqueles peitos. Lambia, chupava, mordiscava. Puxava o cabelo dela, fazendo-a olhar para cima. A lambida ia dos peitos até a boca dela, transformando num beijo fervoroso.

Só nesse momento notei que me chupou e transava comigo antes de eu ter beijado-a. Tirei esse atraso e beijei muito aquela boca, o que já estava quente, esquentou ainda mais. Os beijos a deixaram ainda mais excitada.

Nesse momento ela tomou o 1° tapa e fez uma carinha de quem gostou. Começou a oferecer o peito para eu chupar. Arqueava o corpo e segurava com a mão, quase amamentando.

- Vira de costas para eu ver essa bunda.

Prontamente ela virou, quase sem desencaixar. E continuou aquele delicioso sobe e desce. Com a mão esquerda, eu acariciava o clitóris, com a direita revezava entre massagear os peitos e puxar pelas ancas.

Num tapa que dei ela virou e fez uma carinha... perguntei se “um tapinha não dói?”.

- Então o Chefinho ouvia funk, hein?

- Dança funk no meu pau então.

Aquela bunda girou em todas as direções. Apoiou as mãos em um dos joelhos e rebolava olhando para trás mordendo os lábios. Encarnou a legitima puta do funk. Saiu do meu colo e dançava apoiando as mãos na cama. Eu batia punheta e olhava aquela égua rebolando. Isso ia a excitado e quando percebi ela se masturbava, dançava e me provocava.

- Ta gostando? – ela perguntou.

Levantei da cadeira e a empurrei na cama. Mal dei tempo para ela se arrumar de quatro e enfiei a cara naquela bucetinha. Me lambuzei o rosto todo com aquela molhaçada, alternava a língua entre a buceta e o cuzinho.

Me olhou por sobre o ombro e disse:

- No cuzinho só depois de comer muito bem a minha bucetinha.

Aceitei a condição do prêmio, mas me fiz de chefe.

- Quando eu quiser esse cuzinho lindo, entro sem nem te avisar, puta! Quem manda aqui sou eu!

E mais uma vez mergulhei a cara na buceta dela. Depois de um tempo, vejo aquele desfalecer: o corpo cai, as mãos agarram a fronha do travesseiro e leves tremedeiras. A putinha tinha gozado de forma arrebatadora!

- Agora é a minha vez. – Disse para ela.

Enfiei o pau nela e “liguei a britadeira”. Logo, logo ia enche-la de porra. Entre uns tapas e puxões de cabelo, eu estava quase gozando.

- Não goza ainda, continua um pouco que vou de novoooooooooo...

Ou ela me enganou muito bem, ou gozou 2x em menos de 5 minutos.

Não aguentando mais, puxei ela pela rabo-de-cavalo, fiz ela me chupar... Com poucas lambidas no meu pau, me fez gozar. Um pouco na boca, um pouco escorreu nos peitos, que como boa putinha buscou com o dedo e engoliu.

- É, tua performance supera a da loira. – Brinquei com ela, enquanto deitava para descansar.

- Chefinho, a tua tb é melhor que a dos atores.

- E aí, comi bem tua bucetinha?

- Ai, ai, ai... – Ela entendeu o que eu queria. – Sim...

- Então, vou descansar um pouco e depois comer essa bunda linda que tu tem.

Ficamos um pouco na cama, conversamos sobre como faríamos para voltar para o expediente... E logo já estávamos rolando pela cama.

Caí de boca naquela buceta, mas dei pouca atenção. Logo que a respiração dela começou a acelerar mudei para o rabinho dela. Virei ela de quatro e só dei atenção para aquele botãozinho que no momento era o meu foco. Lambi, cuspi, tentei penetrar com a língua... fiz tudo que queria. Ela virou de frente para mim e abocanhou meu pau. Fiquei de pé na cama, enquanto ela chupava com gosto. Essa é a melhor posição para um boquete. A putinha de joelhos na frente do macho! Outra vez ela se mostrou mestre no assunto, show de boquete.

Dei mais uma lambidinha naquele cu e antes de passar o ferro, ela me pediu:

- Me fode a buceta antes.

Pedido feito é pedido atendido.

De quatro metia vigorosamente nela, sem esquecer do foco, sempre com um dedo na bundinha. Ao gozar, ela deixou o corpo cair, com as duas mãos abriu as nádegas e pediu:

- Agora na bundinha.

Me segurei para não gozar com aquele pedido e estragar tudo.

Outra cuspida, botei a camisinha e fui aos poucos ganhando aquele cuzinho...

- Devagar! Eu gosto, mas tem que ser devagar. – Ela pedia.

Que cena linda, aquela gostosa de 4, com a bunda bem pra cima, os ombros praticamente encostados no colchão e o meu pau entrando naquele buraquinho apertado. Naturalmente o ritmo foi aumentando. Com uma das mãos ela tocava uma gostosa siririca e com a outra apalpava aqueles lindos seios. Eu estava aproveitando aquele botãozinho. Tirava quase tudo e colocava de novo.

Pedi que ela deitasse em posição de frango assado. Adoro ver uns peitos balançado ao ritmo da penetração. Encaixei o pau na entrada do cuzinho e fui colocando lentamente. Variava a força só para ver o ritmo nos peitos dela.

Comecei a dedilhar o clitóris enquanto empurrava na bunda dela. Depois de algum tempo com estímulos na frente e atrás, enquanto ela acariciava os peitos, ela gozou. Lindo ver ela arfando, mordendo os lábios e se contorcendo.

Não aguentei muito depois daquilo e enchi a camisinha. Caí por cima dela, praticamente desmaiado de prazer.

Uma das trepadas que vou me gabar pelo resto da vida. Eu e ela com a sensação de dever cumprido.

Para não dar na vista para os colegas, ainda na cama, suados um sobre o outro, liberei-a de voltar para a companhia. Disse para ela ligar para o departamento dizendo que teve um problema familiar e teve que ir direto do almoço sem nem conseguir guardar as coisas dela. Eu passei num banco e voltei com uns folderes na mão, dizendo estar negociando um financiamento de um carro.

No dia seguinte, algumas colegas perguntaram como ela estava, disse algo sobre um tio dela. Acho que todos acreditaram. Antes de sentar na sua cadeira, passou por mim, me entregou uma barra de chocolate e disse:

- Fiquei te devendo a sobremesa, né? Ou marcamos outro almoço?

========//========//========//========

É a 1ª vez que escrevo um conto. Escrevi esse conto em 3 dias, enquanto escrevia o tesão foi tomando conta e me rendeu 3 boas punhetas no banheiro do trabalho. Espero que gostem.

Autor: Carlos
Fonte: casadoscontos.com.br
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