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Comi o cu da japa com maionese e ketchup

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Fazia quatro anos que eu morava no Japão, quando mudei de emprego e cidade, próximo à Tóquio. E conhecí Satie, a mulher do dono da imobiliária, pela qual aluguei um apartamento. Gostei dela desde quando a ví, magra, baixinha, uns quarenta anos, sorriso encantador. Vaidosa, maquiagem impecável, cabelos lisos e bem cuidados, vestida com um conjunto formal, de saia justa e tailleur elegante, complementado com sapatos de salto alto e bico fino.

O que mais chamou minha atenção, foram os óculos, cuja armação preta lhe dava um ar de professorinha sexy, o que já estimulou a libido deste sacana incorrigível. Seu marido era o "shachô" (presidente da empresa), um bunda mole que mantinha a pose, mas, quem comandava de verdade era ela.

Foi Satie que atendeu, levou para conhecer o imóvel, explicou sobre os procedimentos de ligações da luz, água e gás, bem como tratou dos detalhes do contrato. No começo tudo muito formal, sempre nos tratando pelo sobrenome, acrescido do sufixo "sam". Era um tal de Tanaka-sam prá cá e Sato-sam prá lá.

Se me permitirem, vou narrar um pouco os costumes sexuais daquele país. Por ser um país de religião xintoísta (culto aos antepassados que ao falecerem se tornam divindades, assim como são divinos o sol, a lua, as montanhas, os rios, as árvores, a natureza enfim) e depois, numa simbiose com o budismo de origem indiana, mas, importado através da China, encaram a sexualidade como algo natural, sem pecados ou proibições.

Até as traições, chamado de "uwáki", não é encarado como algo dramático e imperdoável. Aventuras extra-conjugais, geram quando muito, uma separação consensual e talvez, um pedido de indenização pecuniária. E não existe, por exemplo, palavra similar a "corno", ou algo pejorativo, para achincalhar o conjuge traído.

O Japão deve ser o país onde mais se usa camisinha no mundo. Muito antes do advento da AIDS, a maioria da população já a usava, como meio contraceptivo. Seus médicos não gostam de prescrever a pílula, face aos efeitos colaterais no organismo.

Em Tóquio, no bairro Harajuku, existe um quiosque especializado em vender só o tal do "Condomu". São milhares de opções, importados do mundo todo. Existem entre outros, os com sabores, de todas as cores, desenhos, texturas, fosforescentes no escuro, etc. Experimentei um, que ao gozar, um sensor acionava trecho da 5a. Sinfonia de Beethoven, popularmente conhecido como "Ode à alegria". Para os tímidos, pode se comprar em máquinas automáticas, como refrigerantes ou cigarros.

Bem, voltando a Satie, tudo começou com uma reclamação da prefeitura. As regras de separação do lixo são extremamente rígidas, entre os orgânicos e recicláveis, como embalagens de vidro, plástico, metais, madeira, etc. cujas datas de coleta obedecem a um calendário pré-fixado. E muitos brasileiros não as estavam cumprindo.

Satie me pediu para traduzir e escrever cartazes em português, que seriam afixados nas lixeiras. Eu trabalhava durante o dia e combinamos então, de fazê-los na imobiliária, após o expediente. Como não tínhamos jantado, ela pediu uma pizza, do Pizzalá. E terminamos às oito e meia, só nós dois, no escritório.

Até então, só tínhamos saboreado o chá verde. Para acompanhar a pizza, ela trouxe latinhas geladas de coca-cola e cervejas Asahi. Esperei e como ela optou pelo "Bíru"(Beer), a acompanhei na cerveja. A fome, a pizza e a companhia dela, deixou a bebida mais deliciosa ainda. Aliás, a qualidade da água utilizada pelas cervejarias japonesas, aliada aos melhores ingredientes importados, a tornam realmente incomparável.

E muita conversa sobre o Brasil. Para ela, como a maioria dos japoneses, Brasil é futebol, samba do Rio e índios do Amazonas. Chegou ao cúmulo de perguntar se havia muitas cobras em nossas ruas. E se assustou, quando eu disse que São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, só perdiam para a zona metropolitana de Tóquio e eram maiores que Osaka.

E como bebia a mulher! As latinhas vazias iam se acumulando na mesinha. Enquanto eu sorvia uma, ela "enxugava"quatro! E não sei quando, o papo descambou para sexo. Ela já me chamava de "Ruíssu-sam (Luiz)" e eu de "Sáthán", o que a deixava envaidecida. Isto porque, o sufixo "thán", se usa geralmente para crianças ou pessoas bem jovens. Daí para o contato físico não demorou muito.

Já elogiava abertamente a beleza, feminilidade, levando seu ego às alturas. E acariciava o rosto, chegando mais, sentindo o suave perfume dos seus cabelos negros, lisinhos e bem cuidados.

Meu pau latejava de duro, querendo furar a cueca. Maneirei na bebida, só bebericando de leve. Lembrei de uma experiência brochante com excesso de cerveja e sabe como é, gato escaldado, tem medo de água fria. He,he,he.

Os toques leves e "involuntários" nos seios e pernas, passaram a ser pesados e ostensivos. Tatear a pele alva como porcelana, aveludada, aumentava meu desejo. Tentei beijá-la sem sucesso. Dei uma passeada pelo pescoço delicado, subindo e mordiscando os lóbulos da orelha, minando a resistencia daquela bonequinha.

Com o braço sobre seus ombros, desabotoei parcialmente a blusa com a mão esquerda, enquanto a direita avançava, se apossando do seio, pequeno e redondo, por sobre o sutiã. Satie soltou um leve gemido. E a mão esquerda, safada, pousou nas coxas, deslizando pela virilha, lenta e decidida, rumo à bocetinha.

A respiração entrecortada, arfante até, denunciava o grau de excitação da japa, confirmado quando toquei a xoxota. Sentí na ponta dos dedos a umidade farta, que já tinha molhado a calcinha e a meia-calça de nylon. Erguí com dificuldade, a saia justa de executiva e colei a boca naquele vértice do prazer. Soprei o hálito quente, e com os dentes iniciei a raspagem, na parte superior dos grandes lábios, onde se escondia o clítoris. Não sei se existe o tal do ponto "G", mas, se existe, deve ser por alí.

A japinha agora gemia prá valer, se contorcendo toda. Estava tendo o primeiro orgasmo. Aproveitei que ela estava jogada no sofázinho e abaixei a meia calça, trazendo junto a calcinha embolada e também, os chinelos usados dentro do escritório. E dei aquela chupada, sugando seus sumos, passeando com a língua quente, úmida e áspera entre os lábios da grutinha, e às vezes deixando a língua em forma cilíndrica, penetrando até onde dava.

Pelo orgasmos seguidos, acho que o bunda mole do marido, nunca deu um trato oral naquela boceta faminta. Mais, talvez nem com a pica, a visitasse com a frequencia devida. O rostinho dela, ainda de óculos, com aquele ar de professorinha sexy gozando, me deixava louco! Aproveitei para beijá-la, de língua, retribuido de forma desajeitada.

Me despí em tempo recorde. E quando me posicionei para penetrá-la, ela caiu em sí, colocou as duas mãos tampando o buraquinho, dizendo que não podia, pois não tínhamos camisinha e ela tinha medo de engravidar. Que frustração! Satie começou então um boquete. A chupada estava deliciosa, mas meu cacete duro como pedra, ansiava por penetrar algum orifício.

Enquanto fodia aquela boquinha, já ensandecido, pedia para deixar meter. E ela com o pau na boca, negava murmurando de forma gutural. E eu jurando por tudo que é sagrado, que tiraria na hora do gozo. E ela nada, irredutível!

Eu tinha que foder aquela gostosa de qualquer jeito! Sacana escolado, pedí para brincar na bunda dela, que iria gozar alí, entre as maçãs das nádegas. Meio desconfiada, fiz ela se virar, de quatro no sofázinho. E começei, por trás, a esfregar a cabeça do pau no reguinho.

E nas escorregadelas buscava a grutinha. Quando a ponta entrava na xaninha, ela mais do que depressa, empurrava o quadril para frente, fugindo da penetração. Dizendo "Dámê, dámê, dámê" *não, não, não".

Nesse jogo maluco, desistí do buraco frontal e passei a cobiçar o traseiro, alí, fechadinho e bem no meu focinho. Grudei a cara naquela bunda e dei um beijo grego, lambendo as preguinhas e penetrando com a língua em forma cilíndrica. Pelos suspiros, ela estava gostando.

Enfiei o dedo indicador na boceta melada e depois no cuzinho. Ela contraiu de imediato o anelzinho, assustada, me perguntado o que eu estava fazendo. Com a outra mão, passei a acariciar o clítoris, enquanto a tranquilizava.

Ela relaxou o anel. Repetí a operação, agora com dois dedos, abrindo-os e girando, alargando pouco a pouco o buraquinho. Satie imóvel e quieta, estranhando as novas sensações (Soube depois que foi sua primeira experiência anal). Enchí a boca de saliva, cuspindo no rego, peguei o pau, apontei e tentei a penetração. A cabeça não passava. Estava difícil, complicado ainda pela falta de colaboração dela.

No desespero, catei os sachês de maionese e ketchup que sobraram da pizza, fiz uma meleca no cacete e mais ainda, com os dedos no cuzinho dela. Aquela bunda branquinha com o rego lambuzado de cremes amarelo claro e vermelho, formava um quadro surreal.

E coloquei de novo. Desta vez fui mais vigoroso e o pau entrou. Satie deu um grito de dor, tentou fugir,mas, agarrei firme seu quadril e fui junto, com todo meu peso, acabando por enterrar o mastro. Pronto: minha pica estava bem cravada no cuzinho dela.

Ela começou a chorar baixinho. Fiquei parado, esperando ela se acostumar. Enquanto uma mão mantinha seu corpo colado no meu, a outra acariciava o grelhinho. Seu anelzinho, que tinha mordido firme o mastro, foi pouco a pouco relaxando.

Já não fazia tanta força para expulsar o invasor. E devagarinho, começei o vai-e-vem. Satie ainda meio chorosa, soltava uns gemidinhos de prazer. E (será instinto?) começou a rebolar, comandando o ritmo das estocadas.

Aquele buraco quente, apertado, comprimia firme minha rola. Sentia o deslizar do cacete naquele cuzinho, de uma forma meio forçada, alargando o canal. A glande raspava nas partes internas, macias e resistentes, me proporcionando sensações indescritíveis.

Uma vontade de parece, urinar dentro daquele canal apertadinho. Já estava bombando, quando ela, chorando alto de tesão, dizendo palavras desconexas, atingiu outro orgasmo, se deixando cair prostrada, contraindo o esfincter, mastigando meu cacete.

Aquilo me deixou maluco! Acelerei as metidas, arrombando prá valer, falando palavrões, sei lá se em japonês ou português, sem ligar para os reclamos dela. E gozei. O primeiro jato foi explosivo, libertador, seguido de novas esporradas a cada contração do penis.

Caí encima dela, em tremores por todo o corpo. Tentei tirar mas a safada tinha prendido minha tora, segurando com os musculos anais. E quando meu pau amoleceu um pouco, ela foi expulsando entre suspiros de alívio e prazer.

Tive uma visão excitante. As pregas que formavam um botãozinho, tinham desaparecido. Havia alí um buraco alargado, melecado de pasta rósea e por cima, a cada contração, escorria para fora, minha porra branca, espessa, meio transparente, leitosa.

Comí a Satie outras vezes, num "rabu hôtéru" (love hotel = motel). Com camisinha, saboreei sua boceta e apesar de reclamar que depois, ficava dolorida, de vez em quando, ela fazia questão do anal. Ninguém nunca desconfiou...

Autor: Coroa Casado
Fonte: casadoscontos.com.br
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