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A promessa de Fátima

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A promessa de Fátima
Fonte Foto: asiangirlsonly.com
Fátima é uma morena nordestina, cabelos negros levemente cacheados, baixinha, parecendo uma linda indiazinha, origem que não tem como negar.

Ela é minha esposa, mãe de meus dois anjos gêmeos Diana e Laura, de 3 aninhos, e nua, pareceria ter saltado das páginas da história "Iracema, a índia dos lábios de mel".

Como é normal de acontecer com migrantes nordestinos, ela chegou novinha ao Rio de Janeiro junto com uma tia para trabalhar como doméstica, cuidando de um menino e fazendo os serviços de casa. Tinha então 16 anos.

Sou carioca da gema e estava no meu segundo ano de engenharia quando decidi ganhar algum dinheiro extra dando aulas de matemática em um curso supletivo noturno. E foi dando aulas que conheci aquela menina de lábios carnudos, pele cabocla e olhos brilhantes, muito introvertida mas inteligente e interessadíssima em aprender.

Fátima mal olhava nos meus olhos quando dirigia-me a ela nas aulas, coisa que depois descobri ser uma mistura de respeito e admiração. E aquele jeitinho foi me provocando mais e mais vontade de conhecê-la, gerando carinho, amizade, e depois muito, muito amor.

Minha família negava-se a aceitar que um rapaz como eu, de família de posses, universitário, com um belo futuro à frente e capaz de se relacionar com tantas moças "do meu nível", decidisse se apaixonar por aquela nordestina simplória que nem sequer tinha concluído o segundo grau. Mas eles não conheciam e nem sequer faziam questão de conhecer aquela menina tão cheia de doçura, de olhar cândido, e que me amava tanto...

Ahh, como amava !

Claro, fizeram de tudo para convencer-me que eu era um tolo cego pela paixão, e que ela tinha somente interesse financeiro, mas eu sabia que o amor dela era sincero.

Certo dia, após uma brutal discussão entre eu e meu pai, ele foi até onde Fátima trabalhava decidido a acabar com aquela história, e iniciou um escarcéu, acusando-a de tentar me enganar, xingando-a de prostituta aproveitadora, e no meio da confusão sua patroa a demitiu.

Não tendo onde morar no Rio, eu e ela decidimos que seria melhor que ela fosse morar com a irmã mais velha em SP. Ela não via essa irmã há 15 anos, mas sabia que a acolheria.

Meu amor por essa menina era tão grande que acreditem, eu nem conseguia maliciar e me imaginar fazendo sexo com ela. Claro que nossos beijos e esfregas nos deixava loucos, mas não queríamos simplesmente que a relação descambasse tão rápido para sexo. Planejávamos um lindo casamento, e sua primeira vez somente na noite de núpcias.

Assim ela sempre desejara, e assim seria: ela prometera sua virgindade a mim.
A mudança do nordeste para o Rio ocorreu porque minha indiazinha, aos 13 anos de idade, fora "entregue em casamento" por seu pai a um homem da região, e porque ela não admitia casar assim, acabou forçada pelo pai a mudar-se com a tia para o "sul", como dizem eles. Daí veio para o Rio, e aqui sonhava ardentemente em encontrar quem ela realmente amasse, e só assim, casada com o homem que escolhera, se entregaria.

Mas agora meu anjo moreno vivia longe dos meus braços, e dos meus olhos... Viajava para vê-la sempre que possível, mas nossa relação era mantida basicamente por toneladas de cartas apaixonadas e por telefonemas. E à medida que nossa relação ficava mais intensa, a distância a tornava mais e mais sofrida...

Solange, a irmã de Fátima, logo lhe arrumou um emprego numa casa nos jardins, bairro nobre de SP, cujos moradores eram um casal de americanos já nos cinqüenta, de nomes Clair e Edwin. Fátima escrevia-me dizendo amar o novo emprego, cujos patrões seriam muito atenciosos com ela.

Minha faculdade seguia em frente, e eu não via o dia de me formar para poder arrumar um emprego e nos casar.

Mais um ano se passou, e naturalmente Fátima arrumou amizades em SP, e seguia a vida.

Eu, pelo meu lado, mesmo tentando manter-me confiante de que meu amor seria sempre fiel a mim, temia que isso pudesse não acontecer. Fui sendo lentamente minado por ciúmes.

Mesmo reconhecendo que Fátima desejava fortemente provar a mim que era fiel, eu sabia que aquela menina tão fogosa comigo, transbordava de hormônios e ardia por dentro... Será que ela resistiria? Será?

A essas alturas meu tesão era difícil de controlar. Durante o banho, sempre que minha mente vagava pela imagem da boca carnuda de Fátima, dos seus ombros perfeitos, suas costas esguias e morenas, do cheiro perfumado de pele, dos seios empinados e de mamilos estufados de menina, já não conseguia me controlar: deixava a imagem de menina "santa" de lado e me masturbando, gozava jatos e mais jatos de esperma, que em minha mente escorriam pelos cabelos cacheados dela, pela sua boquinha, pelos ombros... seios... ventre ... boceta... aii que boceta linda... ahhhhhhh te amoooooooo ... meu amorr.. amorr.. ahaaaaaa que gozo bommmmm...

Certa vez, em um feriado, Fátima veio ao Rio. Linda como sempre, trouxe-me um monte de fotos que queria me mostrar. Fotos das amigas, da irmã Solange com o marido Paulo, dos sobrinhos, e de uma festa de noivado que ela havia ido com uma amiga em Taboão da Serra, próximo à capital.

No meio das fotos estava a de uma mulher aparentando uns 45 anos, cabelos ruivos e longos, pele alva, com sardas e ainda linda. Ao seu lado estava Edwin, o marido, um homem um pouco mais velho que ela. Eles eram os patrões de Fátima.

Já nesses tempos Fátima era "tolerada" na casa dos meus pais, e quando vinha ao Rio dormia no quarto da minha irmã, que casou e mudou-se.

Nessa mesma noite acordei e perdi o sono. Exausto de rolar na cama sem sono, saí do meu quarto e me sentei próximo à cama de Fátima e fiquei ali no escuro adorando suas formas, e seu ressonar pacífico.

Repentinamente suas pálpebras começaram a mover-se como quem sonha, e seus lábios balbuciaram frases que me fizeram gelar:

- N.. não faz isso... aqui não.. vão descobrir...

- Me deixa em paz... eu amo meu namorado... me deixa...

E chorava baixinho dormindo...

Alguma coisa estranha estava acontecendo. Algo que ela me escondia !!

Já minado pelos ciúmes por causa da dúvida incontrolável que deixei surgir em mim, não resisti: pé ante pé, aproveitando o sono profundo de Fátima, peguei sua mochila e me tranquei no banheiro. Talvez algo escrito em sua agenda me desse alguma pista.

Eu estava certo: bem no meio da agenda achei um bilhete escrito por Fátima, dizendo assim:

"Isso tem que acabar!! Você sabe que amo meu namorado, e vou casar com ele. Não me procure mais."

Meu coração batia a 2000 por minuto. Perdi as forças, me tremia todo.

Uma profusão de sentimentos me invadiu, mistura de pesadelo e realidade, ultraje e desejo de proteger aquela garota, porque aquilo só poderia significar que alguém estava abusando dela ! Li e re-li, porque não acreditava no que encontrara.

Voltei a procurar, e no fundo da mochila, bem camuflado no fundo, encontrei um envelope contendo um DVD feito em casa. Tremi quando vi aquilo, porque passei a ter certeza de que alguma coisa de fato não estava certa.

Saí do banheiro para buscar meu notebook, e em seguida me tranquei novamente no banheiro.

Trêmulo, mal conseguia inserir o disco no DVD do aparelho. Armazenados nele estavam alguns arquivos de imagem e um clipe de vídeo.

Iniciei pelas imagens... As fotos eram todas de Fátima, vestida lindamente e muito sexy, como naqueles books de modelo. Nada anormal, não fosse pelo fato dela nunca tem me falado nada sobre aquilo.

Mas o filme tratou de tirar da minha cabeça qualquer dívida, e fez meu coração quase sair pela boca.

Ele começava com alguém testando a câmera, apontando-a para lá e para cá, exibindo uma casa muito bela e elegante.

A pessoa caminha até o quarto ao lado, e ali, frente a um grande espelho, vejo Fátima escovando os lindos cabelos, e ainda vestida com a mesma roupa das fotos.

Ela então se levanta e é acompanhada pela câmera até um banheiro onde entra e se tranca. Na cena seguinte ela já sai do banheiro vestida com um camisetão branco até os joelhos e descalça. O camisão era bem largo, e ela estava visivelmente sem soutien, porque seus seios empinados e de mamilos marron-claros apareciam através da transparência do tecido fino, balançando conforme ela caminhava.

A câmera se aproxima dela, e a mão de quem filma puxa a manga da camiseta em ambos os lados, para que seus seios pulem para fora pelo espaço largo das mangas, e fiquem expostos.

E o mais incrível, é que a pessoa que filma é uma mulher !! Mas quem seria essa mulher ??

Meu Deus, que seios perfeitos !! Eu nunca havia visto ela nua daquele jeito. Os cabelos sedosos acariciavam-lhe as mamas enquanto ela caminhava, cobrindo e descobrindo os biquinhos de menina. Elas então seguem para uma saleta ricamente decorada, tipo escritório, e de muito bom gosto.

Visivelmente sem jeito, Fátima abaixa-se sobre o carpete cor de carne, fica de joelhos, e se debruça sobre os seios, deixando no ar aquela bunda perfeita em forma de pêra. Não há diálogo algum, só as duas se movimentando, como se elas já estivessem com tudo combinado.

A câmera aproxima-se ainda mais, a ponto de se notar os pelinhos arrepiados daquelas nádegas morenas, e Fátima puxa para um dos lados o tecido que cobre a bunda, expondo a boceta e o anús, e abre as nádegas com ambas as mãos.
O foco da câmera aponta para um único lugar: o ânus dela.

Nesse instante, para meu espanto, a mão de um homem que já deveria estar ali aguardando, aproxima-se por trás e após acariciar aquela linda bunda, toca Fátima naquele ponto sensível, fazendo-a arfar. Como que por reflexo, as pregas se contraem com o toque daqueles dedos.

Ele a acaricia uma última vez, e então força a passagem do dedo médio, grosso, que entra até a primeira falange. Fátima sente dor e segura a mão do homem, que relaxa e aguarda mais um pouco.

Um minuto depois a tentativa recomeça, mas não sem certo preparo. Após passar algum tipo de gel nos dedos, o homem força a penetração vagarosamente, e Fátima vai aos poucos abrindo e fechando o ânus, que pouco a pouco engole todo dedo. Ele então inicia movimentos lentos de entra e sai.

Hipnotizado com as imagens, quase esqueço que a protagonista daquela cena tão erótica era quem há menos de 20 minutos eu considerava a mulher mais pura do mundo, e com quem queria me casar ! Agora estou presenciando sua infidelidade, e ainda sendo registrada em vídeo !

Os dois ficam naquela atividade por uns 10 minutos, enquanto a cena continuava sendo filmada. Eles então se levantam, e o homem a conduz pela mão por uma escada ao segundo andar da casa. Ali param de frente a uma enorme porta, que é aberta, dando acesso a um quarto de dormir.

A imensa cama está impecavelmente arrumada e coberta com um edredom. Fátima, ainda com os dois seios expostos, tira o camisão e a calcinha, ficando linda e completamente nua. Então senta-se na beira da cama.

Aquele homem volta a aproximar-se dela, e em pé de frente para ela e de costas para a câmera, acaricia seus mamilos. Ele murmura algo que não entendo e Fátima começa a fazer acarinhos nos próprios seios, em movimentos circulares, com a palma das mãos abertas sobre os mamilos. Ela então chupa os proprios seios, deixando suas auréolas arrepiadas e úmidas, e os bicos entumescidos.
Sem que se consiga ver sua identidade, o homem, que está posicionado entre ela e a câmera, tira o pau para fora das calças já completamente ereto. Era grosso, e com a cabeça coberta de pele.

Ele leva as mãos de Fátima até o membro, e ela passa a acariciá-lo, um contraste entre mãos delicadas de menina, e aquele órgão rijo, pujante e másculo. Ele força seus lábios delicados na direção do membro, e o esfrega no seu rosto moreno.

Puxando lentamente a pele que recobria a ponta, surge uma cabeça grande e arroxeada, que deixa naquele rosto que tanto beijei uma trilha de líquido seminal, denunciando que aquele homem já chegara ao limite de sua excitação. Ele a força por entre os lábios dela, que abrem-se e a abarcam. O homem geme alto... e enquanto é chupado acaricia os cachos sedosos dos cabelos de Fátima.
O homem já descontrolado de excitação força Fátima a se posicionar de quatro sobre a cama, que submissa obedece, apoiando os seios sobre a cama macia e abrindo com ambas as mãos as próprias nádegas.

Naquela posição totalmente exposta, a câmera move-se para frente de Fátima fazendo um close do seu lindo rosto de menina, enquanto o homem se cola nela, ajeita o pênis e força a penetração ...
... uma, duas, três vezes !

A cada estocada de penetração Fátima gritava e agarrava as cobertas da cama, arqueando as costas e levantando os seios da cama, o que o excitava ainda mais o homem e o fazia bomba-la frenéticamente. Ela morde os lábios, geme. As mãos dele a agarram firmes pelas ancas e a puxam, batendo nela com as bolas ’Flap! Flap! Flap!!, que como em um terremoto produzem ondas de choque que percorrem o corpo dela.

Mas o lance de surpresa veio agora...

A câmera, que está filmando Fátima, muda o foco para um canto do quarto, onde sentada numa poltrona e totalmente nua, está Clair, a patroa de Fátima, que sorri em êxtase !! Não perdendo um só movimento, ela mantém os enormes olhos verdes acompanhando tudo e masturba-se diante da cena, com as pernas abertas apoiadas uma em cada braço da poltrona.

Era mais do que óbvio que aquela orgia estava acontecendo na casa em que Fátima trabalhava!!

Clair levanta-se da poltrona e sobe na cama. Ruiva, caminhar suave, corpo esguio, pele muito clara e coberta de pequeninas sardas, ela senta-se de frente para o rosto de Fátima e se esgueira em sua direção, com as pernas abertas, encaixando a boceta ruiva e pingando de excitação nos lábios dela.
Clair segura a cabeça de Fátima e implora: "SUCK ME FÁTIMA !!" ("Me chupe Fátima!!")

A câmera aponta para o rosto de Fátima, suado e vermelho. Clair está com os lábios vaginais vermelhos e abertos, e entre eles um imenso clitóris. Ela puxa a cabeça de Fátima em sua direção, e quanto começa a ser chupada goza convulsivamente esticando as mãos para o homem. Eles se dão as mãos, e com Fátima imprensada com a boca na vagina da patroa, e o penis do homem enterrado fundo nela, um puxa o outro e Clair goza, gritando palavras que eu não compreendia.

A linda mulher de longos cabelos ruivos tinha gozos intermináveis, e quando o fôlego retornava-lhe aos pulmões, dizia para o homem: FUCK HER DEEP !!! (foda-a bem fundo!!) E repetia: OH SHIT, FUCK HER !!!
FUCK HER !!! (foda ela, foda ela!)

Exausto, o homem parecia que nunca desistiria de fode-la, mas depois de bombar Fátima mais algumas vezes, ele tira rápidamente o cacete de dentro dela e posiciona o membro grosso e cheio de veias no meio daquelas nádegas como em um sanduiche. Com o cacete firmemente apertado entre as lindas e musculosas nádegas de Fátima, e com a cabeça apontada para Clair, ele recomeça a movimentá-lo até se estremecer num gozo de vitória, lançando sêmen abundante sobre aquelas lindas costas morenas.

Inclinada para frente e com os cabelos cobrindo-lhe o rosto, Fátima sente o líquido quente escorrer em direção à sua nuca, e descer pela lateral do lindo pescoço.

Clair enlouquecida de excitação rápidamente recolhe com os dedos uma amostra daquele sêmen quente, e o lambe por entre os longos e delicados dedos.
A ruiva colhe mais um pouco de sêmen, e se pondo de joelhos, eleva o corpo de Fátima, pondo-a de joelhos também. Os dedos da mão esquerda de Clair estão brilhando com o líquido viscoso, que ela leva até os lábios de Fátima. E como que para sacramentar o ato, acaricia-lhe o rosto com ambas as mãos e beija-lhe os lábios carnudos longa e docemente, provando do gosto de Fátima mesclado com o de esperma.

Clair então olha para o homem e solta um doce "I LOVE YOU, PAULO !!"
"I LOVE YOU SO MUCH !!"

A câmera vira finalmente para o rosto do homem, e sem acreditar no que vejo constato que aquele homem não era o Edwin, marido da Clair, mas sim Paulo, marido de Solange, irmã de Fátima !!!

Ele pega a câmera das mãos da mulher que filma, e o último detalhe desse mistério se completa, aterrador: ao mover a câmera ainda filmando, vejo de relance que a mulher que filmava toda a ação era ninguém menos do que a própria Solange, irmã de Fátima e mulher de Paulo !!!!
Nesse ponto o filme termina.

Então não me agüentei... Recompus-me, guardei tudo de volta na mochila, e a coloquei onde eu havia tirado, ao lado minha amada Fátima, que dormia pacíficamente encolhidinha de lado.

Eu não preguei mais o olho aquela noite. Precisava pensar...

No dia seguinte, o dia de Fátima retornar a Sampa, fiz o maior esforço possível para manter-me normal. Durante a noite insone, não me conformava com tudo aquilo e enlouquecia ainda mais quando lembrava que no bilhete ela tinha escrito com todas as letras que me amava !! Mas que amor é esse que ela sente? Como me amar, e ainda fazer sexo daquele jeito com aquelas pessoas!!

É certo que forcei uma situação tratando-a mais mais criança do que como adulta, como um anjo sem malícia, alguém desprovida de sexualidade. Fui imaturo ? Bastou alguém mais experiente para perceber que meu amor era carente de algo que eu não dava: sexo? Ou tudo que meu pai afirmara seria verdade, e ela só queria aproveitar-se de mim?

Havíamos decidido passar nosso último dia juntos em Teresópolis, na casa de meus pais, pois além de ser um lugar de paz, queríamos estar juntos em algum lugar com privacidade. Durante todo o dia as imagens passavam confusas na minha cabeça. Ver Fátima assim, absolutamente erótica e nua, era como eu sempre sonhei, mas era demais pra mim vê-la se entregando a um outro homem.. e numa orgia !!

Sempre que me via pensativo ela aproximava-se de surpresa só pra dizer no meu ouvido: "te amoooooo", ronronado baixinho, o que fazia sentir-me no paraíso.
Mas no instante seguinte saltava-me à mente as imagens do meu amor em pleno sexo, gritando, gemendo, transformado em demônio de volúpia, de prazer e de malícia.

O sexo que ela prometera a mim, a virgindade que eu tiraria, tudo mentira, tudo enganação.

Decidimos abrir uma garrafa de vinho, e depois de algumas taças, já meio solta pelo efeito da bebida, fitou-me nos olhos e sem razão aparente rolaram lágrimas.

E rla disse simplesmente:

Eu notei que você viu... Eu percebi que você mexeu nas minhas coisas e descobriu meu segredo. E antes de te ferir ainda mais, amor de minha vida, vou desaparecer pra sempre.

Fiquei confuso e furioso !! Tinha vontade de matá-la, mas naquele momento queria mesmo morrer, porque para mim era impossível querer o mal dela...
Ela então continuou: Minha vida acabou sem você, minha alma está vazia, mas antes de ir quero te dar uma coisa ...

Chegou-se perto de mim, e desabotoou o vestidinho florido feito por ela mesma e que tivera tanto orgulho em me mostrar.

Ao deixá-lo cair no chão, foi como se um anjo de formas perfeitas tivesse se se materializado ali, na minha frente. Aquele era o corpo de quem eu ainda amava loucamente, mas que sabia já ter sido visto por outros olhos, e explorado das formas mais sórdidas por outros outras mãos.

Ainda usando a minúscula calcinha branca de algodão, e beijando-me nos lábios, puxou minhas mãos aos seios morenos, redondos, e agora bicudos de excitação, que ao meu toque arrepiaram-se e provocaram nela um tremido de prazer, fazendo-a colar ainda mais em mim e arquear a cabeça para trás, soltando um rouco e lânguido gemido.

Desci minha mão direita em direção ao meio de suas pernas, e fiz carinhos sobre sua bocetinha ainda coberta com a calcinha, que já deixava as secreções do prazer escorrerem pela parte de dentro das coxas grossas.

Meus dedos tatearam na penugem macia do sexo daquela linda menina, agora mulher, e minha mão entrou pela calcinha para alcançar as lábios vaginais quentes, úmidos, e abertos em fogo .

No instante em que toquei seu clitóris saltado e intumescidos de excitação, ela quase arranca meus lábios com mordidas loucas e descontroladas, totalmente entregue e ensandecida.

Sim, totalmente entregue, da mesma forma que ela se entregou àquele homem, que lhe enchera a vagina de sêmen, e com quem sentiu o prazer que ela não encontrou em mim.

Esse pensamento me provocou um ódio, e como que por telepatia nossos olhos se fixaram de súbito, congelados no tempo.

Percebendo o que ia em minha cabeça, e ainda de olhos fixos nos meus, ela empurrou-me sobre o sofá que estava às minhas costas. Ajoelhada sobre minhas coxas puxou meu membro completamente duro para fora da bermuda.

Sem mover o olhar um milímetro do meu, sua mão delicada sente meu pau da cabeça ao saco, e num ato contínuo, puxa para o lado o tecido molhado do fundo da calcinha. Posiciona então com a outra mão a enorme cabeça vermelha do meu pau em direção à sua entrada encharcada, movendo-a entre os lábios vaginais que pegavam fogo.

Seus olhos, de cílios enormes e negros, brilhavam como se tivessem luz própria. Ela então se inclina em minha direção, até seu rosto estar a milímetros do meu, e com uma energia sem medidas disse forte, por entre os lindos lábios:

"EU"... "SOU".. "SUA" !!

E se força sobre meu pau...

"EU"... "SOU".. "SÓ" .. "SUA" !!

E força ainda mais forte ...

"EU"... "SÓ" .. "QUERO" .. "SER".. "SUA" !!

E mordendo os próprios lábios, senta com toda a força, fazendo meu membro deslizar num repente, para dentro dela, e só parar ao tocar o fundo daquele túnel quente e apertado.

Ficamos naquela posição alguns minutos, mudos, grudados, e cada um sentindo o coração que batia forte no peito do outro... Sua vagina pulsava como que uma terceira mão apertasse ritmicamente meu cacete.

Então, inesperadamente, sinto algo quente escorrer pelo meu saco, e quando passo a mão ali constato horrorizado que meus dedos estavam cheios de sangue.Confuso, e deixando escapulir alto meu pensamento disse...

Não pode ser !! O cara !! Eu vi ele dentro de você !! Eu vi !!

E com o rosto ainda colado ao meu peito, Fátima se agarra ainda mais a mim, e me diz:

"aquela maldita irmã me fez sofrer... me fez perder a inocência... mas eu nunca permitiria que ela tirasse de mim o prazer de dar a você o que eu jurei dar: minha virgindade..."

E tomando forças do fundo de si mesma descolou-se de mim, e num suspiro fundo foi deixando que meu cacete ainda duro e coberto de sangue saísse de dentro dela.

"Agora já posso ir embora", continuou.

Atordoado, só dizia "Mas como? Explica ! Você, sua patroa, sua irmã e Paulo, seu cunhado, estavam ali de comum acordo, fazendo sexo !!.. "

Não amor.. nem tudo é o que parece.... disse Fátima...

E me contou finalmente em detalhes como sua patroa americana, a Clair, já cliente antiga de Solange, usava seus "préstimos" e os de Paulo, para ter belas tardes de orgia com meninas que Solange arrumava. E claro, os pagava muito bem por isso. As orgias aconteciam sempre que Edwin, marido de Clair, viajava a trabalho, deixando-a livre para dar asas à taras e desejos que Edwin não aceitava.

Fátima contou-me então que no começo, sua irmã ameaçou mandá-la de volta para seu pai, longe de mim, caso ela não fizesse o que elamandava.

Mas ficar longe de mim ela não suportaria... e aceitou entrar no jogo de sua irmã.

Já não suportando mais aquela chantagem planejou ir embora, mas Solange tinha o filme e ameaçava mostrá-lo a mim !

Fátima implorou para a Solange não a obrigar a ter sexo com eles, por que me amava, e seu sonho sempre foi casar comigo e me dar a alegria de tirar sua virgindade, da-la a quem ela verdadeiramente amava.

Mas isso não a comoveu nem um pouco, e sua irmã simplesmente retrucou:
"Se você não quer dar a frente, maninha, que dê por trás!! Vou adorar ver meu homem metendo no seu rabinho !"

E Fátima submeteu-se a deixar que aquele homem a tivesse por trás, cobrindo sua pele de sêmen, do que permitir que a tirassem de mim, ou pior ainda, que tirassem dela seu melhor presente a mim: sua virgindade.

Depois daquele dia ela resolveu que sumiria no mundo e me deixaria. Mas antes, pegou o DVD que a irmã fizera e veio me ver uma última vez, porque me amava mais do que a si mesma.

Eu nunca deixaria escapar de mim uma mulher forte, linda e apaixonada assim. Hoje vivemos longe de tudo e todos, onde os pesadelos do passado não possam nos alcançar.

-------
Abs
BG

Autor: BG
Fonte: casadoscontos.com.br
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