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Traição

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A MULHER INFIEL

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Este conto já foi publicado sob outro pseudônimo; ocorre que o verdadeiro titular do nome não gostou de vê-lo associado à temática deste site e solicitou, gentilmente, que fosse retirada toda e qualquer referência a sua pessoa, razão pela qual eu passarei a republicar todos os meus escritos, sob a alcunha de Walfredo Wladislau (WW).

Meu escritório atende preferencialmente empresas, questões societárias, questões tributárias; no entanto, a intimidade que estabeleço com meus clientes, e a confiança que eles acabam por depositar em mim, fazem com que compartilhem comigo suas intimidades mais secretas, na busca de consolo pessoal e de apoio jurídico. Algumas dessas histórias, que coleciono com carinho, distribuo aos leitores, para que aprendam, e ensinem, o quanto as vidas são passionais.

Quando o dono de uma grande empresa – Luis Olavo – contou que achava que a esposa o estava traindo, logo comecei a murmurar os versos da música do Secos&Molhados que me veio a mente:

- Oh, mulher infiel, traiçoeiramente ativa ...

Luis Olavo acompanhou a música atento, ainda que preferindo a interpretação de Ney à minha. No final, pensativo, olhou sério e perguntou:

- O que significa “eficiente nas horas vivas e nas horas vagas-pagas”?

- Não faço a menor idéia do que o João Ricardo quis dizer com isso – respondi - nunca entendi o sentido desses versos, mas a melodia é tão forte que a letra se firmou como verdade.

O rosto do meu cliente se iluminou, como se lhe tivesse vindo uma idéia, mas continuou me ouvindo atentamente:

- Achar que ta sendo traído não serve! Tem que ter certeza; e tem que ter prova! Vamos colocar um detetive atrás dela, pra documentar e fotografar tudo, durante vários dias. As fotos produzem um efeito moral importante, que vai nos ajudar a negociar a divisão dos bens e a pensão, ou piorar a imagem dela perante o juiz, se não sair acordo.

Expliquei ao empresário, então com 36 anos, que a maior parte do seu patrimônio fora herdada de seus pais com cláusula de incomunicabilidade, mas que o regime de casamento determinava que muitas coisas importantes adquiridas após as núpcias deveriam ser divididas; além disso, a vida de princesa que ele garantia à dondoca lhe assegurava uma pensão muito gorda. Denegrir a imagem da esposa significava, acima de tudo, redução desses valores.

- Teu casamento foi pro saco. O que importa agora é o tamanho da conta que tu vai ter que pagar. – resumi.

Ele me passou mais algumas informações, acertamos meus justos honorários, e fiquei com a missão de contratar e orientar o detetive, que iria provar as safadezas da mulher. Não havia limites para gastos. Combinamos reuniões semanais, para acompanhar os resultados parciais da investigação.

Caros leitores: não há mais privacidade para nada! A tecnologia a disposição de qualquer iniciado torna possível que se descubra o pensamento mais íntimo. Um detetive competente, sem limite de gastos, faz chover.

O primeiro relatório foi um CD, em que havia fotos, filmagens, conversas telefônicas, cópias de extratos bancários, transcrição de conversas no MSN e uns outros documentos. O material era forte, e confesso, preferia renunciar aos meus ganhos que enfrentar a decepção do meu cliente ao compartilhar com seu advogado aquela traição tão infame. Quando Luis Olavo chegou, me preparei para o pior. Fiz uma brincadeira cretina, que na hora me arrependi:

- tenho duas notícias pra ti: uma boa e uma ruim ...

- Fala a boa ...

- Tua mulher é muito gostosa ...

- E a notícia ruim é que ela é muito puta ... – disse ele rindo, o que me aliviou o arrependimento pela piada de mau gosto.

Perguntei se ele queria assistir sozinho, torcendo para que dissesse sim, mas ele pediu que eu ficasse. Assistiu a tudo impassível, atento, como se estivesse analisando os demonstrativos contábeis das suas empresas.

Primeiro veio uma seção de fotos. Layse, como se chamava a messalina, tinha o jovem personal trainer, que a visitava todas as manhãs na pequena academia de ginástica instalada na própria casa – na verdade uma mansão – onde o casal morava. As fotos davam conta de que o jovem Ricardão era recebido todas as manhãs com beijos longos, enquanto suas mãos percorriam o corpo da madame. Em seguida, ele lhe baixava a malha de ginástica e lhe chupava cada um dos peitos. Apimentavam os exercícios com carícias de forte conotação sexual. Chamou a atenção o método que eles desenvolveram para fazer abdominais: a aluna deitada, no aparelho, o professor de joelhos, sobre a aluna, de calções arriados e o membro ereto para fora; a cada flexão, quando ela subia o tronco, abocanhava o pau do amante. Um detalhe me marcou: as expressões dos rostos denotavam sentimentos diferentes, eis que o rosto masculino se mostrava emocionalmente envolvido, curtindo cada momento, enquanto o rosto feminino evidenciava certo tédio, de uma mulher que mantinha os olhos arregalados enquanto era beijada.

- Nunca confie em ninguém que beija de olhos abertos! – Eu disse a Luis Olavo, que sequer desviou o olhar da tela do computador.

Em seguida das fotos vieram os vídeos. Em um ambiente desconhecido, encontravam-se ela e o personal fucker. Apesar da libertinagem que tomava conta das seções de ginástica, não transavam naquele momento, como dizia o pequeno texto explicativo do detetive. Encontravam-se numa sala comercial, localizada em um prédio de médicos, dentistas e psicólogos, alugada pela traidora. Nesses encontros, quase sempre durante a tarde, os beijos eram ardentes, e pelos diálogos que com dificuldade se escutava, ficava claro que o rapaz era apaixonado, enquanto a mulher só queria ser fodida.

Uma das cenas mostra Layse sozinha, deitada pelada numa espécie de divã, masturbando-se e tocando seus seios, apertando os bicos e puxando-os para cima. Em seguida, um barulho na porta, e ela continuou a siririca por uns instantes, como se não quisesse perder as imagens que habitavam a sua mente. Diante da insistência, ela levantou, foi até a porta, abriu, e quando o professor se jogou aos seus braços, os gestos indicavam a amava e que tinha saudades, mas ela retribuiu um beijo rápido, desvencilhou-se do abraço e voltou a se deitar, abrindo as pernas e mostrando que ansiava por continuar a sua fantasia, agora com a língua e a boca do amante. Durante o coito oral, que durou vários minutos, ela se retorceu, gemeu, gritou um pouco, e segurou a firme cabeça do rapaz, que ainda vestido, buscava em deixar de ser um mero figurante das cenas que a amante imaginava. Ao dar-se por satisfeita, exausta, ela fechou as pernas, virou de lado, enquanto o personal rapidamente baixou as calças e mostrou o membro ereto.

Sem dizer nada, mecanicamente, ela abocanhou o pau do namorado, que estava de pé, e com movimentos rápidos, tentou fazê-lo gozar o quanto antes. Impaciente com a demora, pôs-se de quatro, oferecendo a buceta e o cu para o Ricardão, que preferiu aquela. A qualidade da imagem não era tão boa, e o som bastante fraco e suscetível a várias interferências, mas eram nítidos o suficiente para dar a entender que o varão gozou intensamente, e ela ficou aliviada por ele ter acabado.

Vestiram-se rapidamente, ela mais depressa que ele. A despedida foi um selinho de leve, e ainda se pode ver os lábios dele esperando por um beijo mais intenso. Ele saiu primeiro, ela saiu em seguida.

- A puta nem se limpou. – Concluiu Luis Olavo.

Outros filmes foram passados, e quase todos repetiam a cena. Em alguns, ela ansiava por mais sexo, e tratava melhor o amante, que se entusiasmava e fazia declarações apaixonadas; noutros, o sentimento de tédio era por demais evidente.

Houve um filme que chocou a mim e ao detetive, e discutimos muito se havia necessidade de mostrá-lo ao cliente. Decidimos ser profissionais, e não furtar ao corno o conhecimento daquelas verdades. Layse era uma mulher bonita, 32 anos, loira, cabelos compridos, magra na medida certa, seios avantajados que ainda demorariam muito a merecer uma plástica, pele bem cuidada, maquiagem leve realçando o bonito, sem nada de feio para esconder. Na cena, num final de tarde, estava de pé na sala alugada, rodando de um lado para outro e consultando o relógio a cada instante. Por muitas vezes discava um número no celular, e quando o levava ao ouvido, restava claro o destinatário estava fora da área de cobertura ou temporariamente desligado. Naquele dia, segundo escrevera o detetive em seu relatório, não havia feito ginástica e não fudera com o professor.

O filme roda por quase uma hora de angustia e espera. Ela deu um sorriso quando ouviu a porta bater, e correu para abri-la.

- Quem é esse negão? - eu pergunto, enquanto Luis Olavo congela a cena.

Entra um homem de meia idade, cor entre pardo e negro, careca em cima da cabeça. poucos cabelos nas laterais, camisa de seda floreada, corrente dourada no pescoço, parecendo um bicheiro carioca. Não era alto, e sobressaia-lhe uma barriga de cerveja. Certamente teria mais de cinqüenta anos. Para completar o tipo, ele ainda usava uma capanga embaixo do braço, onde levava sabe-se lá que documentos.

- Puta que pariu! – disse Olavo.

- Puta que pariu o que? Porra! Quem é esse preto veio, careca e barrigudo? – perguntei.

- Esse negão é porteiro do prédio onde moram os pais dela. Faz mais de 20 anos que ele trabalha lá ...

Aquilo me chocou, mas as cenas seguintes foram piores. Ela se entregou completamente ao porteiro, indagando-lhe sobre o atraso, que ele sequer se dignava a explicar. Só disse que estava com pressa, que não poderia demorar muito, e nem tentou consolar a evidente decepção dela com pequena duração do encontro. Beijando-lhe o rosto, a boca e o corpo, ela foi tirando a roupa do amante com a avidez de quem sente saudades. Quando ela pegou a mão do namorado e para conduzi-lo à alcova, ele olhou diretamente para os seus dedos e reclamou:

- Já te disse que não gosto que tu pinte as unhas de vermelho, fica parecendo puta ...

- Eu sei, meu amor, é que meu marido vive pedindo ...

- Eu quero que o teu marido se foda ...

- Pára de brigar comigo e me fode! To morrendo de saudades.

Diferente do que fazia com o professorzinho, agora era Layse quem atacava, com força, com vontade, demonstrando querer muito aquele amante que, por usa vez, a desprezava completamente. Tanto que, sem pressa, e quase sem tocá-la, esperou que ela o despisse, que dobrasse cuidadosamente suas roupas, para então deitar-se no divã, esperando que ela fizesse o trabalho. Submissa, ela começou pelos pés, que beijava e lambia com uma devoção de escrava. Enquanto isso, sua mão punhetava o amante, cujo pau não dava mostras de grande entusiasmo. Ela foi subindo, lambendo a parte interna da virilha, e de certa forma sorrindo, porque essa sensação provocava uma pequena reação no membro que começava a acordar. Ela esticou o corpo para beijar a boca do parceiro, mas ele empurrou sua cabeça para baixo, como que ordenando para o que o chupasse, e ela fez com gosto, primeiro a bola direita, depois a esquerda, depois o saco, e finalmente o pau, que entrou quase mole na sua boca, e saiu quase duro quando ela terminou. Com pressa, ela sentou no pau, começou a rebolar e a gemer, enquanto que, para mantê-lo excitado, a vagabunda beijava-lhe o peito e a boca. Foi uma foda rápida. Ele gozou, ela certamente não; não ter gozado, no entanto, não a deixou infeliz. Ao contrário, seu rosto estava radiante pelo simples fato de ter satisfeito seu senhor, que agora se vestia com a ajuda dela. Antes de por-lhe as calças, ela ainda abaixou-se e lambeu o pau melado, como para guardar consigo o gosto da porra. Em razão disso, certamente, ele esquivou-se de beijar-lhe a boca da meretriz quando se despediram. Antes, de ir, com a porta entreaberta, ela ainda perguntou se ele estava precisando de alguma coisa, e diante da indiferença, ela correu à bolsa, tirou um maço de notas de R$ 50,00 e entregou-lhe na mão; sem olhar para as oncinhas, ele as pôs no bolso, deu um beijo na testa da vagaba e foi embora. Sozinha, ela deitou-se no divã, tocou-se até gozar, terminando a obra incompleta.

Luis Olavo ficou bastante abalado com o que viu, mas não demonstrou qualquer reação. Parou-se em frente à janela do meu escritório, e enquanto procurava os últimos raios de sol que se escondiam atrás do horizonte nublado, refletia profundamente. Eu respeitei o transe, e quando ele voltou a si, quebrei o silêncio com uma frase técnica:

- Acredito que temos bastante material pra começar a brigar.

- Não vamos brigar – disse ele, resoluto – Minha idéia é diferente. Vou viajar por mais uns 10 dias, e quero que o detetive intensifique as investigações, coloque mais câmaras e microfones nessa sala que ela aluga. Na minha ausência ela vai se fartar, e nós vamos acumular material.

Dito isto, passou a explicar minuciosamente o que pretendia fazer. Em meio à explanação, interrompi:

- Não posso participar disso; algumas coisas que tu pretende podem constituir crime, e eu to fora.

- Não quero que tu participe de nada. Só me alerta os riscos e me indica como neutralizá-los. O resto é comigo. Sei que tu gosta de uma boa história, e tenho certeza que vamos nos divertir muito daqui em diante.

Dito isto, foi-se embora, e eu liguei para o detetive repassando as instruções do nosso cliente. Não presenciei tudo o que vou passar a narrar agora, mas reproduzo, com a maior riqueza de detalhes, o que me foi contado por Luis Olavo, o que assisti nos vídeos e o que li nas transcrições das conversas.

Conta ele que, após a viagem, estava tomando café da manhã com sua infiel esposa, quando a empregada trouxe a correspondência. Entre os envelopes remetidos a ela, destacou-se um, grande, de papel encorpado, vermelho vivo. Evidente que foi este o primeiro que ela pegou, e ao abri-lo, não pode conter sua expressão de espanto. Indagada pelo marido sobre o conteúdo da carta, ela disfarçou, dizendo que era propaganda de uma loja de uma amiga etc. etc.

O marido deu-se por satisfeito com a explicação, ainda mais que sabia o conteúdo do envelope, que ele mesmo havia postado no dia anterior. Havia uma foto dela beijando o personal fucker, e uma folha com os seguintes dizeres:

“ACESSA O SITE: eutraiomeumaridocomopersonal.com.br. Depois de ver, me adiciona no MSN: euqueroteudinheiro@hotmail.com, que nós temos coisas para conversar.

Luis Olavo saiu para trabalhar e a megera correu ao computador, olhou o site onde era a personagem principal das fotos e de alguns filmes, adicionou o estranho endereço aos seus contatos do MSN e ficou esperando cerca de dez minutos, quando se travou o seguinte dialogo:

- q vc quer?

- R$.

- Qto?

- Muito!

- Onde vc obteve aquelas fotos?

- Eu vivo disso ...

- Vc invadiu minha casa?

- Vc pode dar queixa na polícia

- Q vc vai fazer? Vai me extorquir.

- Baixa a tua bola, q qm ta no comando sou eu, a ñ ser q vc queira q teu marido saiba o qto ele é corno.

- Claro q não, desculpa. Vamo conversa. Em q eu posso t ajudar?

- R$ 15 mil p/mês já me ajuda.

- Não tenho essa grana

- Então trabalha e consegue.

- Minha mesada é de R$ 10 mil, mas eu tenho conta pra pagar

- Eu sei, o consórcio do carro do teu amante, o aluguel da sala, o jabá do negao que te come ...

- Q vc tem a ver com isso?

- Eu ñ quero q tu gaste o meu dinheiro com bobagem. Qto tu tem disponível?

- Uns 5 mil

- Então me da os 5 e mais uns 20 em jóia. A 1ª prestação é mais cara,pra pagar meu investimento. Deixa lá na nossa salinha que eu tenho a chave.

E a conversa foi encerrada. Luis Olavo havia viajado à Europa, onde havia comprado, de forma anônima, uma linha de acesso remoto à internet de abrangência internacional, e um laptop poderoso, de forma que não havia como rastrear seu endereço de IP. Além disso, também de forma anônima, por uma companhia “off shore”, havia alugado uma sala ao lado da “garçoniere” da traíra, onde instalara seu centro de comunicações e sua base de operações.

Naquela mesma tarde, a infeliz esposa deixou o dinheiro e algumas jóias, que perfaziam valor superior ao desejado pelo chantagista. À noite, em casa, Luis Olavo, atencioso como sempre, disse à esposa:

- Meu amor, não esquece que temos o casamento da filha do meu sócio na sexta feira à noite. Eu gostaria que você estivesse deslumbrante, como sempre, e usasse aquele conjunto de brincos e colar que eu te dei no natal.

- Claro, são lindos e eu adoro eles. – Respondeu a esposa, maldizendo a infeliz coincidência. Quase não dormiu a noite, e no dia seguinte postou-se frente ao computador, esperando que euqueroteudinheiro@hotmail.com aparecesse “on line”:

- Preciso q tu me devolva as jóias;

- Ñ vou t devolver o q já é meu;

- Eu te compro de volta ...

- Tu ñ tem dinheiro

- Mês que vem eu tenho

- Mês que vem tu me deve mais 10

E seguiram discutindo, até q ele apresentou uma solução.

- eu tbm agencio programas pra garotas; tu já é coroa, mas continua gostosa, pode trabalhar pra mim

- q tu pensa q eu sou?

- Puta, ou tu te acha melhor q aquelas q fazem ponto na rua?

- Pq tu ta fazendo isso?

- Por grana. Tu vacilou, agora vai ter q rodar a bolsinha pra comprar o silencio do papai aki. Olha só: as jóias vão estar na nossa salinha. Vamos usar a tua sala pra receber os teus clientes. Depois t passo as instruções.

De fato as jóias estavam lá, mas Layse cometeu o erro de achar-se esperta. Foi a uma loja de eletrônicos e instalou uma câmara, no afã de descobrir quem era seu algoz, e agora cafetão. Dois dias depois, gelou, quando a empregada entregou ao marido um envelope igual ao que recebera. Antes que ela pudesse arrancá-lo das mãos, ele abriu, leu seu conteúdo, deu um sorriso e disse:

- O que esses filhos da puta não fazem pra instalar vírus no computador dos outros. Olha só esse papel que veio dentro do envelope.

Layse, tensa, agarrou o papel, e ficou lívida ao ver seu conteúdo: “ ACESSE O SITE: tuaesposaestatetraindo.com.br”, e comentou:

- Ainda bem que tu é esperto e não cai neste tipo de bobagem. Tem hacker que tá milionário só aplicando esse tipo de golpe. – E amassando o papel, inventou uma história de uma amiga que havia sido lesada na internet.

Pouco tempo depois, no MSN, ela reclama:

- seu fdp, pq tu foi falar pra ele? Ainda bem q ele acreditou em mim e ñ entrou no site ...

- pq tu quis me foder; tu instalou uma porra de câmara na salinha, pra me descobrir...

- desculpa, mas eu to desesperada; de uma hora pra outra eu tenho que virar puta pra pagar um chantagista ...

- puta! Faz muito tempo q tu é puta, a diferença é que agora tu vai cobrar pra foder, e o dinheiro vai ficar cmgo.

- desculpa, eu sei; só ñ entra em contato com meu marido sem falar cmgo antes, ñ destrói meu casamento.

Eu ficava imaginando o deleite de Luis Olavo ao teclar com a própria mulher, causando-lhe desespero. Luis Olavo não era milionário de graça. Ainda que tivesse recebido uma gorda herança dos pais, foi sob o seu timão que as suas empresas cresceram. Pude perceber em várias ocasiões seu tino negocial, e a sua determinação a levar adiante uma estratégia bem montada, que abrangia sempre todos os detalhes. Meu cliente era mestre em planejamento e em estratégia.

Luis Olavo inscrevera a mulher em sites de relacionamento e sites pornográficos, em que só ele tinha acesso, descrevendo-a como “socialite” que quer se prostituir para escapar da monotonia do casamento. Mesmo cobrando caro, choveram candidatos, os quais ele selecionava e se correspondia, tudo via internet.

- te prepara q amanhã é o teu primeiro programa; tu tem cliente as 14 e as 15:30;

- 2 clientes? Tu tá louco?

- Pra começar 2 tá bom; depois, quando a coisa engrenar, eu quero que tu atenda das 14 as 18, 4 por dia.

- Quando isso vai acabar?

- Não vai acabar. Só acaba quando teu marido descobrir. Até lá vou garantindo o meu R$$$$.

- Eu não vou aguentar ...

- Guenta, eu sei que tu guenta ...

O vídeo da vigarista recebendo seu primeiro cliente foi cômico, se não fosse trágico. Eu já estava com pena de Layse, pois a vingança do marido era extremada. Mas não me cabia dissuadir um homem determinado. Ela esperava de cinta liga vermelha, tal qual uma dançarina de can-can, e abriu a porta para um senhor de uns 60 anos, que já entrou de pau duro, possivelmente efeito do Viagra. Eles conversaram pouco, e o velho passou a mão e a língua pelo corpo todo. Tentou beijá-la, ela desviou o rosto, ele ofereceu mais R$ 200,00 para incluir os ósculos no programa, que ela aceitou constrangida. Ele fartou-se em beijá-la, e ainda mais em comê-la. Por efeito da medicação, o pinto manteve-se ereto, e até o final da primeira hora, o homem ainda não havia gozado. Tal qual uma puta experiente, Layse encerrou o programa:

- acabou a tua hora, querido.

- Eu te adorei, e vou te querer de novo.

Tocada com o carinho que o senhor lhe dedicara, a puta despediu-se beijando-o na boca com ternura. Sozinha, cai em pranto sentido, mas o adiantado da hora lhe indicava que devia se preparar para receber o outro cliente do dia. Na hora marcada, entrou um jovem gordo, acima dos 100 kg, que mal olhou no seu rosto. Fez com que ela lhe chupasse o pau, e quando o sentiu suficientemente ereto e consistente, comeu-lhe de quatro, gemendo alto na hora de gozar. Ao todo, esse segundo programa não durou mais que 20 minutos. Humilhada, a esposa infiel chorou muito, enquanto seu marido, que reproduzia a cena ao meu lado, acumulava suas vitórias.

Os clientes foram aumentando, muitos deles se tornando regulares, de forma que se instaurou uma rotina de trabalho, que eram justificadas para o marido como atividades assistenciais junto à ONG Parceiros Voluntários. A primeira vítima foi o personal trainer, que agora só treinava, e não mais fodia. O horário de ginástica era o momento de catarse em que Layse consumia nos ferros que puxava a energia dos seus dissabores. A renda, ao contrário, se mantinha estável, pois a putaria garantia quase que integralmente a justa remuneração do chantagista, enquanto que guardava para si boa parte da mesada do marido. Layse também perdera o interesse pelo porteiro, e dispensou-o definitivamente após a segunda brochada, encerrando uma relação de dominação libidinosa que, mais tarde vim a saber, começara quando ela tinha 12 anos e corria nos corredores do prédio dos pais atrás do pedófilo.

Mas a vingança de Luis Olavo ainda não estava completa, e ele surpreendia pela capacidade de imaginar novos ingredientes, que a colocavam em cheque, tendo que inventar as mais deslavadas mentiras. De um lado, Luis Olavo, como marido, planejara com a mulher e filhos uma sonhada viagem para Disney. De outro lado, Luis Olavo, como chantagista, proibira Layse de viajar, para que suportasse a decepção dos filhos. Assim foram vários eventos, todos manipulados por Luis Otávio, que a colocava em saias justíssimas, mas sempre se mostrava compreensivo com suas esquivas.

Contou Luis Otávio, que para aumentar a culpa da mulher, a tratava de forma amorosa e compreensiva, interessando-se por seus assuntos, perguntando-lhe sobre suas atividades e obrigando-a a mentir e esticar suas mentiras. Ela, como que em retribuição à compreensão do marido, esmerava-se nos carinhos e carícias, usando a devoção aos deveres do casamento para espiar suas culpas.

Já no puteiro que se transformou a sala alugada, Layse se especializava a cada dia, atendendo bem seus clientes, esperando o carinho de alguns, até mesmo gozando com outros. Trabalhando bem, e rendendo bem, o tom da chantagem havia mudado, e até se permitiam algumas intimidades:

- Tu é brocha? Ou tu é viado?

- Pq?

- Pq tu nunca quis me comer. Tu é o único cafetão q ñ come a tua puta.

- Se eu for comer todas as putas q trabalham pra mim, meu pau se aposenta logo.

- To loca pra dar pra ti, arranja um jeito.

Layse tinha planejado que, se seduzisse o chantagista, assim como seduzira seu marido e muitos de seus clientes, poderia voltar a dominar a situação e acabar com aquela dependência. Luis Olavo aceitou a provocação, e mandou a seguinte mensagem:

- amanhã eu vou te comer; usa a roupa e a máscara q eu vou deixar na salinha; ñ quero q tu veja meu rosto;

Ele tomou todas as precauções para que ela não o identificasse. Comprou para ela uma roupa de couro, tipo mulher-gato, com aberturas apenas nos seios, na bunda e na buceta. Fazia parte da fantasia uma máscara, cujos olhos ele tratou de vendar, deixando apenas a fenda no lugar da boca, caso decidisse que ela chuparia seu pau. A fantasia também continha luvas, para que ela não caísse na tentação de aranhá-lo com suas unhas compridas, e acabasse por fazer uma cicatriz que o desmascarasse. Em relação a si, banhou-se de perfume diferente e comprou um aparelho que distorcia sua voz, parecendo a de Darth Vader, de Guerra nas Estrelas.

Instalou-se na sala contigua, e quando se certificou de que ela vestira a caráter, e estava completamente vendada, entrou na alcova. Ver a mulher, vestida na forma da mais sensual vilã dos HQ´s já o deixou excitado. Quando ela tentou beijá-lo, numa tentativa sincera de sentir o gosto daquele que agora era seu senhor, ele rejeitou-a, humilhando-a, dizendo que não beijava boca de quem chupava tanto pau quanto ela. Ela desafiou:

- Então me bate, me fode, me mostra que o meu dono é um garanhão.

Não foi preciso pedir duas vezes. Ele descarregou a raiva que sentia da traidora em violentas bofetadas, que mesmo amortecidas pelo couro da fantasia, a excitaram ainda mais, ainda que a dor fosse intensa. Ele continuou batendo com força, e em resposta ouvia gemidos que o provocavam ao extremo:

- delícia ... – ou ainda – bate gostoso ...

Chegaram ao extremo da excitação, quando nenhum mais agüentava esperar a cópula, ela se rendeu:

- Me come, que eu não agüento mais de tesão e de dor;

- Tu foi boazinha, vou deixar tu escolher: no cu ou na buceta?

- Primeiro na buceta, depois no cu, depois na boca, pra eu sentir a tua porra

Olavo vestiu a camisinha no pau, que nunca estivera tão duro e tão grosso, Colocou-a de quatro sobre o divã, a fenda dos fundilhos exibindo as partes íntimas, e diferente do que a esposa sugerira, enfiou tudo no cu, numa estocada só, violenta.

- Aiii! Tu me rasgou toda, ta doendo pra caralho.

-

Ele continuou estocando-a, bombando seu pau dentro de um cu que ainda não estava tão acostumado a levar tanto ferro. Ela sentiu muita dor, e pouco prazer, que se tornou mais intenso enquanto ele gozava, que também a levou ao orgasmo.

- Seu filho da puta, me arrebentou toda.

- Tu mereceu. Agora to indo embora.

- Assim, sem beijo? Deixa ao menos eu chupar teu pau ...

Sem tirar a camisinha, ainda suja de sangue, com gosto de merda, ele pôs o membro na boca da vagabunda, que fez cara de nojo e tentou recuar, mas as mãos do marido seguraram a sua cabeça, e a mantiveram por longos minutos. Em seguida, ele foi embora sem dar adeus, e ela mais uma vez caiu em pranto, pois seu plano de sedução havia falhado e, pior, sentia-se atraída pelo chantagista que estava destruindo a sua vida.

Outras seções de blondage se repetiram, mesmo porque Layse insistia:

- meu cu ta esperando a tua pica grossa, vem me comer

ou então

- faz tanto tempo q eu ñ gozo ctgo q vou descontar num cliente

A puta perdera todo o amor-próprio. A vingança estava concluída, pensava eu. Quando Luis Olavo veio ao meu escritório, e contou esse último episódio, eu disse:

- Agora já chega. Temos material de sobra pra destruir com ela. Deixa eu chamá-la pra propor um acordo. Ela aceita qualquer coisa pra acabar com essa humilhação.

- Agora vem meu lance final. Mais um tempo e estará tudo resolvido.

- Eu to fora desta, não sou mais teu advogado.

- Calma, que tu vai gostar da solução. Não vou precisar pagar nada pra essa puta.

E o marido mandou o “link” do site onde anunciava sua esposa a Carlos Ramiro, seu pior concorrente, inimigo declarado, a quem nutria ódio profundo. Carlos não pode deixar de ver o site, e quase não acreditou quando viu a foto. A mulher daquele filho da puta se oferecia como prostituta, não podia perder essa.

- Tem um cara que ta pagando muito caro pra te ver, reservou a tarde toda, trata ele bem

- Qm é o cara?

- Ñ faço idéia, mas trata ele bem pq ele tem grana

Layse reconheceu Carlos Ramiro, e identificando-o como adversário do marido, viu nele uma possibilidade de salvação. Tratou-o bem, disse que fazia programas para fugir da rotina do casamento, que gostava de homem de verdade que a dominasse, e que estava feliz em fuder com o homem que o marido mais temia e respeitava. O idiota, seduzido pelas doces palavras da rameira, teve elevada a sua auto-estima, o que melhorou seu desempenho sexual. Surpreendentemente, naquela tarde, demorou em gozar, ante as rapidinhas que o industrial conseguia com a esposa, e gozou muito. Os carinhos da vaca, agora puta experiente, e as palavras de incentivo, levaram-no a mais uma ereção, quando ele já tinha perdido na memória o tempo em que seu pinto levantava duas vezes seguidas.

- Eu nunca gozei tanto numa tarde só, assim eu me apaixono – disse ela.

- Sério? – perguntou o bobão, incrédulo com seu desempenho, que há tempos não era elogiado – Vou querer te ver mais vezes.

- Eu também – concordou, e notando que havia um pequeno volume por baixo das calças convidou: - fica mais um pouco, que essa é por conta da casa ...

Abaixou as calças do pato e aplicou-lhe um boquete soberbo. Ao terminar, beijou-lhe a boca e disse: - não se esquece de mim.

Carlos Ramiro voltou outras vezes, atraído tanto pelos elogios que recebia da mulher do inimigo, quanto pelo singular desempenho na presença dela, que o estimulava. Aos poucos, aos murmúrios – se bem que captados pelos microfones sensíveis ali instalados – ela contou parte do seu infortúnio, e as causas que a levaram à prostituição.

Olavo sabia que a aventura estava chegando ao fim, que agora tinha um inimigo respeitável pela frente. Quis acelerar as coisas para não arriscar mais. A um amigo comum, pediu que organizasse um jantar com os industriais do setor e respectivas esposas, mais alguns políticos e gente do governo. Ramiro certamente estaria lá, com sua obesa consorte.

- tu tem q me liberar nesta 6ª a tarde;

- pq?

- Meu marido tem um jantar com empresários e políticos, qr q eu vá deslumbrante, preciso me arrumar;

- Tem um cara q ñ da pra dispensar, pq ele paga muita grana por programa

- É o Carlos? Antecipa ele pro inicio da tarde, vou pro cabeleireiro depois

- Tá

Naquela tarde Carlos e Layse fuderam, trocaram juras de amor, ela elogiou o pau dele mais uma vez. Só não fuderam mais porque ela tinha mão, pé, cabelo e maquiagem marcados.

À noite, em mesas próximas, trocaram olhares, e essas trocas não fugiram à percepção de Olavo, que sentia o epílogo aproximar-se. Ela foi ao banheiro, e o concorrente levantou-se e foi atrás, e demoraram bem mais que o tempo necessário para uma simples mijada. Ramiro olhava Olavo com a superioridade de quem estava comendo a mulher do rival, e se sentia feliz por isso. Olavo fazia bem o olhar bovino que os maridos enganados mormente expressavam.

Na semana seguinte, com Layse menstruada, nada aconteceu, a não ser uma intensa troca de mensagens entre o chantagista e a puta, o cafetão e o cliente. Ficou decidido:

- o trouxa q te comeu na 6ª feira passada qr viajar, qr passar 4 dd ctgo

- onde ele qr ir

- tem q ser um lugar isolado, q vcs ñ vejam ngm, ele tbm é casado;

- posso ir? Q tu sugere?

- Pode sim. Cobrei uma grana pesada, e ele topou. Acho q vcs devem ir pra um hotel fazenda em Cambará do Sul. Ñ tem nada por perto num raio de 100 km, e nesta época ñ vai ngm lá.

Layse disse ao marido que iria tirar uns dias de férias no SPA do Kur Hotel, em Gramado, e Olavo mostrou-se feliz em que a esposa descansasse, pois as atividades assistenciais a estavam exaurindo. Ajudou-a a arrumar as malas e, evidente, fez que não percebesse o pacote de preservativos que ela levava na sua nécessaire. Ela também não percebeu quando ele, habilmente, subtraiu-lhe as camisinhas. Aqui um parêntese, para que o leitor entenda que, por prescrição médica, Layse não tomava anticoncepcionais, e outro parêntese para explicar que Olavo fizera a viagem coincidir com o período de ovulação da esposa.

Este era o ardil que tão habilmente preparara. Se tudo desse certo, a mulher infiel voltaria grávida do seu pior inimigo. O plano de Olavo era descontar a fatura e fazer o otário pagar a conta.

Alguns fatos que se seguiram são dignos de nota, e vale a pena estender-se no relato para que não se percam os detalhes importantes. Layse engravidou, eis que não achara os preservativos e não havia, no Hotel Fazenda, onde comprá-los.

Dois meses após, em conversa com seu cafetão, pediu ajuda:

- To grávida. Tô fudida, q q eu faço?

- Tu pode abortar, ou tu pode dizer q o filho é do teu marido.

- Mas a gente só transa de camisinha.

- Então passa transar sem, diz pra ele q o látex ta irritando a mucosa da tua buceta.

- Boa idéia, mas não sei se rola.

- Faz o seguinte: programa um cruzeiro de 7 dd pela costa brasileira, e fode bastante. Vai ter desculpa pra tu enjoar e tudo.

- Tu deixa eu ir?

- Claro

O marido ficou surpreso com a pressa com que a esposa programara a viagem, mas mostrou-se contente ao aceitar. Luis Olavo, a despeito da traição e da vingança, ainda sentia atração sexual por Layse. Dedicou-se a comê-la de todas as formas, em todos os horários, sempre e mais, e pouco viram do passeio. Após transarem escondidos no convés do navio, sob a proteção de um barco salva-vidas, ela confessou:

- Eu não tô me protegendo, tem risco de eu engravidar.

- Não tem esse risco não. E eu fiz vasectomia. Te contei, mas tu tava tão preocupada com teus assuntos que nem me ouviu. Podemos transar despreocupados.

Depois disso não transaram mais. Ela não tinha condições psicológicas, nem físicas, pois os enjoos, não se sabe se da gravidez, ou se do balanço do navio, permaneceram pelo resto da viagem. Quando voltaram para casa, mais uma vez o MSN foi acionado, e ela buscou aconselhamento com o cafetão;

- Ele fez vasectomia;

- Faz aborto

- Sou puta, sou infiel, mas ñ sou assassina: o feto já tem 3 meses;

- Então te fode

- Me ajuda

- Fala pro Ramiro q o filho é dele; diz pra ele largar a esposa e ficar ctgo; senão tu entra com uma ação de reconhecimento de paternidade;

- E o Olavo?

- Corno tem mais é q se fuder. Conta pra ele, e faz um acordo de divisão de bens q fique bom pra ele q ele se consola, mas acho q ñ vai rolar pensão pra ti

- To cagando pra pensão

- Então ta resolvido.

- E tu?

- Eu vou extorquir o teu futuro marido.

E assim foi feito. Carlos Ramiro sentia-se atraído pela bela e infiel Layse, e ficou contente em engravidar e roubar a mulher do rival. Achava-se vencedor. Livrou-se da sua gorda esposa e imediatamente assumiu a paternidade e a relação estável com a ex-prostituta.

Layse, quase dando a luz, por enquanto respeita seu novo companheiro, futuro marido assim que se homologarem os divórcios, e desfila orgulhosa pela mais alta sociedade de Porto Alegre.

Luis Olavo, como cafetão, tomou quase um milhão do rival, com o compromisso de não revelar a sacanagem da nova companheira; como ex-marido, deixou à Layse uns poucos bens sem importância e livrou-se da pensão; como pai, manteve consigo a guarda dos filhos; como homem, agora só namora meninas de 19 anos, e rompe o namoro a partir do momento em que elas completam 20.

O personal trainer, demitido da academia, teve sua reputação destruída por um boato de que teria estuprado uma aluna sua, e quase não tem clientela.

O porteiro continua na portaria, e troca olhares maliciosos sempre que Layse visita seus pais.

E eu, que embolsei meus justos honorários, sou depositário de farto material pornográfico, e cada dia resisto a tentação de rever as cenas picantes protagonizadas pela mulher infiel.

walfredo.wladislau@hotmail.com

Autor: Walfredo.Wladislau
Fonte: casadoscontos.com.br
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